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Q3525796 Filosofia
Maria Tereza Sadek analisa a concepção de natureza humana na filosofia de Maquiavel, em seu texto Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtù, na passagem: “Maquiavel estuda a história […]. Seu ‘diálogo’ com os homens da antiguidade clássica e sua prática levam-no a concluir que por toda parte […] pode-se observar a presença de traços humanos imutáveis. Daí afirmar, os homens ‘são ingratos, volúveis, simuladores, covardes ante os perigos, ávidos de lucro’ (O príncipe, cap. XVII). Estes atributos negativos compõem a natureza humana e mostram que o conflito e a anarquia são desdobramentos necessários dessas paixões e instintos malévolos”.

De acordo com Maquiavel, o papel da política frente à natureza humana é
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Q3525795 Filosofia
Ao explicar sobre a origem da Bioética, Volnei Garrafa, em seu texto Introdução à Bioética, destaca que “A bioética surgiu concretamente no início dos anos 1970, a partir dos Estados Unidos, tendo imediatamente se irradiado para a Europa e, em seguida, para o restante do mundo. Sua conotação original se relacionava com uma questão de ética global”.

De acordo com o autor, a Bioética, em seu surgimento, tinha como objetivo principal 
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Q3525794 Filosofia
Ao discutir sobre ética e meio ambiente, Peter Singer, em seu livro Ética prática, diz: “se mantivermos intactas as extensões naturais que ainda existem, as futuras gerações terão pelo menos a escolha de largar os jogos de computador e sair para contemplar um mundo que não foi criado por seres humanos. Se destruirmos o meio natural, essa opção perde-se para sempre”.

O pensamento ético de Peter Singer apresentado no excerto é característica da ética 
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Q3525793 Filosofia
Em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, Danilo Marcondes aborda o período crítico de Kant: “na relação de conhecimento, não é o sujeito que se orienta pelo objeto (o real), como quis a tradição, mas o objeto que é determinado pelo sujeito. A Crítica da razão pura visa, assim, investigar as condições de possibilidade do conhecimento”.

Segundo a perspectiva apresentada no excerto, as condições de possibilidade do conhecimento estão associadas à
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Q3525792 Filosofia
Em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré- -socráticos a Wittgenstein, Danilo Marcondes aborda a transição do pensamento mítico para o filosófico. Diz ele: “O pensamento mítico, com seu apelo ao sobrenatural e aos mistérios, vai assim deixando de satisfazer às necessidades da nova organização social, mais preocupada com a realidade concreta […]. É nesse contexto que o pensamento filosófico-científico encontrará as condições favoráveis para o seu nascimento”.

Com base no excerto, a transição mencionada se caracteriza como
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Q3525791 Filosofia
No texto Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtù, Maria Tereza Sadek destaca a mudança de paradigma promovida por Maquiavel: “Em seu texto Maquiavel rejeita a tradição idealista de Platão, Aristóteles e Santo Tomás de Aquino e segue a trilha inaugurada pelos historiadores antigos […]. Seu ponto de partida e de chegada é a […] verità effettuale – a verdade efetiva das coisas”.

A noção de “verdade efetiva”, mencionada no excerto, marca a mudança ao 
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Q3525790 Filosofia
Em seu livro Ética prática, Peter Singer faz a seguinte consideração sobre o relativismo ético: “A perspectiva […] de que a ética é sempre relativa a uma determinada sociedade […] tem consequências muito improváveis. Se a nossa sociedade condena a escravatura enquanto uma outra a aceita, não temos bases para escolher entre ambas as perspectivas antagônicas. Na realidade, numa análise relativista não existe conflito entre elas”.

No texto, o autor se opõe ao relativismo ético ao argumentar que
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Q3525789 Filosofia
Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote, em seu texto Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no ensino médio: o que dizem as pesquisas?, apresentam a seguinte consideração sobre os desafios do ensino de filosofia: “As pesquisas apontam que o ensino da Filosofia, especialmente no Ensino Médio, tem sido desafiador para a maioria dos professores que lecionam a disciplina […]. Os professores percebem as dificuldades atuais em garantir audiência, atenção e participação de adolescentes nas atividades”.

No texto, a causa da dificuldade mencionada para o ensino de filosofia consiste na
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Q3525788 Filosofia
Alberto Cupani, em seu texto A tecnologia como problema filosófico: três enfoques, explicita a relação entre filosofia e tecnologia: “A filosofia da tecnologia é uma disciplina relativamente recente […]. A reflexão filosófica que recai sobre a tecnologia corresponde a diferentes estilos de pensamento. Apesar dessa heterogeneidade, a disciplina encontra a sua unidade na preocupação por um aspecto ou dimensão da vida humana impossível de ignorar e particularmente marcado na sociedade contemporânea: a atividade eficiente, racionalmente regrada, no que diz respeito às suas motivações, desenvolvimento, alcance e consequências”.

Conforme o autor, a unidade que caracteriza a disciplina considera a técnica como
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Q3525767 Português
De acordo com Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens. 2019), “O conceito de letramento, repetimos, passa ao plural: deixamos de falar em ‘letramento’ e passamos a falar em ‘letramentoS’.” Segundo os autores, essa mudança conceitual deve-se ao fato de
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Q3525766 Português
Schneuwly (em Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz. Gêneros orais e escritos na escola. 2004), retomando Bakhtin, explica que este designa os gêneros primários como
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Q3525765 Português
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), no domínio discursivo jornalístico, são exemplos de gêneros da oralidade e de gêneros da escrita, correta e respectivamente:
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Q3525764 Pedagogia
De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2011), a produção de um texto escrito é uma atividade complexa, diferenciando-se de uma produção oral pelo fato de ser
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Q3525763 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual... (3° parágrafo)
•  Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro... (6° parágrafo)

Os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Q3525762 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
O tipo de relação coesiva estabelecido entre os termos destacados em – Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades (4° parágrafo) – ao redor de todo o país. – também ocorre em: 
Alternativas
Q3525761 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
O pronome destacado exerce função anafórica, retomando um longo trecho do texto (mais de 4 palavras), em:
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Q3525760 Português
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Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
De acordo com Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), os modalizadores epistêmicos “assinalam o grau de comprometimento/engajamento do locutor com relação ao seu enunciado, o grau de certeza com relação aos fatos enunciados”. Essa afirmação se comprova com o termo destacado em: 
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Q3525759 Português
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Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
De acordo com Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), “a seleção dos modificadores avaliativos é feita de acordo com a orientação argumentativa que se pretende dar ao texto”. Com base nessa explicação, é correto afirmar que há um modificador axiológico positivo na passagem: 
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Q3525758 Português
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Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Quando alude à leitura como forma de desenvolver o pensamento crítico, o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020) pressupõe que ela
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Q3525757 Português
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Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Pretende-se que os jovens incorporem em suas vidas a prática de escuta, leitura e produção de textos pertencentes a gêneros da esfera jornalística em diferentes fontes, veículos e mídias, e desenvolvam autonomia e pensamento crítico para se situar em relação a interesses e posicionamentos diversos.

(SÃO PAULO [Estado]. Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio. São Paulo: SEDUC, 2020)

Com base no Currículo Paulista, na prática de leitura do texto sobre cannabis, espera-se que um aluno do ensino médio seja capaz de reconhecer
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Respostas
3681: C
3682: E
3683: A
3684: B
3685: B
3686: E
3687: C
3688: A
3689: D
3690: B
3691: D
3692: A
3693: C
3694: B
3695: C
3696: E
3697: A
3698: E
3699: B
3700: D