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Tempo-padrão é o tempo necessário para se executar determinada tarefa ou operação específica, independentemente da qualificação do executor e do treinamento por ele recebido.
Uma das formas de se calcular o fator de avaliação, que é utilizado no cálculo do tempo-padrão, é considerar fatores como habilidade e condições físicas do operador, consistência nos movimentos, condições do ambiente, máquinas e ferramentas e esforço durante a operação.
Para o cálculo do tempo-padrão necessita-se do tempo selecionado, que é obtido por meio da cronometragem. A estimativa do número de observações que devem ser realizadas na cronometragem pode ser calculada de várias formas, as quais incluem o método simplificado, que utiliza medidas da média e da amplitude da amostra.
O controle da capacidade de mão de obra depende do grau de detalhamento do apontamento da produção, que, embora seja uma atividade que não agrega valor diretamente ao produto, deve ser bem avaliada e controlada de forma centralizada por meio do sistema.
Com base nos dados obtidos pelo MRP I sobre o que, quanto e quando produzir, o MRP II promove o cálculo da necessidade de mão de obra e identifica se a empresa terá um estouro de capacidade e, ante essa possibilidade, estabelece ações para se solucionar o problema (horas extras, turnos adicionais, subcontratações etc.).
O MRP II calcula a quantidade necessária de mão de obra e de equipamentos para se produzir determinada quantidade de produto.
A identificação de atrasos no lead time de produção tem impacto pouco significativo sobre o controle da capacidade de mão de obra.
Uma forma utilizada para se ajustar a capacidade é variar o número de horas produtivas trabalhadas pelos empregados com horas extras.
A subcontratação é uma estratégia que pode ser utilizada pela empresa para ajustar a capacidade. O atendimento aos níveis de qualidade deve ficar totalmente vinculado à empresa contratada, de modo que a empresa contratante fique isenta de qualquer problema de qualidade que ocorra no processo.
A capacidade pode ser ajustada mediante contratação de pessoal em tempo parcial, a fim de promover alocação de pessoas para trabalhar em turnos após o expediente normal de trabalho.
Contratar pessoal extra durante os períodos de alta demanda, dispensando-o quando a demanda reduzir-se, é uma estratégia para ajustar a capacidade, mesmo que isso incorra em custos mais altos para a empresa.
A emergência de temas econômicos durante os anos 90 do século passado reforçou a importância e as atribuições originais das instituições de Bretton Woods, como o Fundo Monetário Internacional, o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento e o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio.
Em razão das crescentes limitações em lidar com processos de natureza transnacional, os Estados nacionais, em geral, têm transferido competências para organismos internacionais, o que reforça as tendências de relativização das soberanias e de valorização de arranjos supranacionais instauradas desde o fim da Guerra Fria sob inspiração da experiência europeia.
A ênfase na construção de mecanismos de governança, que congregam indivíduos, instituições públicas e privadas em diferentes níveis (local, nacional, regional e global), tem adquirido crescente relevância nas estratégias de governos e organismos internacionais para o tratamento de questões políticas e econômicas da agenda global contemporânea.
O fortalecimento do regionalismo nos anos 90 do século passado representou esforço de resposta imediata e efetiva aos desafios suscitados pelo processo de globalização e se contrapôs à tendência de fortalecimento dos organismos multilaterais de composição e alcance global observada durante o período da Guerra Fria.
O desenvolvimento de um mercado global de biocombustíveis tem recebido particular atenção na ação internacional do Brasil por permitir conciliar o interesse no aproveitamento de potencialidades econômicas no setor agroindustrial e da agricultura familiar com a necessidade de diversificação da matriz energética em favor da redução das emissões de gases de efeito estufa.
No que diz respeito à sustentabilidade nas cidades brasileiras, há um desafio prioritário: a redução das emissões de gases poluentes associadas à atividade industrial e ao crescimento da frota automotiva.
O expressivo aumento dos recursos dedicados aos programas de transferência direta de renda permitiu manter elevado o nível de consumo interno, compensando-se, assim, a perda de renda causada pela queda na geração de empregos formais, o que foi fundamental para a superação dos impactos da crise financeira internacional no mercado doméstico nos últimos anos.
O Brasil experimenta, a partir de 2005, expansão da renda nacional per capita aliada à gradual melhora do padrão de distribuição de renda, o que resulta no declínio da pobreza e em maior mobilidade social.
Apesar do impacto da crise financeira internacional deflagrada em 2008, a economia brasileira sofreu pequena retração em 2009, seguida de forte expansão no ano de 2010, desempenho melhor que o obtido pelas economias de países desenvolvidos no mesmo período.