Questões de Concurso
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O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
O discurso não nasce da vontade repentina de um
enunciador, mas, como já dissemos, de um trabalho sobre outros
discursos que ele repete ou modifica. Essa repetição/modificação
não é necessariamente consciente nem imediata e se dá mediante
dois aspectos: o pré-construído e o intradiscurso.
O termo pré-construído, introduzido por Henry, designa
uma construção anterior e exterior ao que é construído na
enunciação. É o elemento que irrompe na superfície discursiva.
Segundo Maingueneau, o termo pré-construído é empregado para
designar qualquer conteúdo admitido em uma coletividade e
interferiria, assim, com termos que designam preconceitos,
estereótipos, scripts etc. Dizendo de outro modo, designa
representações sociais consolidadas. Nessa perspectiva, pode ser
definido como um conjunto de traços no discurso de elementos
discursivos anteriores a partir dos quais o enunciador constrói o
seu discurso.
O interdiscurso é, pois, o lugar no qual se constituem os
objetos de que o sujeito enunciador se apropria para transformar
em objetos de seu discurso, fornecendo, como diz Courtine, sob
a forma de citação, recitação ou pré-construído os objetos do
discurso em que a enunciação se sustenta.
Maria do Socorro A. de O. Cavalcante. Qualidade e cidadania nas
reformas da educação brasileira: o simulacro de um discurso
modernizador. Maceió: EDUFAL, 2007 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Ideologia é aqui concebida como um processo de
produção das normas de representação, das ideias e valores que
constituem o fundamento operacional de uma prática específica,
mobilizando e conferindo um caráter ético e político a essa
prática. Nesse sentido, a ideologia não se define como um
conjunto de ideias que estaria acima do mundo, dos fatos
econômicos em especial; a ideologia se define como uma
instância do processo histórico-social de uma dada formação
social.
As formações ideológicas, pois, são expressões da
conjuntura ideológica de uma formação social; elas se põem
historicamente, de formas diferentes e em diferentes momentos
históricos, acompanhando o processo de complexação da
sociedade e com ele, também, se modificando. Assim, as
formações ideológicas dominantes em uma sociedade
correspondem ao modo de produção dominante.
Maria Virgínia B. Amaral. Discurso e relações de
trabalho. Maceió: EDUFAL, 2005 (com adaptações).
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na
relação entre os conceitos de formação discursiva e formação
ideológica, julgue os itens que se seguem.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.
Atualmente, os estudiosos da linguagem começam a
desenvolver uma série de teorias do discurso, em que se mostra
que existe uma gramática que preside à construção do texto.
Assim como ensinamos aos alunos, por exemplo, a coordenação
e a subordinação como processos de estruturação do período, é
preciso ensinar-lhes a gramática do discurso, para que eles
possam, com mais eficácia, interpretar e redigir textos.
O texto pode ser abordado de dois pontos de vista
complementares. De um lado, podem-se analisar os mecanismos
sintáticos e semânticos responsáveis pela produção de sentido; de
outro, pode-se compreender o discurso como objeto cultural,
produzido a partir de certas condicionantes históricas, em relação
dialógica com outros textos. A finalidade de analisar elementos
de uma gramática do discurso é tornar explícitos mecanismos
implícitos de estruturação e interpretação de textos.
Quem escreve ou lê com eficiência conhece esses
procedimentos de maneira mais ou menos intuitiva. Explicitá-los
contribui para que um maior número de pessoas possa, de
maneira mais rápida e eficaz, transformar-se em bons leitores.
J. L. Fiorin. Introdução. In: Elementos de análise
do discurso. São Paulo: Contexto, 2005, p.10.
A partir das informações veiculadas no texto acima e das noções
básicas da análise do discurso, julgue os itens a seguir.