Questões de Concurso Para prefeitura de rio claro - sp

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Q3393663 Português
Leia o texto para responder à questão.

Insônia

    A casa estala de noite. São as coisas se assentando. De dia as coisas ficaram em suspenso, assustadas com a gente. Há um espelho no corredor que já se viu mil vezes em mil pedaços. Essas crianças! De noite as coisas suspiram aliviadas. Isso que você ouve quando acorda no meio da noite é o silêncio que as coisas trocam, como um código. Nada a ver com você ou sua espécie. Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada. Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa. São as poltronas e o sofá fazendo sala, como adultos repassando o dia depois que as crianças foram dormir. Por que você não está na cama, menino? De noite a sua casa não é sua. E range como um navio.
    Toda casa tem pelo menos um rato, nem que seja uma lagartixa. Tem um sótão e um porão. Pode ser apartamento, tem um sótão e um porão. As pessoas têm um sótão e um porão. Um lugar para guardar postais e botões dourados e o rosto da primeira namorada que disse que deixava você beijar na boca, sim, e apertou a boca, e um lugar escuro onde os seus detritos se amontoam. Você é uma casa que mal conhece, você tem quartos em que nunca entrou. De noite as coisas também se assentam dentro de você. Mesmo que você sonhe com a destruição do mundo ou com um filho se afogando. Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes. E confesse: em algum lugar dentro de você também existe um rato.
    Esse zumbido não é a geladeira, é um rumor subterrâneo, é a seiva do mundo, o barulho da máquina. Quando a humanidade desaparecer, as coisas do mundo também dirão, em silêncio, até que enfim, e a poeira assentará. Fomos um leve distúrbio na paz das coisas. Exigimos um sentido do mundo. A nossa casa, o nosso tempo, as nossas coisas. E nem o nosso corpo nos pertence. O coração bate como os tambores do jângal num filme com o Robert Taylor, uma mensagem obscura, outro código misterioso. O terrível não é que as coisas não têm sentido, é que não precisam ter sentido. O único consolo pela nossa mortalidade, que também não é nossa, é que ela nos desobriga de entender o universo. Assim é melhor. Todo mundo morre, os ossos encontram, finalmente, sua melhor posição — morrer é nunca mais se queixar da coluna — e as coisas ficam na sua, sem explicações. Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.
    Ouço um ruído diferente. Ou é um rato muito grande ou um ladrão muito pequeno. Mas não levanto mais da cama. Já fui três vezes até a cozinha, já acendi e apaguei a luz não sei quantas vezes, a casa ainda perde a paciência e me expulsa. Melhor dormir. O navio sabe para onde vai.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise o excerto a seguir em relação à colocação pronominal: “Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.” Para que o pronome pessoal “lhes” possa ser colocado em posição enclítica, o contexto apresentado deve ser reescrito da seguinte forma:
Alternativas
Q3393662 Português
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Insônia

    A casa estala de noite. São as coisas se assentando. De dia as coisas ficaram em suspenso, assustadas com a gente. Há um espelho no corredor que já se viu mil vezes em mil pedaços. Essas crianças! De noite as coisas suspiram aliviadas. Isso que você ouve quando acorda no meio da noite é o silêncio que as coisas trocam, como um código. Nada a ver com você ou sua espécie. Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada. Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa. São as poltronas e o sofá fazendo sala, como adultos repassando o dia depois que as crianças foram dormir. Por que você não está na cama, menino? De noite a sua casa não é sua. E range como um navio.
    Toda casa tem pelo menos um rato, nem que seja uma lagartixa. Tem um sótão e um porão. Pode ser apartamento, tem um sótão e um porão. As pessoas têm um sótão e um porão. Um lugar para guardar postais e botões dourados e o rosto da primeira namorada que disse que deixava você beijar na boca, sim, e apertou a boca, e um lugar escuro onde os seus detritos se amontoam. Você é uma casa que mal conhece, você tem quartos em que nunca entrou. De noite as coisas também se assentam dentro de você. Mesmo que você sonhe com a destruição do mundo ou com um filho se afogando. Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes. E confesse: em algum lugar dentro de você também existe um rato.
    Esse zumbido não é a geladeira, é um rumor subterrâneo, é a seiva do mundo, o barulho da máquina. Quando a humanidade desaparecer, as coisas do mundo também dirão, em silêncio, até que enfim, e a poeira assentará. Fomos um leve distúrbio na paz das coisas. Exigimos um sentido do mundo. A nossa casa, o nosso tempo, as nossas coisas. E nem o nosso corpo nos pertence. O coração bate como os tambores do jângal num filme com o Robert Taylor, uma mensagem obscura, outro código misterioso. O terrível não é que as coisas não têm sentido, é que não precisam ter sentido. O único consolo pela nossa mortalidade, que também não é nossa, é que ela nos desobriga de entender o universo. Assim é melhor. Todo mundo morre, os ossos encontram, finalmente, sua melhor posição — morrer é nunca mais se queixar da coluna — e as coisas ficam na sua, sem explicações. Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.
    Ouço um ruído diferente. Ou é um rato muito grande ou um ladrão muito pequeno. Mas não levanto mais da cama. Já fui três vezes até a cozinha, já acendi e apaguei a luz não sei quantas vezes, a casa ainda perde a paciência e me expulsa. Melhor dormir. O navio sabe para onde vai.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes.” O emprego da locução “mesmo que” imprime ao contexto apresentado o sentido de:
Alternativas
Q3393661 Português
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Insônia

