Foram encontradas 1.998 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2031147 Português
Paisagem com figuras

          Em meados dos anos 60, o poeta João Cabral de Mello Neto jantava na cantina Fiorentina, no Leme, com seus colegas Fernando Pessoa Ferreira e Felix de Athayde, pernambucanos como ele. Em certo momento, ouviu-se um rumor na varanda e João Cabral perguntou o que estava acontecendo. “É o Chacrinha, que acabou de chegar”, informou Fernando. 

        “Chacrinha? Quem é Chacrinha?”, quis saber João Cabral. “É um apresentador de tevê, muito famoso”, disseram. Cônsul do Brasil em Barcelona, com raras vindas ao Rio e famoso por não se interessar por música e tomar dez aspirinas por dia para a dor de cabeça, o poeta estava por fora do que acontecia por aqui.

       E, mesmo que estivesse a par, não podia haver ninguém menos Chacrinha do que João Cabral. Na sua poesia grave e desidratada, altamente cerebral, as palavras eram de pedra; os cães, sem plumas; e as facas, só lâminas. Já Chacrinha, o divino palhaço, era o barroco em Technicolor, embora a tevê ainda fosse em preto e branco. Em seu programa, apresentava os piores cantores do Brasil, atirava bacalhau para a plateia e promovia concursos de comer barata. Os comunicólogos ainda não o tinham descoberto como símbolo do “mau gosto genial”.

       Chacrinha entrou ventando pela Fiorentina, cercado de dez ou quinze aspones. Ao passar pela mesa de João Cabral, estacou e olhou-o fixamente. Então, abriu os braços e exclamou: “Cabral!!!”. O poeta levou um susto, mas não deixou a bola cair: “Abelardo!!!”, respondeu. Levantou-se no ato e os dois se jogaram nos braços um do outro, aos soluços. O poeta João Cabral de Mello Neto e o apresentador Abelardo “Chacrinha” Barbosa, colegas de curso primário no Colégio Marista, do Recife, e que não se viam havia mais de 30 anos, tinham acabado de se reencontrar, reconhecer e abraçar. É o Brasil. (Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018) 
Um vocábulo responsável por estabelecer relação de comparação no enunciado está destacado em:
Alternativas
Q2031146 Português
Paisagem com figuras

          Em meados dos anos 60, o poeta João Cabral de Mello Neto jantava na cantina Fiorentina, no Leme, com seus colegas Fernando Pessoa Ferreira e Felix de Athayde, pernambucanos como ele. Em certo momento, ouviu-se um rumor na varanda e João Cabral perguntou o que estava acontecendo. “É o Chacrinha, que acabou de chegar”, informou Fernando. 

        “Chacrinha? Quem é Chacrinha?”, quis saber João Cabral. “É um apresentador de tevê, muito famoso”, disseram. Cônsul do Brasil em Barcelona, com raras vindas ao Rio e famoso por não se interessar por música e tomar dez aspirinas por dia para a dor de cabeça, o poeta estava por fora do que acontecia por aqui.

       E, mesmo que estivesse a par, não podia haver ninguém menos Chacrinha do que João Cabral. Na sua poesia grave e desidratada, altamente cerebral, as palavras eram de pedra; os cães, sem plumas; e as facas, só lâminas. Já Chacrinha, o divino palhaço, era o barroco em Technicolor, embora a tevê ainda fosse em preto e branco. Em seu programa, apresentava os piores cantores do Brasil, atirava bacalhau para a plateia e promovia concursos de comer barata. Os comunicólogos ainda não o tinham descoberto como símbolo do “mau gosto genial”.

       Chacrinha entrou ventando pela Fiorentina, cercado de dez ou quinze aspones. Ao passar pela mesa de João Cabral, estacou e olhou-o fixamente. Então, abriu os braços e exclamou: “Cabral!!!”. O poeta levou um susto, mas não deixou a bola cair: “Abelardo!!!”, respondeu. Levantou-se no ato e os dois se jogaram nos braços um do outro, aos soluços. O poeta João Cabral de Mello Neto e o apresentador Abelardo “Chacrinha” Barbosa, colegas de curso primário no Colégio Marista, do Recife, e que não se viam havia mais de 30 anos, tinham acabado de se reencontrar, reconhecer e abraçar. É o Brasil. (Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018) 
Está empregada com sentido figurado a palavra destacada no seguinte trecho do texto:
Alternativas
Q2031145 Português
Paisagem com figuras

          Em meados dos anos 60, o poeta João Cabral de Mello Neto jantava na cantina Fiorentina, no Leme, com seus colegas Fernando Pessoa Ferreira e Felix de Athayde, pernambucanos como ele. Em certo momento, ouviu-se um rumor na varanda e João Cabral perguntou o que estava acontecendo. “É o Chacrinha, que acabou de chegar”, informou Fernando. 

