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O tamanho da úlcera sangrante e sua localização no estômago ou duodeno não interferem no prognóstico de hemorragia digestiva alta.
A utilização de clipes hemostáticos dispensa outros métodos de hemostasia, como térmicos ou injeção.
Nas hemorragias digestivas altas, segundo a classificação de Forrest, apenas nos graus Ia e Ib há indicações de terapêutica endoscópica no momento do exame, haja vista o índice de ressangramento ser muito baixo nos outros graus.
Quando realizada com sonda de 7,5 MHz possibilita a visualização da parede do trato gastrointestinal dividida em cinco camadas. A terceira camada, hiperecoica, corresponde histologicamente à camada muscular própria.
É um método indicado não só para o diagnóstico diferencial entre lesão submucosa e compressão extrínseca, como também para estadiar o câncer espinocelular do esôfago. Esse método não é adequado para o diagnóstico diferencial entre úlcera péptica e neoplasia gástrica ulcerada.
De todas as lesões neoplásicas que podem afetar o pâncreas, o adenocarcinoma ductal é o mais importante, não só pela incidência, como também pela gravidade.
Na icterícia obstrutiva por câncer pancreático, a drenagem biliar por prótese é eficaz; leva à regressão da icterícia e do prurido. As estenoses biliares distais são drenadas com sucesso na maioria dos casos.
Dos inúmeros marcadores tumorais que podem ser utilizados no diagnóstico e estadiamento do câncer de pâncreas, o melhor é o CA 19-9.
Quando diagnosticado, cerca de 50% dos pacientes já têm tumor local altamente avançado; em todos os casos de câncer de pâncreas, a sobrevida de cinco anos é de 5% a 10%.
As próteses pancreáticas temporárias são o método profilático mais eficaz para a redução das pancreatites agudas após a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE).
A pancreatografia transpapilar não está indicada nos casos de doenças pancreáticas que evoluem com derrames cavitários, pois não permite localizar a fístula pancreática ou o pseudocisto roto.
A pancreatografia transpapilar, quando bem indicada, é extremamente útil no diagnóstico da pancreatite crônica, mesmo nas fases iniciais.
O objetivo do tratamento endoscópico no pâncreas divisum é melhorar a drenagem pela papila maior.
No tratamento endoscópico com próteses do carcinoma esofágico avançado, a complicação imediata mais grave é a perfuração do esôfago.
Nos casos de esôfago de Barrett, a vigilância endoscópica do esôfago se faz necessária devido ao risco aumentado de evolução para carcinoma de células escamosas.
As opções de tratamento endoscópico incluem a dilatação pneumática e a injeção de toxina botulínica.
Na acalasia existe falha da capacidade de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago, associado à diminuição da contratilidade do corpo esofageano, com contrações síncronas, sem peristaltismo.
A endoscopia terapêutica tem aplicação mais frequente e nítida na doença de Crohn do que na retocolite ulcerativa inespecífica.
O valor das biópsias na doença de Crohn é limitado; na retocolite ulcerativa, as biópsias podem definir não só o diagnóstico, mas também acrescentar outras informações importantes.
A evolução da doença inflamatória intestinal, assim como suas complicações, é diferente quando associada com colangite esclerosante primária.