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Q928519 Arquitetura
    Em 1937, os intelectuais modernistas, baseados em certas concepções de arte, história, tradição e nação, criaram o conceito de patrimônio que se tornou hegemônico no Brasil por meio do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). A escrita da história era pressuposto da atividade de preservação do patrimônio cultural no Brasil, por isso foi preservado aquilo que seria fonte da história ou prova documental da articulação identitária nacional. A arquitetura colonial e barroca era testemunho de épocas pregressas, às quais se articulavam os conceitos e preceitos de constituição nacional. Ela era fonte de produção de conhecimento, institucionalizada nas práticas de preservação no Brasil e nos primeiros momentos de escrita da história da arquitetura. Lançou-se mão do tombamento como recurso de afirmação da arquitetura, defendida como garantia da materialidade e prova de originalidade não só às gerações futuras, mas às ameaças do presente. Os tombamentos eram a prova final da vitória. No caso dos arquitetos “modernos da repartição”, fundadores das práticas de preservação no Brasil, a relação entre materialidade e escrita da história esteve lado a lado das justificativas por proteções legais dos bens selecionados. A história da arquitetura era operacionalizada também por meio das fontes (no caso bens culturais) disponibilizados às gerações futuras.

Flávia Nascimento. Patrimônio cultural e escrita da história: a hipótese do documento na prática do Iphan nos anos 1980. In: Anais do Museu Paulista, 2016 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto precedente, julgue os itens a seguir, acerca da história da preservação patrimonial cultural no Brasil.


A preservação do patrimônio pelo tombamento não garante proteção material dos bens arquitetônicos selecionados.

Alternativas
Q928518 Arquitetura
    Em 1937, os intelectuais modernistas, baseados em certas concepções de arte, história, tradição e nação, criaram o conceito de patrimônio que se tornou hegemônico no Brasil por meio do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). A escrita da história era pressuposto da atividade de preservação do patrimônio cultural no Brasil, por isso foi preservado aquilo que seria fonte da história ou prova documental da articulação identitária nacional. A arquitetura colonial e barroca era testemunho de épocas pregressas, às quais se articulavam os conceitos e preceitos de constituição nacional. Ela era fonte de produção de conhecimento, institucionalizada nas práticas de preservação no Brasil e nos primeiros momentos de escrita da história da arquitetura. Lançou-se mão do tombamento como recurso de afirmação da arquitetura, defendida como garantia da materialidade e prova de originalidade não só às gerações futuras, mas às ameaças do presente. Os tombamentos eram a prova final da vitória. No caso dos arquitetos “modernos da repartição”, fundadores das práticas de preservação no Brasil, a relação entre materialidade e escrita da história esteve lado a lado das justificativas por proteções legais dos bens selecionados. A história da arquitetura era operacionalizada também por meio das fontes (no caso bens culturais) disponibilizados às gerações futuras.

Flávia Nascimento. Patrimônio cultural e escrita da história: a hipótese do documento na prática do Iphan nos anos 1980. In: Anais do Museu Paulista, 2016 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto precedente, julgue os itens a seguir, acerca da história da preservação patrimonial cultural no Brasil.


O conceito de patrimônio histórico, devido à imaterialidade que o envolve, é mais amplo que o conceito de patrimônio cultural.

Alternativas
Q928517 Arquitetura
    Em 1937, os intelectuais modernistas, baseados em certas concepções de arte, história, tradição e nação, criaram o conceito de patrimônio que se tornou hegemônico no Brasil por meio do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). A escrita da história era pressuposto da atividade de preservação do patrimônio cultural no Brasil, por isso foi preservado aquilo que seria fonte da história ou prova documental da articulação identitária nacional. A arquitetura colonial e barroca era testemunho de épocas pregressas, às quais se articulavam os conceitos e preceitos de constituição nacional. Ela era fonte de produção de conhecimento, institucionalizada nas práticas de preservação no Brasil e nos primeiros momentos de escrita da história da arquitetura. Lançou-se mão do tombamento como recurso de afirmação da arquitetura, defendida como garantia da materialidade e prova de originalidade não só às gerações futuras, mas às ameaças do presente. Os tombamentos eram a prova final da vitória. No caso dos arquitetos “modernos da repartição”, fundadores das práticas de preservação no Brasil, a relação entre materialidade e escrita da história esteve lado a lado das justificativas por proteções legais dos bens selecionados. A história da arquitetura era operacionalizada também por meio das fontes (no caso bens culturais) disponibilizados às gerações futuras.

