Questões de Concurso
Para mec
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Para o planejamento da gestão de riscos no ministério, é recomendável a adoção inicial de uma metodologia de riscos quantitativa, em detrimento de metodologia qualitativa, tendo em vista a pouca disponibilidade de registros históricos de incidentes.
Em comunicações seguras com os cidadãos que são afetados pelas políticas públicas conduzidas pelo ministério, efetuadas predominantemente com o uso de navegadores e servidores web, devem ser adotados sistemas criptográficos assimétricos, de chave pública, mas não sistemas criptográficos simétricos, pois esses últimos exigiriam que os cidadãos tivessem prévio acesso às chaves criptográficas dos sítios do ministério, ou que o ministério tivesse acesso prévio às chaves criptográficas dos cidadãos, sendo esses acessos inviáveis na prática. Política inversa deve ser adotada internamente ao ministério, com a adoção de sistemas criptográficos simétricos.
A prescrição para banimento do uso da função MD5, em favor da adoção de SHA-1, pode ser recomendada, especialmente porque a facilidade de produção de ataques de colisão em sistemas que usam MD5 tornaria mais simples a implementação de ataques de dicionário em sistemas de armazenamento de senhas criptografadas nos bancos de dados de autenticação de usuários do ministério.
No controle de acessos, tanto físico quanto lógico, às instalações prediais e aos sistemas de computação do ministério, deve ser considerado o uso de autenticação por múltiplos fatores, pois esse é procedimento descrito na norma NBR 27001, no seu guia de implementação de vários controles, entre eles os relacionados ao objetivo Controle de Acesso à Rede.
A fim de ampliar o acesso a fontes de informação para detecção de vulnerabilidades organizacionais, a política de segurança da informação proposta deve evidenciar a importância dos resultados de testes de auditoria.
Após a apresentação do plano de segurança à administração superior do ministério, aos assessores e aos convidados por meio de chamada pública, vários debates foram realizados, e foi variado o grau de conhecimento sobre os conceitos e as características do plano, de sua elaboração e do projeto de implantação.
Após a apresentação do plano de segurança à administração superior do ministério, aos assessores e aos convidados por meio de chamada pública, vários debates foram realizados, e foi variado o grau de conhecimento sobre os conceitos e as características do plano, de sua elaboração e do projeto de implantação.
Após a apresentação do plano de segurança à administração superior do ministério, aos assessores e aos convidados por meio de chamada pública, vários debates foram realizados, e foi variado o grau de conhecimento sobre os conceitos e as características do plano, de sua elaboração e do projeto de implantação.
Não se recomenda a passagem de parâmetros para uma função caso esta seja executada em um trigger, visto que a função pode alterar a forma de funcionamento do trigger.
É possível executar uma função (function) como parte de uma instrução SELECT, porém não é possível passar como parâmetro para a função um valor de coluna retornado do SELECT.
Se uma aplicação de protocolo de documentos tiver sido construída em um banco de dados sem integridade referencial entre as tabelas e se os dados dessa aplicação forem migrados para o banco de dados relacional Oracle com as mesmas características, não será possível efetuar transações em cascata com o uso de triggers.
A fim de realizar a automatização dos procedimentos derivados das operações de DML em uma tabela no banco de dados, pode-se utilizar trigger, procedimento armazenado executado sempre que houver uma dessas operações desde que sob as condições determinadas pelo projetista do banco de dados.
Ao alterar a linguagem de programação de um sistema de folha de pagamento, recomenda-se a utilização de funções e procedures armazenadas no banco de dados para processamento da lógica de negócio a fim de facilitar a migração entre as linguagens de Server-side ou Back-end.
Situação hipotética: O gestor de um sistema solicitou a realização de auditoria nas atualizações dos registros, prevenção de transações inválidas e imposição de autorização de segurança. Assertiva: Nessa situação, se a base de dados for implementada em um banco de dados Oracle, nenhuma das demandas do gestor poderá ser atendida com o uso de trigger.
Caso seja acessada uma base de dados Oracle, devido aos requisitos de segurança, o uso de trigger permitirá o registro das conexões e desconexões, bem como da última atividade da sessão.
Considerando o modelo hipotético apresentado nessa figura, julgue o item a seguir.
Caso o computador servidor do MEC se comunique com outros servidores para atender a uma solicitação específica, o modelo cliente-servidor não poderá ser considerado como um recurso centralizado para a rede inteira. Além disso, esse modelo não permite que a base de dados seja utilizada para eliminar dados redundantes.
Considerando o modelo hipotético apresentado nessa figura, julgue o item a seguir.
No modelo apresentado, o servidor local da escola pode ser considerado cliente dos serviços oferecidos pelos equipamentos do MEC.
Considerando o modelo hipotético apresentado nessa figura, julgue o item a seguir.
O cliente escola deve ter conhecimento de como os serviços são processados, apesar de eles serem encapsulados no servidor.
Considerando o modelo hipotético apresentado nessa figura, julgue o item a seguir.
No modelo hipotético apresentado, o servidor do MEC é uma entidade passiva, ao passo que a estação cliente é uma entidade ativa.
Considerando o modelo hipotético apresentado nessa figura, julgue o item a seguir.
Caso o servidor do MEC front end execute as consultas no sistema gerenciador de banco de dados (DBMS) e retorne os resultados ao cliente, haverá divisão do processamento entre dois sistemas, o que torna complexa a programação para os analistas.