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A síndrome da disfunção múltipla de órgãos (SDMO) é caracterizada pela disfunção sequencial ou simultânea de vários órgãos e reflete as consequências mal adaptativas à síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS).
Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Nesse caso, se houvesse elevação do nível sérico de ácido úrico (acima de 2,5 vezes o limite superior da normalidade), seria possível a confirmação do diagnóstico de gota aguda.
Os inibidores da fosfodiesterase regulam o inotropismo e a vasodilatação pela prevenção da hidrólise do AMPc, melhorando a contratilidade e o relaxamento diastólico, e, por isso, podem ser aplicados como vantagem terapêutica em pacientes com choque.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Ingestão de álcool, exercício físico, trauma e ingestão excessiva de carne vermelha e peixe são condições que devem ser investigadas nesse caso, pois são fatores desencadeantes desse tipo de crise.
Para criança em choque séptico e hiperglicemia, com glicemia maior que 178 mg/dL, há indicação precisa, com base em evidências, do uso de insulina contínua para manter um controle glicêmico.
As evidências mais atuais indicam que está contraindicado o uso de medicamentos fibrinolíticos, por via intravenosa, em pacientes com diagnóstico de infarto cerebelar, devido ao aumento da mortalidade associado a essa terapêutica nesse grupo de pacientes.
Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.
A tomografia computadorizada do crânio é o exame de imagem que apresenta maior sensibilidade e especificidade para confirmar o diagnóstico de AVC cerebelar.
O tratamento com corticosteróides em TCE grave é indicado para diminuir o edema cerebral.
Em caso de hipertensão intracraniana (HIC), deve-se evitar a hipertermia a todo custo, pois a hipotermia (34 graus), por 48 horas, pode ser considerada opção terapêutica de segunda linha em casos de HIC refratária.
Os infartos cerebelares usualmente são causados por lesões nas artérias cerebrais posteriores.
A hiperventilação tem papel central no controle da hipertensão intracraniana (HIC), sendo terapia de primeira linha no tratamento do quadro, independentemente da sua causa.
Embolia de origem cardíaca e doença aterosclerótica dos grandes vasos são as causas mais comuns do AVC provocado por infarto cerebelar.
O uso profilático de anticonvulsivantes está indicado para pós-operatório de tumores supratentoriais e quando há história de convulsão anterior.
A presença do sinal de Romberg é patognomônica de infarto cerebelar.
O tratamento do hematoma subdural é clínico, e sua evolução caracteriza-se por deterioração neurológica leve.
Como o infarto cerebelar apresenta manifestações neurológicas muito características, seu diagnóstico clínico, geralmente, é rápido e acurado.
A dopamina é o vasopressor de primeira escolha para choques refratários a fluidoterapia. No caso de resistência a essa droga, recomenda-se o uso de noradrenalina e altas doses de epinefrina endovenosas contínuas.
Radioterapia e ressecção da vértebra acometida (corpectomia) isoladas ou em associação são exemplos de opções para o tratamento dessa emergência.
A heparina de baixo peso molecular difere da heparina não fracionada por apresentar maior atividade contra o fator Xa.