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Q3351319 Direito Administrativo

Julgue o próximo item, com base no que dispõe a Lei n.º 14.133/2021. 


É inexigível a licitação nos casos de guerra, estado de defesa, estado de sítio, intervenção federal ou de grave perturbação da ordem. 

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Q3351318 Administração Geral

No que diz respeito à gestão de processos e de contratos, julgue o seguinte item. 


O diagrama de Pareto é uma ferramenta de gestão por intermédio da qual as etapas necessárias para a conclusão de uma tarefa ou processo são graficamente demonstradas. 

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Q3351317 Administração Geral

No que diz respeito à gestão de processos e de contratos, julgue o seguinte item. 


O processo secundário ou de apoio é caracterizado precipuamente pela entrega de valor direto ao cliente.

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Q3351316 Administração Geral

No que diz respeito à gestão de processos e de contratos, julgue o seguinte item. 


O ciclo PDCA é uma metodologia de gestão cuja finalidade é identificar e organizar as atividades de um processo de solução de problemas, na busca da promoção da melhoria contínua do processo mediante o desenvolvimento cíclico e eficaz de uma atividade planejada.  

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Q3351315 Direito Administrativo
Julgue o item seguinte, acerca das características básicas das organizações formais modernas e da organização administrativa. 

A distribuição de competências entre os órgãos internos sem personalidade jurídica que pertençam a uma mesma pessoa jurídica denomina-se desconcentração.
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Q3351314 Administração Geral
Julgue o item seguinte, acerca das características básicas das organizações formais modernas e da organização administrativa. 

Amplitude do controle, cadeia de comando, centralização e descentralização, departamentalização, especialização do trabalho e formalização são elementos básicos para a determinação da estrutura organizacional pelos administradores. 
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Q3351313 Direito Administrativo
Julgue o item seguinte, acerca das características básicas das organizações formais modernas e da organização administrativa. 

Denomina-se descentralização a transferência da execução de uma atividade estatal a determinada pessoa, física ou jurídica, independentemente de integrar a administração pública.
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Q3351312 Administração Geral
Julgue o item seguinte, acerca das características básicas das organizações formais modernas e da organização administrativa. 

A departamentalização funcional ocorre mediante a reunião de recursos e atividades em unidades baseadas nas funções precípuas de uma organização, a fim de ampliar a eficiência interna desta.
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Q3351311 Administração Geral
Julgue o item seguinte, acerca das características básicas das organizações formais modernas e da organização administrativa. 

As estruturas organizacionais dos órgãos e das entidades da administração pública são criadas por meio de legislação, razão por que são imunes à formação de organizações informais.
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Q3351310 Direito Administrativo
Julgue o item seguinte, acerca das características básicas das organizações formais modernas e da organização administrativa. 

As entidades compreendidas na administração indireta subordinam-se ao ministério em cuja área de competência estiver enquadrada sua principal atividade.
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Q3351308 História e Geografia de Estados e Municípios

Julgue o seguinte item, relativos à realidade histórica, política, econômica e geográfica do DF. 


Para financiar a construção de Brasília, foram colocadas à venda terras que eram de domínio público do DF.

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Q3351280 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o próximo item, referentes ao emprego dos sinais de pontuação no texto CB1A1.


No terceiro período do primeiro parágrafo, a vírgula empregada após “sentido” sinaliza que a oração “que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional” tem função adjetiva e sentido explicativo.

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Q3351279 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o próximo item, referente ao emprego dos sinais de pontuação no texto CB1A1.


A eliminação da vírgula empregada após ‘tal monta’ (último período do segundo parágrafo) preservaria a correção e a coesão textuais.

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Q3351272 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


O trecho “e, sobretudo, a aproximação desses dois setores” (último período do texto) poderia ser reescrito, mantendo-se a correção e os sentidos do texto, da seguinte forma: que, sobretudo, aproximaram esses dois setores.

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Q3351269 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos caso se substituísse a expressão “em busca do desenvolvimento” (terceiro período do primeiro parágrafo) por visando ao desenvolvimento.

Alternativas
Q3351265 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


Os “dois setores” citados ao final do texto correspondem ao mesmo referente da expressão “as duas esferas” no primeiro período do texto: soberania estatal e políticas ambientais.

Alternativas
Q3161912 Educação Física

Julgue o seguinte item, relativo a lutas e seus aspectos socioculturais. 


O jiu-jitsu é uma prática corporal de origem oriental que, ao ter sido introduzida no Brasil, foi ressignificada culturalmente, incorporando técnicas aprimoradas por lutadores nacionais. 

Alternativas
Q3161911 Educação Física

Julgue o seguinte item, relativo a lutas e seus aspectos socioculturais. 


A capoeira é uma a manifestação da cultura corporal que se apresenta com diferentes intencionalidades e em diferentes contextos, contudo, verifica-se que uma parcela dos grupos de capoeira do Brasil está organizada e estruturada na lógica empresarial. 

Alternativas
Q3161910 Educação Física

Julgue o seguinte item, relativo a lutas e seus aspectos socioculturais. 


Huka-huka é uma prática corporal indígena de combate geralmente realizada durante o ritual quarup, no qual povos indígenas de todo o Brasil homenageiam os mortos. 

Alternativas
Q3161909 Educação Física

Julgue o seguinte item, relativo a lutas e seus aspectos socioculturais. 


O kendo é uma prática corporal de origem japonesa que foi desenvolvida pelos samurais com base em técnicas de luta com espada, por isso é categorizado como uma luta de longa distância. 

Alternativas
Respostas
181: E
182: E
183: E
184: C
185: C
186: C
187: C
188: C
189: E
190: E
191: C
192: E
193: C
194: E
195: C
196: E
197: C
198: C
199: E
200: C