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I – Aneurismas rotos. II – Trauma. III – Doença de Pourri.
I – Sistema de fibrinólise. II – Anticoagulantes naturais. III – Plaquetas.
I – Regula a pressão arterial diastólica. II – Assegura o fluxo retrógrado. III – Assegura o fluxo anterógrado.
I – A espirometria é essencial para confirmar o diagnóstico.
II – Em nenhum caso acomete crianças.
III – Parar de fumar aumenta a sobrevida, reduz a mortalidade, mas não retarda o progresso da doença.
I – Para o cálculo da translucência nucal, devese realizar três medidas e considerar a média destas.
II – A medida do CCN é o melhor preditor da idade gestacional e da data provável do parto.
III – A via transabidominal deve ser utilizada devido ao maior risco de aborto, relacionada com a via vaginal.
I – A onfalocele não está associada a anomalia cromossômicas.
II – Na gastrosquise, podem ser observados saco e cordão umbilical inseridos normalmente.
III – O diagnóstico de onfalocele e gastrosquise só pode ser realizado entre 20 e 24 semanas de gestação, junto com o estudo morfológico fetal.
I – Deve-se dar preferência à realização do Doppler das artérias uterinas no primeiro trimestre da gestação.
II – O índice de pulsatilidade médio das artérias uterinas no segundo trimestre acima de 0,8 é indicativo de pré-eclâmpsia.
III – A presença de incisura bilateral nas artérias uterinas, no primeiro trimestre da gestação, indica predição de pré-eclâmpsia.