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Considere que a figura a seguir represente um trecho da parede de um vaso de pressão sob pressão interna p. Para prevenir fratura catastrófica do vaso de pressão, na eventualidade de existir uma trinca semielíptica de tamanho a, na parede interna, o critério de projeto vazar-antes-de-quebrar (leak-before-break) determina que a espessura da parede, t, deve ser tal que o tamanho crítico de trinca para a fratura, ac, seja maior que a espessura da parede, ou seja: ac > t.

Sob carregamentos cíclicos, a presença de concentradores de tensão afeta mais fortemente a resistência à fadiga de materiais dúcteis do que a de materiais frágeis.
Metais aquecidos a temperaturas acima da temperatura de recristalização apresentam um comportamento linear-elástico/perfeitamente plástico.
Materiais frágeis, tais como cerâmicas e termoplásticos, apresentam uma curva tensão-deformação na qual há, inicialmente, um comportamento perfeitamente linear-elástico seguido de um comportamento plástico com redução de dureza.
A razão entre as resistências à fadiga obtidas num ensaio S-N entre um corpo de prova sem e com entalhe de um determinado material define o fator de concentração de tensões para o entalhe.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.
que define os fluidos não newtonianos, conforme figura IV. 
Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.

Uma substância é colocada entre duas placas paralelas bem próximas e bem grandes, sendo a placa inferior fixa e a superior móvel. Aplica-se uma força tangencial F na placa superior que se movimenta com velocidade constante Vo, conforme ilustrado nas figuras I, II, III e IV. Nesse contexto e a respeito da mecânica dos fluidos, julgue o item subsecutivo.
O deslocamento virtual é imaginário e arbitrariamente imposto sobre o sistema estrutural, enquanto o trabalho realizado por forças reais durante um deslocamento virtual é chamado de trabalho virtual. A palavra virtual significa que as quantidades são imaginárias e que não existem no sentido real ou físico.
Os Esforços Internos Solicitantes (EIS), em condições de equilíbrio, são: esforço normal que tende a afastar (tração – positivo) ou aproximar (compressão – negativo) as partes do corpo na direção perpendicular à superfície de corte; o esforço cortante que tende a deslizar relativamente às partes do corpo em uma direção paralela à superfície virtual de corte; o momento fletor que tende a girar relativamente às partes do corpo em torno da direção perpendicular à superfície virtual de corte; e o momento torsor que tende a girar relativamente às partes do corpo em torno de um eixo paralelo à superfície virtual de corte.
A respeito dos sistemas mecânicos, julgue o item a seguir.
O diagrama representado na figura a seguir descreve a variação dos momentos fletores ao longo das seções transversais da estrutura (viga biapoiada) com carga concentrada. Observe-se que o diagrama é descontínuo, isto é, os resultados coincidem na seção do ponto de aplicação da carga concentrada P, que equivale ao valor máximo de momento fletor que é dado por Mmáx = +P/l.

A respeito dos sistemas mecânicos, julgue o item a seguir.
Para que o centroide coincida com o centro de massa, o entroide deve coincidir com o centro de gravidade e o objeto deve estar sob a influência de um campo gravitacional uniforme. Para que um centroide coincida com o centro de gravidade, o centroide deve ter densidade uniforme ou a distribuição de matéria através do objeto deve ter simetria.
No espaço vetorial R3, o vetor V = (7, 9, 11) = 2V1 + 3V2 em que V1 = (1, 1, 1) e V2 = (2, 3, 4).

Para unir peças com parafusos, é necessário levar em consideração quatro fatores, indicados na figura a seguir, da esquerda para direita: furo broqueado, furo roscado, parafuso inserido no furo roscado e o diâmetro do furo passante. Sendo as dimensões: A – comprimento de penetração do parafuso; B – profundidade da parte roscada e C – profundidade do furo broqueado.Para unir peças com parafusos, é necessário levar em consideração quatro fatores, indicados na figura a seguir, da esquerda para direita: furo broqueado, furo roscado, parafuso inserido no furo roscado e o diâmetro do furo passante. Sendo as dimensões: A – comprimento de penetração do parafuso; B – profundidade da parte roscada e C – profundidade do furo broqueado.
