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Q4122278 Fonoaudiologia

A PAIR – perda auditiva induzida por ruído é a diminuição gradual da capacidade auditiva que ocorre devido à exposição continuada a níveis elevados de ruído podendo ter natureza ocupacional ou não ocupacional.



Nesse contexto, é característica da PAIR: 

Alternativas
Q4122277 Fonoaudiologia

O grau da perda auditiva deve se basear exclusivamente na média de limiares auditivos por via aérea de acordo com o critério adotado, portanto o fonoaudiólogo deve apontar o referencial utilizado uma vez que há variação entre os mesmos.



Assinale a alternativa que apresenta a perda auditiva de grau leve de acordo com Kaplan, Gladstone e Lloyd (1993) e OMS (2021), respectivamente.

Alternativas
Q4122276 Fonoaudiologia
Com relação ao teste de Weber audiométrico, na avaliação audiológica, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4122275 Fonoaudiologia

Dentre os testes comportamentais para a avaliação do processamento auditivo central (PAC), os testes de processamento temporal avaliam o processamento do estímulo acústico ao longo do tempo e são sensíveis para disfunções corticais e de corpo caloso.



Alterações nessa modalidade do PAC podem acarretar dificuldades em

Alternativas
Q4122274 Fonoaudiologia

Analise o timpanograma a seguir:



Imagem associada para resolução da questão


(Lopes, Otacílio et al. Novo tratado de fonoaudiologia. Barueri, SP, Manole, 2013)



A curva desse timpanograma representa 

Alternativas
Q4122273 Português

Durante o processo de aprendizagem da escrita, as crianças podem cometer erros ortográficos como confundir as letras quando algumas delas se parecem, porque partilham características gráficas em comum.



Tais erros são devidos à semelhança de traçado entre os grafemas, como, por exemplo:

Alternativas
Q4122272 Fonoaudiologia

Considere Transtorno dos Sons de Fala (TSF) como uma dificuldade em utilizar os sons da fala apropriados para a idade e o dialeto da criança, sendo que o nível de inteligibilidade de fala é afetado diretamente pelo tipo de erro que apresenta. O sistema de classificação dos sons de fala baseado na tipologia clínica, classifica o TSF em 3 categorias: atraso de fala, erros persistentes de fala e transtornos motores de fala.



Nessa perspectiva, o atraso de fala pode ser considerado se uma criança com idade

Alternativas
Q4122271 Fonoaudiologia
De acordo com a classificação das fissuras palatinas de Spina (1972), tomando-se por base o forame incisivo, a fissura pós-forame incompleta apresenta lesão 
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Q4122270 Fonoaudiologia

As afasias são classificadas como fluentes, ou seja, quando apresentam mais alterações de linguagem, mas podem produzir estruturas de fala sem esforço, e as afasias não fluentes, quando apresentam mais redução do discurso, com fala esparsa e pronunciada lentamente.



Nessa concepção, são exemplos de afasia fluente e não fluente, respectivamente:

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Q4122269 Fonoaudiologia

Analise as seguintes alterações de funções estomatognáticas: respiração frequentemente oronasal; mastigação com incisão posterior; tônus rebaixado nos elevadores da mandíbula com comprometimento de trituração e pulverização; deglutição com projeção anterior de língua com anteriorização de cabeça; fala com projeção anterior de língua em /t/, /d/, /n/, /l/ e língua posicionada no assoalho da cavidade oral.



Com base na classificação de oclusão de Angle, tais funções alteradas podem ser devido a uma modificação vertical do tipo

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Q4122268 Fonoaudiologia

Lesões no circuito de controle dos gânglios de base, como na doença de Parkinson, acarretam alterações de fala tais como: voz áspera ou soprosa, monolaudness; monopitch; dificuldades em iniciar a fala; pausas inapropriadas e emissões imprecisas de consoantes.



Tais características se referem a uma disartria do tipo

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Q4122267 Fonoaudiologia
Para um diagnóstico diferencial entre apraxia de fala infantil (AFI) e transtorno fonológico severo (TFS), é correto afirmar que na AFI espera(m)-se
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Q4122266 Fonoaudiologia

Segundo a comunidade científica, diagnostica-se, atualmente, a gagueira pela presença de, pelo menos, 3% de disfluências típicas da gagueira, quando se avalia a fluência. Dentre estas disfluências, destacam-se a repetição de sons, de sílabas ou parte das palavras, prolongamentos e pausas.



