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O número de Abrams-Griffiths é calculado pela fórmula [pressão detrusora no fluxo máximo – (2 × fluxo máximo)]; se o número resultante for maior do que 40, o paciente será considerado não obstruído.
A obstrução infravesical em mulheres deve ser diagnosticada pela associação de dados clínicos, radiológicos, endoscópicos e urodinâmicos, ocorrendo sempre baixo fluxo e elevada pressão detrusora.
A avaliação de obstrução infravesical pode ser realizada pela urofluxometria livre, urodinâmica não invasiva e estimativa do peso do detrusor por ultrassonografia.
A capacidade cistométrica máxima em adultos varia entre 300 mL e 600 mL; nas crianças, utiliza-se a fórmula (idade + 2) × 30.
Os padrões de curva da urofluxometria sugerem patologias urinárias. Curva em cauda sugere obstrução infravesical, curva intermitente sugere hipocontratilidade detrusora, curva em platô sugere estreitamento uretral.
Presença de válvulas cardíacas ou próteses ortopédicas, insuficiência renal, uso prévio de sonda vesical de demora, imunossupressão clínica ou medicamentosa são indicações absolutas para o uso de antibioticoprofilaxia em estudos urodinâmicos.
20% das células da adeno-hipófise são secretantes de ACTH.
Os tumores produtores de GH são, em sua maioria, histologicamente benignos, tendo, como os demais adenomas hipofisários, origem policlonal.
O significado da maioria das alterações moleculares encontradas nos adenomas não funcionantes estariam, provavelmente, relacionadas a fenômenos secundários no processo de tumoregênese hipofisária, e não a eventos verdadeiramente patogênicos.
A diferenciação entre adenomas gonadotróficos e adenomas de células nulas verdadeiras pode ser feita pela pesquisa de SF-1, um fator de transcrição gonadotrófico específico facilmente identificável à imunoistoquímica
À patologia convencional, a maioria dos adenomas não funcionantes são secretores do tipo cromófobo, contudo, à microscopia eletrônica, e imunoistoquímica, apresentam grânulos secretórios com conteúdo hormonal variado.
Os adenomas hipofisários clinicamente não funcionantes são assim denominados por não apresentarem produção de secreção hormonal.
Pacientes acromegálicos com recidiva tumoral apresentam níveis significativamente elevados de mRNA do receptor de EGF, quando comparado com pacientes sem recidiva tumoral.
Um aumento na expressão do fator de crescimento epitelial (EGF) e seu receptor é descrita em diversos tumores hipofisários, principalmente os tumores somatotróficos, estando dessa forma o EGF relacionado à agressividade do tumor.
É consequência de hipersecreção do hormônio de crescimento (GH) por tumores hipofisários ou, em cerca de 1% dos casos, da produção excessiva de GHRH.
Constitui uma entidade nosológica frequente, com incidência anual de 60 casos por 1.000.000 e prevalência de 200 casos por 1.000.000.
O tratamento dos linfomas de SNC é, via de regra, cirúrgico, com quimioterapia ou radioterapia utilizadas como adjuvantes
À tomografia computadorizada, as lesões apresentam-se hiperatenuantes com acentuado realce pós-administração de contraste. Outros achados incluem calcificações e edema perilesional.
Pacientes imunocompetentes apresentam, via de regra, lesões únicas com predomínio em substância branca e extensão para corpo caloso e núcleos da base, em contrapartida a pacientes imunocomprometidos, que apresentam lesões múltiplas e esparsas.
Podem acometer pacientes imunocompetentes, apresentando predominância no sexo feminino e acometimento por volta da sexta década de vida, enquanto pacientes imunocomprometidos costumam ser acometidos em idades mais jovens, especialmente em pacientes HIV positivos.