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I – Os transtornos do humor em criança de idade pré-escolar são muito comuns.
II – O transtorno depressivo maior em crianças é diagnosticado com maior facilidade, quando é agudo e ocorre em uma criança sem sintomas psiquiátricos prévios. Frequentemente, contudo, o início é gradual.
III – Episódio depressivo maior em criança pré-púbere dificilmente se manifesta com queixas somáticas.
I – São observados atrasos no desenvolvimento da linguagem e motor em até 20% dos casos.
II – A duração do primeiro episódio não está relacionada com a gravidade do quadro que se seguirá.
III – Quadros de início precoce são caracterizados por predomínio de sintomas persecutórios e delírios sistematizados.
I – O risco de abuso infantil diminui em famílias com muitos filhos.
II – Abuso sexual de crianças refere-se somente a comportamentos sexuais entre uma criança e um adulto.
III – Os sintomas apresentados por crianças abusadas são específicos e patognomônicos.
I – O comportamento antissocial está relacionado à frequência cardíaca baixa no repouso.
II – O tratamento com psicoterapia de grupo é indicado para adolescentes com transtorno de conduta.
III – Em se tratando de diagnóstico de transtorno de hiperatividade, déficit de atenção e transtorno de conduta, o início dos sintomas é mais tardio do que nos casos sem comorbidades.
I – O Transtorno de Tourette caracteriza-se por múltiplos tiques motores e um ou mais tiques vocais.
II – Um tique é um movimento motor ou vocalização repentino, rápido, recorrente e não ritmado.
III – Um percentual pequeno de indivíduos terá sintomas persistentemente graves ou que pioram na vida adulta.
I – Tentativas prévias malsucedidas não aumentam o risco de uma nova tentativa.
II – Não é um assunto relevante nessas faixas etárias.
III – Métodos menos letais como, por exemplo, envenenamento, são mais frequentes no sexo feminino de forma geral.
I – Para saber se um sopro cardíaco é patológico, é necessário realizar exames complementares.
II – Os sopros “inocentes” podem ser verificados em quase todas as faixas etárias.
III – O eletrocardiograma é o melhor exame para diferenciação entre sopros inocentes e patológicos.
I – O TP obsessivo-compulsivo cursa com obsessões com início na infância.
II – Pacientes com TP antissocial raramente demonstram sinais de transtorno na infância e adolescência.
III – O principal critério do TP histriônico são os sintomas dissociativos e conversivos.
I – Sua adaptação social não depende de treinamento.
II – Corresponde a um quociente de inteligência de 36 a 50.
III – Seu padrão de pensamento permanece no nível das operações concretas.
I – A Síndrome de Münchhausen é um exemplo.
II – Os pacientes manifestam sintomas conversivos e/ou dissociativos por causa de um conflito inconsciente.
III – Apesar das motivações conscientes e inconscientes, os sintomas de transtorno factício raramente são falseados.
I – O uso de bloqueadores neuromusculares reduziu a incidência de complicações ortopédicas.
II – Em situações em que o paciente apresenta um pico hipertensivo grave, mas sem taquicardia, utiliza-se um betabloqueador para induzir bradiarritmia.
III – Em pacientes que apresentam crises convulsivas prolongadas, recomenda-se o uso de anestésicos que reduzem o limiar convulsivo.
I – É mais frequente em homens. II – O predomínio de sintomas psicóticos e o início insidioso são fatores de bom prognóstico. III – Entre 20 e 30% dos pacientes apresentam curso deteriorante e persistência de sintomas psicóticos.
I – Desenvolve-se nos primeiros 7 a 10 dias após o parto. II – É um quadro transitório e benigno. III – A presença de sintomas psicóticos é um fator de risco para o transtorno bipolar.
I – alopecia e micropoliadenopatia. II – gomas e formação de nódulos.
III – roséolas das regiões palmar e plantar.
I – Nos quadros de apendicite aguda clássica, a criança costuma estar muito agitada devido às cólicas de forte intensidade.
II – A presença de disúria associada a alterações de sedimento urinário permite ao pediatra afastar o diagnóstico de apendicite aguda.
III – A presença de diarreia acompanhada de puxo ou tenesmo pode ocorrer nos casos de apendicite aguda devido ao processo irritativo do peritônio.