Questões de Concurso
Para seduc-sp
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Até então, como vimos, predominavam as ênfases às estruturas políticas estatais e o modo de sua distribuição no território, ou a dinâmica das hierarquias político-territoriais comandada pelo poder central. No caso dessa perspectiva teórica atual, entretanto, tais estruturas ainda são relevadas, mas o que se considera essencial, desta feita, é o modo pelo qual as organizações e os agentes políticos, nas escalas regionais e locais, definem, com as suas práticas políticas, os mosaicos político-territoriais diversificados numa dada formação nacional.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
O autor denomina essa nova linha de abordagem como Geografia Política
(…) as relações internacionais são, antes de tudo, produto das relações bilaterais e multilaterais entre os Estados, o que torna os esquemas centrados em alianças e blocos a forma dominante na política mundial. Além do mais, assinala, como não há barreiras legais que impeçam a guerra, mesmo a de destruição, e como só os Estados possuem na sociedade o monopólio da coerção como instrumento de poder, a possibilidade ou não do confronto dependerá tão somente da ruptura ou não do equilíbrio internacional de poder.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
A visão de Spykman é exemplificada pelo quadro político internacional no período
No campo do discurso geopolítico, o autor destaca a ideia
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
Isso porque ambos expressam
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
O autor define pobreza como
A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, um resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. Alcançamos, assim, uma espécie de naturalização da pobreza, que seria politicamente produzida pelos atores globais com a colaboração consciente dos governos nacionais e, contrariamente às situações precedentes, com a conivência de intelectuais contratados — ou apenas contatados — para legitimar essa naturalização.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Nessa condição, os pobres
SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021. Adaptado)
Uma dessas faces é a tirania da informação, pois
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
No campo das técnicas, destaca-se a importância crescente
(MORAES. Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Desta forma, Mílton Santos entende que
Uma das novas correntes propõe uma ótica prospectiva, um conhecimento aplicado e voltado para o futuro. O intuito é uma renovação metodológica da Geografia, buscando novas técnicas e uma nova linguagem, que dê conta das novas tarefas postas pelo planejamento. A finalidade explícita é criar uma tecnologia geográfica, um móvel utilitário.
(MORAES, Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985. Adaptado)
O autor denomina essa corrente como Geografia
Pelo temário geral da Geografia, esta disciplina discute os fatos referentes ao espaço e, mais, a um espaço concreto, finito e delimitável do espaço terrestre. Só será geográfico um estudo que aborde a forma, ou a formação, ou a dinâmica (movimento ou funcionamento), ou a organização, ou a transformação do espaço terrestre.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Moraes (1985) expressa a visão da ciência geográfica na perspectiva da Geografia
Apesar da antiguidade do uso do rótulo Geografia, que foi mesmo incorporado ao vocabulário cotidiano (qualquer pessoa poderia dar uma explicação do seu significado), em termos científicos há uma imensa controvérsia sobre a matéria tratada por esta disciplina.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Para Moraes (1985), a controvérsia manifesta-se na
Por outro lado, é a região sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos de todo o território brasileiro, haja vista o caso das catastróficas ações de enxurradas e escorregamentos de solos que frequentemente – e de modo espasmódico – têm afetado as áreas urbanas de algumas grandes aglomerações urbanas brasileiras.
(Aziz Nacib Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
Os processos descritos no texto ocorrem com frequência no domínio morfoclimático
Apresenta em sua estrutura uma concepção [de ensino-aprendizagem] e entende que o processo de conhecimento que ocorre no ensino como uma construção que envolve o aluno (sujeito) e o saber escolar (objeto), na qual ambos são ativos e estão em interação.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos, 2003. Adaptado)
Esse conceito é definido como
Reconhecida como uma das correntes de pensamento da Geografia que ataca, principalmente, o caráter não-prático da Geografia Tradicional. Argumentam seus seguidores que esta disciplina teve sempre uma ótica retrospectiva, isto é, falava do passado, era um conhecimento de situações já superadas. Assim não informava a ação, não previa; logo, era inoperante como instrumento de intervenção na realidade.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
O texto indica uma análise voltada para uma Geografia
Representa uma estrutura necessária para a abstração simples em todos os níveis do desenvolvimento da criança, criando conexões entre os objetos semelhantes e suas propriedades físicas, por exemplo. Esse pensamento faz parte dos quatro fatores que explicam o desenvolvimento da inteligência com base no construtivismo epistemológico piagetiano, que são: a maturação, a transmissão social, a equilibração e as experiências com objetos.
(Sonia Maria Vanzella Castellar, “Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico”. Adaptado)
A organização do pensamento descrito no texto refere-se ao pensamento
Segundo o IPCC, é definido como processo no qual um fluxo de CO2 relativamente puro proveniente de processos industriais ou de fontes energéticas é separado (capturado), acondicionado, comprimido e transportado para um local de armazenamento isolado da atmosfera no longo prazo.
(Letícia Klug; Jose A. Marengo; Gustavo Luedemann, “Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para implementação da Nova Agenda Urbana”, IPEA, 2016. Adaptado)
Esse processo é definido como