Assinale a alternativa que apresenta corretamente um exemplo de repetição de som.

Alternativas
Q4122265 Fonoaudiologia

Felipe, de 5 anos, foi encaminhado pela escola para avaliação fonoaudiológica porque há a suspeita de gagueira. Na avaliação de fluência foi registrado o seguinte discurso de Felipe: “A menina é minha minha amiga. Eu fui é na escola e eu tava na escola e ela chegou. A menina menina caiu”.



Pelos registros em negrito: né – menina menina, respectivamente, é correto afirmar que se trata de outras disfluências, que não são típicas de gagueira, porque são exemplos de 

Alternativas
Q4122264 Fonoaudiologia

Dentre os parâmetros subjetivos da voz, o pitch e a loudness são frequentemente analisados, e o fonoaudiólogo que faz essa análise de forma eficiente terá mais elementos para delinear a terapia vocal.



Assinale a alternativa correta sobre a loudness.

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Q4122263 Fonoaudiologia

A disfonia flácida ocorre por comprometimento do neurônio motor inferior ou da junção neuromuscular, sendo que lesões do nervo vago, X par, (ramos laríngeo e faríngeo) podem causar paralisia ou paresia unilateral de prega vocal.



Lesões do nervo laríngeo recorrente podem acarretar em voz soprosa, rugosa com loudness fraca porque o efeito na laringe é devido ao fato de acontecer

Alternativas
Q4122262 Fonoaudiologia

Considere as seguintes definições: a voz bitonal é caracterizada por dois diferentes tons, como se ouvíssemos duas vozes, com frequência, intensidade e qualidade vocal diversas resultantes do desnivelamento das pregas vocais no plano horizontal, ou diferença de tensão, massa ou tamanho, e a voz áspera é típica das situações de rigidez de mucosa das pregas vocais.



A partir dessas definições, é correto afirmar que a bitonalidade, quando associada a uma qualidade vocal áspera devido a uma depressão na prega vocal que se opõe paralelamente à borda livre, pode ser alterações vocais causadas por

Alternativas
Q4122261 Fonoaudiologia

Analise o seguinte quadro clínico de Joana, 48 anos, professora do Ensino Fundamental, encaminhada para terapia fonoaudiológica: apresenta hipotireoidismo, é fumante, tem queixa de alteração progressiva na voz; o exame laringoscópico revela pregas vocais com volume aumentado, flácidas, com fluido gelatinoso, pregas vocais móveis à respiração e à fonação com fenda irregular, lesão difusa de coloração rosada; a voz é rouca, com pitch grave, fluida, por vezes crepitante; refere queixa respiratória durante o dia.



De acordo com o quadro descrito, é possível inferir que Joana tem uma lesão em pregas vocais que corresponde a  

Alternativas
Q4122260 Fonoaudiologia

No manejo de disfagia orofaríngea neurogênica em adultos, o fonoaudiólogo pode indicar a manobra postural de cabeça denominada de “queixo para baixo” pedindo ao paciente que abaixe o queixo em direção ao peito antes de deglutir, conferindo se há correto selamento labial.



Tal posicionamento de cabeça causa uma acomodação miofuncional de estreitamento da região supraglótica e aumento do espaço valecular e tem por objetivo: 

Alternativas
Q4122259 Fonoaudiologia

Considere a fisiologia da deglutição em fase oral, faríngea e esofágica para responder esta questão sobre senescência. Com o envelhecimento ocorre redução da sensibilidade tátil, térmica e gustativa da cavidade oral, interferindo na formação do bolo alimentar e no tempo de resposta motora para a deglutição.



Nesse sentido, no envelhecimento, podem ocorrer alterações nas fases oral e faríngea da deglutição, tais como: 

Alternativas
Respostas
361: E
362: C
363: A
364: D
365: A
366: D
367: C
368: C
369: E
370: E
371: B
372: E
373: A
374: B
375: E
376: C
377: A
378: B
379: D
380: A