Questões de Concurso Para prefeitura de tapiratiba - sp

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Q3447214 Matemática
Quantas voltas completas o ponteiro dos segundos de um relógio analógico dará entre 16:15:06 e 17:20:04?
Alternativas
Q3447213 Matemática
Observe na tabela abaixo a pontuação dos jogadores de um time de basquete durante um jogo:

Q26.png (322×257)

Indique a diferença entre a pontuação do Jogador D e a média de pontos dos jogadores:
Alternativas
Q3447201 Português
Considere o excerto a seguir, retirado de Silêncio, de Clarice Lispector, para responder à questão.


“É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã.”
No contexto apresentado, a palavra “subitamente” exprime um sentido próximo ao de todas as palavras apontadas a seguir, com exceção de:
Alternativas
Q3447200 Português
Considere o excerto a seguir, retirado de Silêncio, de Clarice Lispector, para responder à questão.


“É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã.”
No contexto apresentado, quanto à linguagem empregada, verifica-se:
Alternativas
Q3447196 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
As palavras “sensível”, “tonalidade” e “escuros”, que ocorrem no texto, têm em comum:
Alternativas
Q3447195 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL.

O termo regido pelo vocábulo “relacionados”, no contexto apresentado, é:
Alternativas
Q3447194 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL.

As informações morfológicas indicadas pela desinência do verbo “precisamos” são apenas:
Alternativas
Q3447193 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.


A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.


“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.


Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”


Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia
/2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-coresmuda-conforme-envelhecemos-dizestudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

“Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL.

No contexto apresentado, a palavra “primeiro” atua como:
Alternativas
Q3446866 Enfermagem
Sobre a esterilização de produtos para saúde, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3446865 Enfermagem
Durante o manejo clínico de um paciente com AVC, um enfermeiro teve que avaliar a autonomia do paciente em realizar atividades diárias, como locomoção, alimentação e higiene. O índice ou escala de classificação utilizado pelo Ministério da Saúde para essa finalidade é conhecido como: 
Alternativas
Q3446864 Enfermagem

Durante a assistência a uma paciente para a avaliação dos sinais vitais, o enfermeiro adicionou os eletrodos para o monitoramento cardíaco, seguindo o padrão de cores IEC (International Electrotechnical Commission). As abreviações na imagem são derivadas das posições escritas em inglês.


Q44_48.png (185×178)


Considere as informações apresentadas para a questão.

Considerando o relato de caso, o eletrodo posicionado no 4º espaço inter-costal direito será de cor:
Alternativas
Q3446863 Enfermagem

Durante a assistência a uma paciente para a avaliação dos sinais vitais, o enfermeiro adicionou os eletrodos para o monitoramento cardíaco, seguindo o padrão de cores IEC (International Electrotechnical Commission). As abreviações na imagem são derivadas das posições escritas em inglês.


Q44_48.png (185×178)


Considere as informações apresentadas para a questão.

Considerando a imagem e o padrão IEC, o eletrodo N deverá apresentar a cor: 
Alternativas
Q3446862 Enfermagem

Durante a assistência a uma paciente para a avaliação dos sinais vitais, o enfermeiro adicionou os eletrodos para o monitoramento cardíaco, seguindo o padrão de cores IEC (International Electrotechnical Commission). As abreviações na imagem são derivadas das posições escritas em inglês.


Q44_48.png (185×178)


Considere as informações apresentadas para a questão.

Considerando a imagem e o padrão IEC, o eletrodo F deverá apresentar a cor: 
Alternativas
Q3446861 Enfermagem

Durante a assistência a uma paciente para a avaliação dos sinais vitais, o enfermeiro adicionou os eletrodos para o monitoramento cardíaco, seguindo o padrão de cores IEC (International Electrotechnical Commission). As abreviações na imagem são derivadas das posições escritas em inglês.


Q44_48.png (185×178)


Considere as informações apresentadas para a questão.

Considerando a imagem, o eletrodo R deverá apresentar a seguinte cor, segundo o padrão de cores IEC:
Alternativas
Q3446860 Enfermagem

Durante a assistência a uma paciente para a avaliação dos sinais vitais, o enfermeiro adicionou os eletrodos para o monitoramento cardíaco, seguindo o padrão de cores IEC (International Electrotechnical Commission). As abreviações na imagem são derivadas das posições escritas em inglês.


Q44_48.png (185×178)


Considere as informações apresentadas para a questão.

Dos eletrodos posicionados na paciente, o eletrodo precordial, seguindo o padrão IEC, apresentará a seguinte cor:
Alternativas
Q3446859 Enfermagem
Durante a inserção de um acesso venoso, é ocasional a ocorrência da perda do acesso devido à formação de coágulos sanguíneos superficiais. Esse cenário é clinicamente designado como: 
Alternativas
Q3446858 Enfermagem
O paciente foi submetido à cirurgia oftalmológica e foi avaliado quanto a atividade, respiração, consciência, pressão arterial e saturação de oxigênio para obter alta da sala de recuperação pós-anestésica (SRPA). A Escala que utiliza os parâmetros citados utilizada em SRPA é denominada: 
Alternativas
Q3446857 Enfermagem
Paciente M.L., 58 anos, foi admitido no hospital com queixas de inchaço. A enfermeira responsável, S.R., notou que o edema estava presente em todo o corpo do paciente, uma condição provavelmente associada à insuficiência cardíaca ou renal. O sintoma que caracteriza um edema generalizado é denominado:
Alternativas
Q3446856 Enfermagem
Joelma, 13 anos, foi levada à Unidade de Pronto Atendimento devido a um acidente escorpiônico. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde acerca dos acidentes com escorpiões, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3446855 Enfermagem
O enfermeiro questionou o paciente sobre a probabilidade de cochilar em situações específicas, como assistindo televisor ou lendo. As respostas do paciente foram registradas em uma escala pontuada. A análise dos resultados revelou uma propensão significativa à sonolência diurna, orientando intervenções apropriadas para otimizar a qualidade do sono. A Escala utilizada para avaliar a sonolência diurna é denominada:
Alternativas
Respostas
161: B
162: A
163: E
164: A
165: C
166: A
167: A
168: D
169: D
170: C
171: D
172: E
173: C
174: D
175: A
176: A
177: C
178: A
179: D
180: A