Flávia Nascimento. Patrimônio cultural e escrita da história: a hipótese do documento na prática do Iphan nos anos 1980. In: Anais do Museu Paulista, 2016 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto precedente, julgue os itens a seguir, acerca da história da preservação patrimonial cultural no Brasil.


A preservação de bens patrimoniais que envolvem a vida da sociedade em determinada época associa-se ao entendimento de que a ação cotidiana no tempo é indissociável das relações socioculturais acontecidas no espaço.

Alternativas
Q928516 Arquitetura
    Em 1937, os intelectuais modernistas, baseados em certas concepções de arte, história, tradição e nação, criaram o conceito de patrimônio que se tornou hegemônico no Brasil por meio do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). A escrita da história era pressuposto da atividade de preservação do patrimônio cultural no Brasil, por isso foi preservado aquilo que seria fonte da história ou prova documental da articulação identitária nacional. A arquitetura colonial e barroca era testemunho de épocas pregressas, às quais se articulavam os conceitos e preceitos de constituição nacional. Ela era fonte de produção de conhecimento, institucionalizada nas práticas de preservação no Brasil e nos primeiros momentos de escrita da história da arquitetura. Lançou-se mão do tombamento como recurso de afirmação da arquitetura, defendida como garantia da materialidade e prova de originalidade não só às gerações futuras, mas às ameaças do presente. Os tombamentos eram a prova final da vitória. No caso dos arquitetos “modernos da repartição”, fundadores das práticas de preservação no Brasil, a relação entre materialidade e escrita da história esteve lado a lado das justificativas por proteções legais dos bens selecionados. A história da arquitetura era operacionalizada também por meio das fontes (no caso bens culturais) disponibilizados às gerações futuras.

Flávia Nascimento. Patrimônio cultural e escrita da história: a hipótese do documento na prática do Iphan nos anos 1980. In: Anais do Museu Paulista, 2016 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto precedente, julgue os itens a seguir, acerca da história da preservação patrimonial cultural no Brasil.


O patrimônio cultural faz parte de uma temporalidade histórica de determinado grupo, ou seja, liga-se ao passado, logo está dissociado da identidade social contemporânea desse grupo.

Alternativas
Q928515 Arquitetura
    Em 1937, os intelectuais modernistas, baseados em certas concepções de arte, história, tradição e nação, criaram o conceito de patrimônio que se tornou hegemônico no Brasil por meio do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). A escrita da história era pressuposto da atividade de preservação do patrimônio cultural no Brasil, por isso foi preservado aquilo que seria fonte da história ou prova documental da articulação identitária nacional. A arquitetura colonial e barroca era testemunho de épocas pregressas, às quais se articulavam os conceitos e preceitos de constituição nacional. Ela era fonte de produção de conhecimento, institucionalizada nas práticas de preservação no Brasil e nos primeiros momentos de escrita da história da arquitetura. Lançou-se mão do tombamento como recurso de afirmação da arquitetura, defendida como garantia da materialidade e prova de originalidade não só às gerações futuras, mas às ameaças do presente. Os tombamentos eram a prova final da vitória. No caso dos arquitetos “modernos da repartição”, fundadores das práticas de preservação no Brasil, a relação entre materialidade e escrita da história esteve lado a lado das justificativas por proteções legais dos bens selecionados. A história da arquitetura era operacionalizada também por meio das fontes (no caso bens culturais) disponibilizados às gerações futuras.

Flávia Nascimento. Patrimônio cultural e escrita da história: a hipótese do documento na prática do Iphan nos anos 1980. In: Anais do Museu Paulista, 2016 (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas no texto precedente, julgue os itens a seguir, acerca da história da preservação patrimonial cultural no Brasil.
O momento de consolidação do conceito de patrimônio no Brasil ocorreu no Estado Novo, e o SPHAN, como órgão oficial, certificou o destaque dado à arquitetura colonial e barroca.
Alternativas
Q928514 Biblioteconomia

Julgue o seguinte item, a respeito de softwares para gestão de bibliotecas digitais e agregadores de conteúdo.


O Repox é um software livre que permite coletar conteúdo de diferentes provedores de dados a partir dos protocolos OAI-PMH e Z39.50.

