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Durante o tratamento da dor, é fundamental o acompanhamento e a anotação da evolução do quadro doloroso, o que permite o ajuste de doses e a agregação de fármacos adjuvantes.
As lesões desencadeadas por tumores, também chamadas lesões vegetantes malignas, não apresentam dor.
A administração endovenosa da dipirona, para o tratamento da dor ou da febre, pode induzir a hipotensão.
Após a injeção de morfina, pode ocorrer prurido no local.
A hipotensão arterial é uma complicação pós-operatória que pode ter como causa a dor.
A hemorragia, caracterizada pela perda de sangue grave e rápida, hipotensão e retenção urinária, é uma complicação pós-operatória observável.
A ação de enfermagem na presença de evisceração no pós- operatório deverá ser a de cobrir o local com gaze estéril umedecida.
O curativo compressivo pode ser utilizado em casos de detecção de sangramento excessivo através de um curativo primário.
A avaliação dos sinais vitais, das condições da ferida operatória e do curativo, da localização de drenos, das características das drenagens e da presença de sonda vesical e do volume de urina favorece a prevenção de complicações pós- operatórias. Essa avaliação deve ser feita quando o paciente sai do centro cirúrgico.
A inspeção e a anotação das características da pele ao redor da área de inserção de dispositivos invasivos constituem importante medida para prevenção e controle de infecções.
As precauções de contato são medidas a serem adotadas em casos de pacientes que estejam no pós-operatório e apresentem secreção purulenta na incisão cirúrgica.
Em caso de contato com sangue, fluidos corporais, secreções ou excreções utilizando-se luvas, é necessário lavar as mãos após a retirada das luvas.
Entre as medidas adotadas para o controle de infecção hospitalar está o uso de equipamentos de proteção individual
Na presença de sujidades aparentes, o álcool em gel, utilizado na higienização das mãos, substitui a higiene das mãos com água e sabão.
Consideram-se medidas para prevenção da infecção relacionadas ao circuito de drenagem: lavar as mãos antes e depois da manipulação do dreno, manter o curativo do óstio do dreno limpo, protegendo-o durante o banho de aspersão.
Um dos cuidados no pós-operatório é o aquecimento do paciente a fim de evitar a hipotermia, um dos efeitos esperados em pacientes que se submeteram a agentes anestésicos sistêmicos e ao resfriamento da sala cirúrgica.
No pós-operatório imediato, como o paciente se encontra sob os efeitos da anestesia, não devem ser administrados analgésicos de horário, somente se necessário.
O período pós-operatório imediato refere-se às primeiras 48 horas após a cirurgia.
Ao se realizar o banho de aspersão em um paciente em pós- operatório de laringectomia, deve-se ocluir o orifício da traqueostomia com fita adesiva para evitar a entrada de água.
No pós-operatório, a fim de evitar a formação de trombos, o pessoal de enfermagem deve orientar o paciente a manter as pernas descruzadas e mudá-las frequentemente de posição.