Questões de Concurso
Para inca
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A ventilação mecânica não invasiva tem como desvantagem maior lentidão na correção das alterações de gasometria, apesar de garantir a administração de volume corrente constante.
A ventilação mecânica não invasiva tem por objetivo aumentar a ventilação pulmonar, o que diminui o trabalho respiratório e tem como vantagens menor custo, maior conforto para o paciente e menor risco de pneumonia.
Em pacientes com ileostomia em pós-operatório, a região periostomal deve ser limpa com água e sabão neutro para que fique protegida contra enzimas e bactérias, sendo desnecessário o balanço hídrico e fecal.
É indicada a mudança de decúbito a cada 1 ou 2 horas para pacientes em estado crítico que apresentam pressão de fechamento capilar baixa, cujo sinal inicial é a anóxia tecidual.
O desenvolvimento de úlcera de pressão está diretamente relacionado com a duração da imobilidade do paciente. Com a pressão contínua, ocorre a trombose dos pequenos vasos e a necrose tecidual, resultando em uma úlcera de pressão.
O controle hídrico-eletrolítico consiste em monitorar todo volume líquido recebido pelo paciente por via oral e parenteral e o volume eliminado através das vias urinárias, do trato gastrointestinal, dos drenos, das sondas e fístulas; podendo o balanço hídrico ser parcial ou de 24 horas.
A pressão venosa central (PVC) é a pressão dentro do átrio esquerdo; ela serve como guia para a reposição hídrica e tem valores normais de 4 m
a 10 cm
. A correção da hipovolemia visa manter a oferta de oxigênio aos tecidos, sobretudo pelo aumento do débito cardíaco e da pressão arterial.
Todas as drogas vasoativas devem ser infundidas em bombas de infusão precisas, com monitoramento dos sinais vitais e parâmetros a cada duas horas e controle do débito urinário.
O nitroprussiato de sódio, que é um vasodilatador fotossensível, com ação direta sobre a musculatura lisa vascular, deve ser diluído apenas em solução glicosada a 5%, a qual deve ser trocada a cada 6 horas.
A dobutamina, amina simpatomimética, é indicada em condições de baixo débito cardíaco com volemia normal ou aumentada. Essa droga deve ser diluida em solução glicosada a 5% ou solução fisiológica a 0,9%, e seu uso monitorizado devido ao risco de taquicardia.
Essas drogas são utilizadas com a finalidade principal de manter a homeostase orgânica e tissular em diversas condições clínicas, evitando a disfunção de múltiplos órgãos.
Apenas solução de cloreto de sódio a 0,9% pode ser infundida na mesma via de infusão de hemocomponentes.
O tempo de infusão de uma bolsa de sangue não deve exceder 2 horas.
Toda e qualquer intercorrência que ocorra durante e após a transfusão sanguínea é considerada reação transfusional.
Caso o paciente evolua com fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular, deve-se iniciar o uso de antiarrítmicos, como a amiodarona, que é o medicamento mais eficaz, e, nesse momento, deve-se suspender a epinefrina.
Normalmente, a primeira medicação a ser utilizada em qualquer modalidade de parada cardiorrespiratória é a epinefrina na dose de 1 mg a cada 5 minutos em bólus EV, seguida de 20 mL de solução fisiológica, no limite máximo de 10 ampolas.
As diretrizes internacionais de ressuscitação recomendam que se mantenha uma relação de 30 compressões para 2 ventilações de um segundo cada, interrompendo-se as compressões nesse momento.
Quando houver suspeita de trauma de coluna cervical, deve-se, para abrir a via aérea, manter a cabeça e o pescoço do paciente alinhados. Caso não se consiga abrir a via aérea, deve-se optar pela inclinação de sua cabeça e elevação da mandíbula, pois em situação de parada cardiorrespiratória, a ventilação tem prioridade.
Em nenhuma circunstância, o socorrista deve abandonar o paciente em parada cardiorrespiratória para providenciar ajuda ou desfibrilador.