Questões de Concurso
Para inca
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O uso de quimioterapia no tratamento das síndromes mielodisplásicas pode levar a remissão em 40% a 80% dos pacientes, mas é de curta duração.
A maior parte dos pacientes com síndrome mielodisplásica apresenta medula óssea normo ou hipercelular.
O uso da lenalinomida pode induzir a supressão do clone anormal em alguns pacientes com síndrome mielodisplásica com deleção isolada do braço longo do cromossomo 5 (5q), mas esse fenômeno não tem correlação com a redução da necessidade de transfusão de glóbulos vermelhos.
Segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um indivíduo que apresente leucopenia com ausência de blastos no sangue periférico, displasia em menos de 10% da linhagem granulocítica e 2% de blastos ao mielograma, e deleção do cromossomo 5 no cariótipo da medula óssea deve ser diagnosticado como portador de síndrome mielodisplásica – inclassificável.
As complicações das bronquiectasias podem incluir hemoptise, cor pulmonale e abscessos secundários à distância.
Em presença de infecção pleuropulmonar por germe anaeróbio, a drenagem com colocação de tubo por toracotomia só está indicada quando não há melhora radiológica do quadro.
O diagnóstico de proteinose alveolar é baseado na demonstração de achados característicos no lavado broncoalveolar em pacientes com quadro clínico sugestivo.
Provas de função pulmonar, tomografia computadorizada do tórax até glândula adrenal, radiograma do tórax, confirmação anatomopatológica da malignidade, hemograma e bioquímica sanguínea, incluindo eletrólitos, fosfatase alcalina, albumina, creatinina e enzimas hepáticas, são exames necessários para o estadiamento do paciente com câncer pulmonar.
Em trabalhadores que lidam com asbesto, o tabagismo aumenta o risco para carcinoma broncogênico e mesotelioma e agrava a asbestose.
As síndromes paraneoplásicas, que podem ocorrer em 10% a 30% dos pacientes com câncer pulmonar, não são completamente entendidas.
O termo nódulo pulmonar solitário geralmente refere-se a uma lesão arredondada, isolada, com menos de 3 cm, circundada por parênquima pulmonar normal, sem associação com atelectasia ou adenopatia.
Até 30% dos casos de tumores carcinoides bronquiais costumam apresentar-se com síndrome carcinoide, que se caracteriza por diarreia, sibilância, hipotensão e flushing.
Os sintomas mais comuns dos tumores carcinoides bronquiais são hemoptise, tosse, sibilos localizados e pneumonia recorrente.
Um paciente que apresente espirometria com teste de broncodilatadores normais terá o diagnóstico de asma brônquica afastado.
Em paciente que apresenta gasometria arterial normal em repouso, a medida da gasometria arterial durante o exercício pode ajudar no diagnóstico de suspeita de doença intersticial.
Deve-se considerar presença de hiperinsuflação pulmonar apenas quando o volume residual se apresenta maior que 80% do previsto.
A pneumonia adquirida em hospital, que ocorre com frequência em pacientes que requerem tratamento intensivo ou ventilação mecânica, é definida como pneumonia que se desenvolve após 48 h de internação ou intubação e sem qualquer relação com os germes colonizadores da faringe.
Um paciente que se apresente para investigação diagnóstica de quadro infeccioso pulmonar e que mostre no radiograma do tórax infiltrado em zona dependente pulmonar, com área de cavitação, apresenta infecção por anaeróbios.
Para o diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade, é essencial a presença de sintomas e sinais de infecção pulmonar aguda e infiltrado parenquimatoso no radiograma do tórax.
Os pacientes que iniciam quadro de tosse após infecção do trato respiratório superior habitualmente não respondem ao tratamento com anti-histamínicos nem para asma, independentemente de apresentarem quadro de broncoespasmo.