Questões de Concurso
Para prefeitura de vinhedo - sp
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I – Tanto em crianças como em adultos, os exercícios seguem a ordem do desenvolvimento motor, visando a incentivar a estabilidade em cada postura.
II – É importante trabalhar a maior parte do tempo em posturas mais baixas, visando à segurança e maior estabilidade do paciente.
III - Os pacientes devem ser instruídos a não realizarem exercícios em frente ao espelho, já que isso aumenta a oscilação do corpo e o risco de quedas.
I – A avaliação da força de preensão manual do tipo palmar é frequentemente utilizada, especialmente, no âmbito fisioterápico e desportivo.
II – A força de preensão manual é entendida como indicador geral de alongamento e potência musculares, podendo ser relacionada a taxas de mortalidade.
III – Geralmente, a avaliação da força de preensão manual é utilizada como parâmetro na prática clínica, desempenhando um papel importante no controle de processos de reabilitação.
I – Avalia o nível neurológico levando em conta o segmento proximal da medula espinhal com função motora e sensitiva para depois classificar.
II – Avalia o trauma raquimedular e classifica em miótomos, que indicam a função sensorial, sendo divididos em números de 28 do lado direito e esquerdo do corpo.
III – Avalia o nível neurológico e classifica o trauma raquimedular com lesão completa e incompleta, incluindo o segmento sacral mais baixo.
I – Nos casos de lesão por queimadura, utilizam-se órteses com a finalidade de posicionamento, prevenção de deformidades e que favoreçam a manutenção de amplitude de movimento.
II – Estabilizar e imobilizar, corrigir deformidades, prevenir agravos, proteger estruturas e articulações, mobilizar e restaurar função.
III – O uso de órteses não é recomendado desde a Convenção de Sofia, em 2015.
I – A estimulação elétrica transcutânea do nervo (TENS) é indicada no controle de dor crônica, do pós-cirurgia, da dor pós-trauma, dor de origem central e/ou com marca-passo de demanda.
II – A diatermia por ondas curtas está indicada para o tratamento de pacientes com fibrosite, osteoartrite, câncer, dores na musculatura paravertebral e com doença vascular periférica.
III – São contraindicações gerais para o uso do turbilhão: posição pendente de membros em caso de quadros agudos, amplitude de movimento reduzida, febre, lesões cutâneas abertas e doença inflamatória crônica.
I – A fisioterapia voltada para a DP tem a finalidade de minimizar os problemas motores, ajudando o paciente a manter a independência para realizar as atividades de vida diária e melhorando sua qualidade de vida.
II – A DP é uma doença neurológica progressiva do sistema piramidal.
III – A DP é caracterizada por instabilidade postural, tremor de repouso, rigidez e bradicinesia.
I – Nas atividades cotidianas da gestante, deve-se orientar a não ficar muito tempo em pé e não dirigir durante todo o processo gestacional, para evitar riscos ao feto.
II – O pré-natal é um período delicado sob vários aspectos. Deve o fisioterapeuta fazer uma avaliação composta por entrevistas com a mãe e testes especiais no feto.
III – A recomendação para a gestante no tocante à dor lombar deve envolver orientações para evitar posturas viciosas e identificar se essa dor é devido à alteração progressiva do tamanho fetal no desenvolver da gestação.
I – A ligação à albumina ocorre de maneira lenta e é irreversível.
II – A taxa de ligação é determinada pela concentração e afinidade do fármaco pela proteína.
III – A ligação às proteínas afeta a biotransformação dos medicamentos, mas não interfere na eliminação renal.
I – O número de lote do produto farmacêutico deverá constar, obrigatoriamente, nas bulas e, opcionalmente, nas embalagens.
II – Os produtos que contenham duas unidades em sua embalagem (geralmente diluente e produto) deverão identificar o número de lote do produto e desprezar o número de lote do diluente, na informação na embalagem externa.
III – Todas as unidades de um produto farmacêutico que possuírem o código de barra para identificação não necessitam apresentar o número de lote.
I – Todas as fórmulas manipuladas em hospitais e farmácias devem ser registradas e previamente estabelecidas nos compêndios nacionais ou internacionais.
II – Hospitais que manipulam nutrição parenteral e quimioterapia não podem manipular germicidas e saneantes pelo alto risco de contaminação cruzada.
III – As associações em farmacotécnica são indesejadas, uma vez que podem aumentar o risco de interações medicamentosas e efeitos adversos dos medicamentos.