        “Chacrinha? Quem é Chacrinha?”, quis saber João Cabral. “É um apresentador de tevê, muito famoso”, disseram. Cônsul do Brasil em Barcelona, com raras vindas ao Rio e famoso por não se interessar por música e tomar dez aspirinas por dia para a dor de cabeça, o poeta estava por fora do que acontecia por aqui.

       E, mesmo que estivesse a par, não podia haver ninguém menos Chacrinha do que João Cabral. Na sua poesia grave e desidratada, altamente cerebral, as palavras eram de pedra; os cães, sem plumas; e as facas, só lâminas. Já Chacrinha, o divino palhaço, era o barroco em Technicolor, embora a tevê ainda fosse em preto e branco. Em seu programa, apresentava os piores cantores do Brasil, atirava bacalhau para a plateia e promovia concursos de comer barata. Os comunicólogos ainda não o tinham descoberto como símbolo do “mau gosto genial”.

       Chacrinha entrou ventando pela Fiorentina, cercado de dez ou quinze aspones. Ao passar pela mesa de João Cabral, estacou e olhou-o fixamente. Então, abriu os braços e exclamou: “Cabral!!!”. O poeta levou um susto, mas não deixou a bola cair: “Abelardo!!!”, respondeu. Levantou-se no ato e os dois se jogaram nos braços um do outro, aos soluços. O poeta João Cabral de Mello Neto e o apresentador Abelardo “Chacrinha” Barbosa, colegas de curso primário no Colégio Marista, do Recife, e que não se viam havia mais de 30 anos, tinham acabado de se reencontrar, reconhecer e abraçar. É o Brasil. (Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018) 
Na construção de sentido do texto, estabelecem entre si relação de oposição as seguintes expressões do terceiro parágrafo:
Alternativas
Q2031144 Português
Paisagem com figuras

          Em meados dos anos 60, o poeta João Cabral de Mello Neto jantava na cantina Fiorentina, no Leme, com seus colegas Fernando Pessoa Ferreira e Felix de Athayde, pernambucanos como ele. Em certo momento, ouviu-se um rumor na varanda e João Cabral perguntou o que estava acontecendo. “É o Chacrinha, que acabou de chegar”, informou Fernando. 

        “Chacrinha? Quem é Chacrinha?”, quis saber João Cabral. “É um apresentador de tevê, muito famoso”, disseram. Cônsul do Brasil em Barcelona, com raras vindas ao Rio e famoso por não se interessar por música e tomar dez aspirinas por dia para a dor de cabeça, o poeta estava por fora do que acontecia por aqui.

       E, mesmo que estivesse a par, não podia haver ninguém menos Chacrinha do que João Cabral. Na sua poesia grave e desidratada, altamente cerebral, as palavras eram de pedra; os cães, sem plumas; e as facas, só lâminas. Já Chacrinha, o divino palhaço, era o barroco em Technicolor, embora a tevê ainda fosse em preto e branco. Em seu programa, apresentava os piores cantores do Brasil, atirava bacalhau para a plateia e promovia concursos de comer barata. Os comunicólogos ainda não o tinham descoberto como símbolo do “mau gosto genial”.

