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Em texto de 1995, John Manuel Monteiro afirma que “a nova história indígena no Brasil encontrou um campo fértil para crescer a partir de uma série de elementos novos”.
(O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy L. da Silva e Luís D. B. Grupioni (orgs). A temática indígena na escola)
Tais “elementos novos” constituem-se
O excerto trata de
Nesse sentido, cabe
Seu livro O Retorno de Martin Guerre, de 1983, gerou muitos debates e, ao lado de Montaillou, de Le Roy Ladurie, e O Queijo e os Vermes, de Ginzburg, tem sido elogiado como pertencente à tradição pós-modernista em historiografia. Concorda com essa visão? (Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas)
Essas três obras têm em comum a tendência historiográfica
Observe a imagem e o texto. O excerto é de um livro didático publicado em 1945. A imagem, Leitura da sentença, de Eduardo de Sá, 1921, ilustra o livro didático.

Mas, dentre todos, destacava-se, nobre, impávido, admirável em seu generoso desprendimento, sacrificando-se pelos companheiros que desanimavam, o grande Tiradentes, que procurava atrair sobre si a maior culpa da malograda conjura. [...] A 19 de abril de 1792 foi lida a sentença aos conjurados. Eram condenados à morte os doze principais chefes e, os outros, a degredo perpétuo ou temporário. No dia seguinte, porém, nova sentença comutava em degredo a pena de morte, exceto para Tiradentes, que deveria sofrê-la... A lição, duríssima e monstruosa, devia, em sua crueldade, mostrar aos brasileiros do vice-reino o perigo da rebeldia. Não o conseguiu. Teve o infalível destino contraproducente de todas as injustiças e violências; serviu para que, na terra pátria, regada com o sangue do mártir, mais depressa vicejasse a árvore da liberdade.
(Joaquim da Silva. História do Brasil para o terceiro ginasial. Apud Thais N. de L. e Fonseca. “Ver para compreender”: arte, livro didático e a história da nação. Em: Lana M. de C. Simam e Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História)
O conjunto formado pelo texto didático e a imagem
A partir do excerto, é correto afirmar que
Uma questão orientadora é aquela em que
Tratar um filme como documento significa que
Entre outros cuidados, segundo os PCN-História, na escolha de um livro didático é preciso avaliar
A partir da nossa experiência como educadores de museu, gostaríamos de apresentar alguns pontos fundamentais que devem ser levados em conta no planejamento de uma visita.
(Adriana M. Almeida e Camilo de M. Vasconcellos. Por que visitar museus. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)
Entre esses pontos, é correto assinalar para
A “proposta atual de História Política”, segundo Janotti,
Entre os procedimentos indicados pelos PCN, há:
No contexto da “abertura democrática”, ocorreu
[...] O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), criado no mesmo ano do Colégio Pedro II, produziu uma série de trabalhos que gerou consequências para o ensino da História nacional. Seus membros lecionavam no colégio e foram responsáveis pela formulação dos programas, elaboração de manuais e orientação do conteúdo a ser ensinado nas escolas públicas. Nas escolas confessionais, mantinha-se o ensino da História Universal e da História Sagrada. (Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. História)
A primeira proposta de História do Brasil elaborada pelo IHGB
1ª– A Resolução CNE/CEB nº 04/2010 determina, no seu artigo 47, § 4º , que “A avaliação da aprendizagem no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, de caráter formativo predominando sobre o quantitativo e classificatório, adota uma estratégia de progresso individual e contínuo que favorece o crescimento do educando, preservando a qualidade necessária para a sua formação escolar, sendo organizada de acordo com regras comuns a essas duas etapas.”
2ª – Hoffman (Ideias nº 22) afirma: “O que pretendo introduzir neste texto é a perspectiva da ação avaliativa como uma das mediações pela qual se encorajaria a reorganização do saber. Ação, movimento, provocação, na tentativa de reciprocidade intelectual entre os elementos da ação educativa. Professor e aluno buscando coordenar seus pontos de vista, trocando ideias, reorganizando-as.”
Assinale a alternativa que define, corretamente, a relação entre as duas proposições, no modo de compreender o papel da avaliação.