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Q3390707 Matemática
A tabela a seguir mostra o número de peças de roupa de cada tipo compradas por uma pessoa em uma loja e o valor unitário de blusa e calça:
Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que o valor total dessa compra foi dividido em 5 parcelas iguais de R$ 103,00, o valor de uma camiseta é
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Q3390706 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
O emprego de vírgula na frase está em conformidade com a norma-padrão em:
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Q3390705 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Mantém-se o sentido do trecho do 2o parágrafo – ... mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios... – se o termo em destaque for substituído por: 
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Q3390704 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Para Stanley Coopersmith, crianças com baixa autoestima costumam apresentar
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Q3390703 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
De acordo com o texto, o que mais leva ao desenvolvimento da autoestima nas crianças é 
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Q3390702 Português
Assinale a alternativa em que as frases da mesma matéria, reescritas, obedecem à norma-padrão de concordância verbal e/ou nominal.
Alternativas
Q3390701 Português
Leia as frases retiradas de matéria publicada em O Estado de S.Paulo e assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3390700 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque expressa ideia de inclusão.
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Q3390699 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Segundo o neurologista Eduardo J. Custódio e a SBP,
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Q3390698 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

A respeito da exposição das crianças às telas, o autor do texto afirma que
Alternativas
Q3390697 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, em 2024, em relação ao ano de 2015, a porcentagem das crianças brasileiras com celular próprio, na idade de
Alternativas
Q3390696 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


Levando-se em consideração o emprego e a colocação pronominal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços, de acordo com a norma-padrão.
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Q3390695 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


Considerando a linguagem verbal e a não verbal, é correto afirmar:
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Q2703423 Matemática

O ensino da Matemática para o estudante das escolas brasileiras é um longo complexo processo, uma vez que, o professor tem a responsabilidade de trabalhar com diferentes perfis de alunos, com diferentes realidades socioeconômicas e aprendizados pessoais. Sobre as estratégias que o professor de Matemática pode aplicar para o processo de ensino-aprendizagem em sala de aula, todas as afirmativas a seguir estão corretas, EXCETO:

Alternativas
Q2703422 Matemática

Numa definição rudimentar, as superfícies quádricas são as regiões formadas quando as cônicas se movimentam no espaço. A partir de uma equação geral do segundo grau nas três variáveis x,y e z, é possível representar essa superfície. Considere as seguintes funções quadráticas e, logo após, relacione-as com os seus respectivos grupos:


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: WolframAlpha

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Q2703421 Matemática

A Geometria Espacial é o nome usual para geometria no espaço tridimensional, em que os sólidos estão inseridos. Um sólido é limitado por um ou mais planos ou superfícies, assim como as superfícies são limitadas por uma ou mais linhas. Sobre os sólidos geométricos, é CORRETO afirmar:

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Q2703420 Matemática

Avalie a seguinte inequação


(x+4) . (3x+2) < 0


Sendo x um número real qualquer, qual o conjunto-solução para que a inequação acima seja satisfeita?

Alternativas
Q2703418 Matemática

Funções exponenciais e logarítmicas tem comportamentos gráficos por vezes confundidos e, para serem identificadas, incumbem ao estudante um bom conhecimento matemático. Considere os dois gráficos a seguir:


Gráfico 1


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Gráfico 2


Imagem associada para resolução da questão


Sobre os gráficos apresentados e sobre os conceitos de funções exponenciais e logarítmicas, é CORRETO afirmar que:

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Q2703416 Matemática

Carvalho, despachante de veículos, acabou de instalar em seu estabelecimento uma maquininha de cartão de crédito, para aumentar as formas de pagamento oferecidas aos seus clientes. Sem muito conhecido sobre o equipamento e o sistema de gestão das tarifas que controla o aparelho, já na primeira transação teve problemas. O sistema acusou que, para uma operação de valor R$ 150,00, a máquina cobraria o montante de R$ 190,00 em quatro parcelas mensais. Nessas condições, qual a taxa de juros (aproximada) que a operadora da máquina impôs na compra, considerando que ela utilize a modalidade de juros compostos?

Alternativas
Q2703412 Matemática

Em Matemática, uma função composta é criada aplicando uma determinada função à saída, ou resultado, de uma outra função, e assim sucessivamente. Considere as três funções a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


O valor para a função composta Imagem associada para resolução da questão no ponto x = 2 é:

Alternativas
Respostas
1941: D
1942: D
1943: B
1944: E
1945: C
1946: D
1947: A
1948: E
1949: B
1950: C
1951: E
1952: B
1953: D
1954: A
1955: D
1956: A
1957: C
1958: A
1959: C
1960: A