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Dor de tipo radicular, que piora com o repouso, principalmente no período noturno, e melhora quando o paciente assume a posição ortostática, fraqueza muscular dos membros inferiores, parestesias ou anestesia ascendente nas pernas, ataxia e síndrome de Horner são exemplos de manifestações neurológicas associadas a essa síndrome.
Nas crianças, geralmente, o choque está associado à severa hipovolemia, e elas respondem bem a uma agressiva ressuscitação fluídica.
Na síndrome de Claude-Bernard-Horner, observa-se anisocoria à custa de miose ipsilateral à lesão simpática (em qualquer nível — desde o hipotálamo até a medula cervical baixa), com reflexo fotomotor preservado.
Nos casos de choque séptico pediátrico, a paralisia vasomotora é a principal causa de morte. Nesses casos, há também, disfunção miocárdica, manifestada pela diminuição da fração de ejeção, mas o débito cardíaco é mantido pelo aumento da frequência cardíaca e pela dilatação ventricular.
Pupilas levemente dilatadas (5 mm a 6 mm de diâmetro) com reflexo fotomotor ausente, que se dilatam com o reflexo cilioespinhal, são características de lesão no bulbo.
A incidência de choque séptico vem decrescendo a cada ano graças ao desenvolvimento de tecnologias e medicações que possibilitam tratamento mais eficiente do paciente.
Pupilas com diâmetro de 4 mm a 5 mm e com reflexo fotomotor comprometido — médias e fixas — são típicas de lesão na ponte.
O tratamento das crianças em parada cardíaca sem pulso, com atividade elétrica sem pulso, deve ser realizado com manobras de RCP, administração de epinefrina e tratamento da possível causa da parada.
Pupilas mióticas com reflexo fotomotor preservado podem ser observadas na disfunção diencefálica bilateral e na encefalopatia metabólica.
Em criança de 6 anos de idade, em parada cardiorespiratória (PCR), atendida fora do ambiente hospitalar, ao se constatar que o ritmo é de taquicardia ventricular (sem pulso), deve-se usar o desfibrilador externo automático para análise de ritmo e choque, utilizando-se pás e sistemas pediátricos.
O tratamento básico de primeira escolha para essa síndrome é a amputação cirúrgica do(s) pododáctilo(s) acometido(s).
Nos casos de assistolia, deve-se usar a epinefrina por via endovenosa quando não se consegue retorno cardíaco espontâneo após 5 ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
Como essa síndrome não se caracteriza por nenhuma alteração histopatológica, o diagnóstico é considerado de exclusão, unicamente baseado nos dados clínicos.
Após análise do ritmo, se for constatada assistolia, deve-se, imediatamente, aplicar choque com carga de 2 J/kg e, em seguida, iniciar compressões torácicas.
O acometimento da função renal em associação a essa condição clínica é muito raro.
Uma das causas dessa síndrome é o deslocamento de êmbolos originados em placas ateroscleróticas (êmbolos ateromatosos ou de cristais de colesterol) localizadas na aorta ou membros inferiores, levando à oclusão de pequenos vasos arteriais dos pés.
Essa síndrome caracteriza-se pelo surgimento súbito de dor e cianose dos pododáctilos – que, às vezes, se associa a áreas de petéquias –, cianose da planta do pé e livedo reticularis com presença de pulsos arteriais presentes e amplos e pé quente
Hidratação intravenosa agressiva associada a controle da hiperuricemia (alopurinol), iniciados dois dias antes do tratamento quimioterápico, são medidas recomendadas para prevenção do desenvolvimento da SLT em pacientes com risco intermediário ou alto.
É possível diagnosticar SLT em paciente de 32 anos de idade, com neoplasia linfoproliferativa, que, 7 dias após o início de tratamento quimioterápico, apresente convulsões tônico-clônicas generalizadas, elevação no nível sérico de creatinina (2 vezes o valor normal máximo) e as seguintes alterações nos exames laboratoriais:
elemento nível sérico ácido úrico 12 mg/dL potássio 6,5 mEq/L fósforo 5 mg/dL cálcio 5,5 mg/dL
Níveis séricos elevados de ácido úrico e de fosfato (pré- tratamento), função renal reduzida pré-existente, urina ácida e hipovolemia são reconhecidos fatores de risco associados ao desenvolvimento da SLT.