Alternativas
Q928513 Biblioteconomia

Julgue o seguinte item, a respeito de softwares para gestão de bibliotecas digitais e agregadores de conteúdo.


O VuFind é um sistema de busca distribuído, que opera a partir do protocolo OAI PMH e baseia-se na coleta automática de metadados em diversos repositórios digitais.

Alternativas
Q928512 Biblioteconomia

Julgue o seguinte item, a respeito de softwares para gestão de bibliotecas digitais e agregadores de conteúdo.


Bibliotecas digitais criadas com o software DSpace podem ofertar serviço de notificação aos usuários a partir de seus perfis de interesse.

Alternativas
Q928511 Biblioteconomia

Julgue o seguinte item, a respeito de softwares para gestão de bibliotecas digitais e agregadores de conteúdo.


Apenas arquivos de texto podem ser armazenados e disponibilizados em bibliotecas digitais criadas com o software DSpace.

Alternativas
Q928510 Biblioteconomia
Julgue o seguinte item, a respeito de softwares para gestão de bibliotecas digitais e agregadores de conteúdo.
O DSpace é um software proprietário destinado a construção e gerenciamento de bibliotecas digitais no contexto das iniciativas de acesso aberto.
Alternativas
Q928509 Biblioteconomia

Considerando os aspectos conceituais e processuais da biblioteca digital, julgue o item subsequente.


O protocolo Z39.50 é um sistema de preservação de registros em bibliotecas digitais de acesso aberto.
Alternativas
Q928508 Biblioteconomia

Considerando os aspectos conceituais e processuais da biblioteca digital, julgue o item subsequente.


Os repositórios digitais de acesso aberto regulam o acesso aos conteúdos que disponibilizam por meio de licenças livres, tais como as licenças creative commons.

Alternativas
Q928507 Biblioteconomia

Considerando os aspectos conceituais e processuais da biblioteca digital, julgue o item subsequente.


Os repositórios digitais de acesso aberto devem ser interoperáveis e disponibilizar arquivos abertos.

Alternativas
Q928506 Biblioteconomia
Considerando os aspectos conceituais e processuais da biblioteca digital, julgue o item subsequente.
Bibliotecas digitais são bases de dados referenciais.
Alternativas
Q928505 Biblioteconomia
Considerando os aspectos conceituais e processuais da biblioteca digital, julgue o item subsequente.
Catálogos online são exemplos de bases de dados de fontes, pois apresentam apenas as informações referenciais dos registros do acervo.
Alternativas
Q928504 Biblioteconomia

A respeito da preservação de coleções digitais, julgue o próximo item.


O modelo de referência OAIS (Open Archival Information System Reference Model) é o sistema brasileiro de gestão da propriedade intelectual para a promoção da preservação digital.

Alternativas
Q928503 Biblioteconomia

A respeito da preservação de coleções digitais, julgue o próximo item.


Os metadados de preservação digital de longo prazo devem conter informações relativas a estratégias de preservação adotadas, direitos de propriedade intelectual e elementos que garantam a autenticidade do recurso digital.

Alternativas
Q928502 Biblioteconomia

A utilização de tecnologias da informação nos processos técnicos e serviços ofertados pela biblioteca com vistas a sua automação permite ampliar a disponibilização da informação. Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.


Para planejar a automação de uma biblioteca, é necessário conhecer as rotinas relacionadas aos processos técnicos e aos serviços ofertados pela biblioteca e que serão impactados com a mudança.
Alternativas
Q928501 Biblioteconomia

A utilização de tecnologias da informação nos processos técnicos e serviços ofertados pela biblioteca com vistas a sua automação permite ampliar a disponibilização da informação. Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.


O Koha é um software proprietário que permite a automação integrada e a gestão de acervos de bibliotecas e centros de documentação.

Alternativas
Q928500 Biblioteconomia

A utilização de tecnologias da informação nos processos técnicos e serviços ofertados pela biblioteca com vistas a sua automação permite ampliar a disponibilização da informação. Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.


A importação de dados e a gestão da lista de novas aquisições em meio digital constituem processos de automação da representação descritiva dos registros da biblioteca.

Alternativas
Respostas
1101: E
1102: E
1103: C
1104: E
1105: C
1106: C
1107: C
1108: C
1109: E
1110: E
1111: E
1112: C
1113: C
1114: E
1115: E
1116: E
1117: C
1118: C
1119: E
1120: E