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As características de volume e variação de uma operação vão reduzir a uma ou duas opções os tipos de arranjo físico que poderão ser adotados.
Com volumes maiores e variedade menor, o fluxo dos recursos transformados torna-se uma questão mais importante, que deve ser objeto de decisão referente a arranjo físico.
Mediante o controle das entradas e saídas de fluxo, é possível manter sob controle as quantidades de estoques em processo nos centros de trabalho.
O gráfico de Gantt é uma ferramenta de controle de operações que permite controlar as entradas e saídas de materiais de cada centro de trabalho.
Para controlar a produção é preciso dispor de um sistema de informações que relate periodicamente sobre o material em processo acumulado nos diversos centros, o estado atual de cada ordem de produção, as quantidades produzidas de cada produto e como está a utilização dos equipamentos.
As decisões tomadas para planejar e controlar uma operação produtiva independem tanto da natureza da demanda quanto da natureza do fornecimento.
O equilíbrio entre as atividades de planejamento e de controle da produção é um aspecto sujeito a várias mudanças ao longo do tempo.
Um processo de back office deve ser analisado em relação a sua complexidade e variação, seu alto nível de contato com o cliente e seu fluxo de trabalho.
Em caso de existência de hiato entre prioridades competitivas e capacidades competitivas, é indicado buscar decisões de melhoria de processos.
Tanto a ergonomia física quanto a ergonomia cognitiva podem levar à otimização de um processo fabril.
A otimização de processos deve ser iniciada pelas principais etapas de cada um dos seus subprocessos.
As intervenções para o alcance da eficácia de um processo devem considerar a estrutura do processo, o envolvimento do cliente nesse processo, a flexibilidade de recursos e a intensidade de capital.
Baixo volume de produção implica custo unitário alto.
A análise do ponto de equilíbrio baseia-se no fato de que todos os custos relacionados à produção são divididos em duas grandes categorias: custos fixos e custos variáveis.
Quanto menor for a frequência de contato com os consumidores, menor será o custo de produção.
Visto que custos e receitas são relações lineares, a quantidade de equilíbrio é o ponto de interseção entre a linha da renda total e a linha do custo total.
Os custos de avaliação estão relacionados com a inspeção de problemas, falhas e erros, tais como treinamento para a qualidade e manutenção preventiva.
O modelo tradicional dos custos da qualidade assume que os custos da qualidade são conhecidos e mensuráveis, mas os custos das falhas são bastante subestimados por serem difíceis de serem quantificados.
Os custos de falhas internas se referem aos erros detectados pelo cliente, tais como comprometimento da imagem da empresa e tempo de produção perdido em razão de erros.
Os custos de falhas externas se referem aos erros detectados no momento em que os produtos são expedidos para o cliente, tais como retrabalho de produtos, refugo de matéria-prima e produtos e custos de garantia.