       Chacrinha entrou ventando pela Fiorentina, cercado de dez ou quinze aspones. Ao passar pela mesa de João Cabral, estacou e olhou-o fixamente. Então, abriu os braços e exclamou: “Cabral!!!”. O poeta levou um susto, mas não deixou a bola cair: “Abelardo!!!”, respondeu. Levantou-se no ato e os dois se jogaram nos braços um do outro, aos soluços. O poeta João Cabral de Mello Neto e o apresentador Abelardo “Chacrinha” Barbosa, colegas de curso primário no Colégio Marista, do Recife, e que não se viam havia mais de 30 anos, tinham acabado de se reencontrar, reconhecer e abraçar. É o Brasil. (Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018) 
Ao narrar o reencontro entre o poeta João Cabral de Mello Neto e o apresentador Abelardo Barbosa, o autor traz uma reflexão bem-humorada sobre
Alternativas
Q1217877 Biblioteconomia
As regras da segunda parte do CCAA2 abordam os seguintes aspectos, EXCETO:
Alternativas
Q1217876 Biblioteconomia
Considerando que a catalogação tem importante papel em qualquer unidade informacional, NÃO representa uma função de tal serviço:
Alternativas
Q1217875 Biblioteconomia
De acordo com o que estabelece o CCAA2, “a área dos detalhes específicos do material” é usada na descrição dos seguintes tipos de materiais, EXCETO:
Alternativas
Q1217874 Biblioteconomia
A biblioteca pública tem, desde seu surgimento até os dias atuais, acumulado funções. Segundo Almeida Júnior (2013), no final dos anos 1960 e início dos anos 1970, coincidindo com novas propostas de atuação junto ao seu público, acrescenta-se às funções então existentes a função:
Alternativas
Q1217873 Biblioteconomia
Em relação à ISBD, NÃO é correto afirmar que:
Alternativas
Q1217872 Biblioteconomia
Em relação à CDU, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1217871 Biblioteconomia
Em relação aos catálogos de bibliotecas, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1217870 Biblioteconomia
Em relação ao catálogo de autoridades da Fundação Biblioteca Nacional-RJ, NÃO é correto afirmar que:
Alternativas
Q1217869 Biblioteconomia
Martins et al (2016) apresentam resultado de um estudo que busca fazer uma análise de duas bibliotecas públicas, tendo em vista verificar qual o paradigma dominante nessas unidades de informação. Uma das constatações desse estudo é que nas bibliotecas Alfa e Beta o foco é voltado para a gestão dos acervos e das atividades-meio das bibliotecas, o que sugere o predomínio do paradigma da:
Alternativas
Q1217868 Biblioteconomia
Em relação às linguagens de indexação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) As linguagens de indexação alfabéticas são instrumentos por excelência usados na organização do conhecimento, primariamente para arrumação física dos documentos. ( ) As listas de cabeçalho de assunto representam um tipo de vocabulário controlado e dinâmico de termos relacionados semântica e hierarquicamente, que cobre de forma ampla um domínio específico do conhecimento. ( ) As relações hierárquicas e as remissivas de um vocabulário controlado auxiliam o indexador e o usuário na identificação de conceitos relacionados. ( ) Os sistemas de classificação bibliográfica são exemplos de linguagens de indexação pré-coordenadas. A sequência está correta em
Alternativas
Q1217867 Biblioteconomia
Considerando as recomendações do documento Diretrizes da IFLA/UNESCO para a biblioteca escolar (2015) para o planejamento do espaço físico das bibliotecas escolares, avalie as asserções e a relação proposta entre elas. I. Devem ser utilizados padrões universais para a dimensão e design das instalações da biblioteca escolar.
PORQUE II. O papel educativo da biblioteca escolar deve refletir-se nas suas instalações.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1217866 Biblioteconomia
Uma política de desenvolvimento de coleções que estabelece como critério de seleção de materiais de informação a autoridade exige que se verifique, dentre outros aspectos, a:
Alternativas
Q1217865 Biblioteconomia
De acordo com a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais, são obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:
Alternativas
Q1217864 Biblioteconomia
Segundo Tammaro (2008), “a visão de biblioteca digital está evoluindo a partir do conceito de ________________ para aquele muito mais restrito, de um espaço informativo específico para uma comunidade de usuários onde se facilita a comunicação, o compartilhamento e a colaboração entre os usuários”. Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q1217863 Biblioteconomia
O Conselho Federal de Biblioteconomia, por meio da Resolução CFB nº 207/2018, instituiu o Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário brasileiro, que fixa as normas orientadoras de conduta no exercício de suas atividades profissionais. Entre as normas apresentadas, aquela que está diretamente relacionada ao usuário é:
Alternativas
Q1217832 Arquitetura
As linhas de cota na representação de desenho técnico devem ser:
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: D
144: C
145: C
146: C
147: A
148: D
149: C
150: B
151: D
152: B
153: B
154: A
155: A
156: A
157: B
158: C
159: C
160: C