    A casa estala de noite. São as coisas se assentando. De dia as coisas ficaram em suspenso, assustadas com a gente. Há um espelho no corredor que já se viu mil vezes em mil pedaços. Essas crianças! De noite as coisas suspiram aliviadas. Isso que você ouve quando acorda no meio da noite é o silêncio que as coisas trocam, como um código. Nada a ver com você ou sua espécie. Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada. Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa. São as poltronas e o sofá fazendo sala, como adultos repassando o dia depois que as crianças foram dormir. Por que você não está na cama, menino? De noite a sua casa não é sua. E range como um navio.
    Toda casa tem pelo menos um rato, nem que seja uma lagartixa. Tem um sótão e um porão. Pode ser apartamento, tem um sótão e um porão. As pessoas têm um sótão e um porão. Um lugar para guardar postais e botões dourados e o rosto da primeira namorada que disse que deixava você beijar na boca, sim, e apertou a boca, e um lugar escuro onde os seus detritos se amontoam. Você é uma casa que mal conhece, você tem quartos em que nunca entrou. De noite as coisas também se assentam dentro de você. Mesmo que você sonhe com a destruição do mundo ou com um filho se afogando. Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes. E confesse: em algum lugar dentro de você também existe um rato.
    Esse zumbido não é a geladeira, é um rumor subterrâneo, é a seiva do mundo, o barulho da máquina. Quando a humanidade desaparecer, as coisas do mundo também dirão, em silêncio, até que enfim, e a poeira assentará. Fomos um leve distúrbio na paz das coisas. Exigimos um sentido do mundo. A nossa casa, o nosso tempo, as nossas coisas. E nem o nosso corpo nos pertence. O coração bate como os tambores do jângal num filme com o Robert Taylor, uma mensagem obscura, outro código misterioso. O terrível não é que as coisas não têm sentido, é que não precisam ter sentido. O único consolo pela nossa mortalidade, que também não é nossa, é que ela nos desobriga de entender o universo. Assim é melhor. Todo mundo morre, os ossos encontram, finalmente, sua melhor posição — morrer é nunca mais se queixar da coluna — e as coisas ficam na sua, sem explicações. Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.
    Ouço um ruído diferente. Ou é um rato muito grande ou um ladrão muito pequeno. Mas não levanto mais da cama. Já fui três vezes até a cozinha, já acendi e apaguei a luz não sei quantas vezes, a casa ainda perde a paciência e me expulsa. Melhor dormir. O navio sabe para onde vai.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise o excerto a seguir em relação à concordância verbal: “Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada.” O elemento com o qual o verbo “ser” estabelece uma relação de concordância e que, portanto, desempenha o papel de sujeito sentencial é:
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Q3393660 Português
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Insônia

    A casa estala de noite. São as coisas se assentando. De dia as coisas ficaram em suspenso, assustadas com a gente. Há um espelho no corredor que já se viu mil vezes em mil pedaços. Essas crianças! De noite as coisas suspiram aliviadas. Isso que você ouve quando acorda no meio da noite é o silêncio que as coisas trocam, como um código. Nada a ver com você ou sua espécie. Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada. Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa. São as poltronas e o sofá fazendo sala, como adultos repassando o dia depois que as crianças foram dormir. Por que você não está na cama, menino? De noite a sua casa não é sua. E range como um navio.
    Toda casa tem pelo menos um rato, nem que seja uma lagartixa. Tem um sótão e um porão. Pode ser apartamento, tem um sótão e um porão. As pessoas têm um sótão e um porão. Um lugar para guardar postais e botões dourados e o rosto da primeira namorada que disse que deixava você beijar na boca, sim, e apertou a boca, e um lugar escuro onde os seus detritos se amontoam. Você é uma casa que mal conhece, você tem quartos em que nunca entrou. De noite as coisas também se assentam dentro de você. Mesmo que você sonhe com a destruição do mundo ou com um filho se afogando. Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes. E confesse: em algum lugar dentro de você também existe um rato.
    Esse zumbido não é a geladeira, é um rumor subterrâneo, é a seiva do mundo, o barulho da máquina. Quando a humanidade desaparecer, as coisas do mundo também dirão, em silêncio, até que enfim, e a poeira assentará. Fomos um leve distúrbio na paz das coisas. Exigimos um sentido do mundo. A nossa casa, o nosso tempo, as nossas coisas. E nem o nosso corpo nos pertence. O coração bate como os tambores do jângal num filme com o Robert Taylor, uma mensagem obscura, outro código misterioso. O terrível não é que as coisas não têm sentido, é que não precisam ter sentido. O único consolo pela nossa mortalidade, que também não é nossa, é que ela nos desobriga de entender o universo. Assim é melhor. Todo mundo morre, os ossos encontram, finalmente, sua melhor posição — morrer é nunca mais se queixar da coluna — e as coisas ficam na sua, sem explicações. Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.
    Ouço um ruído diferente. Ou é um rato muito grande ou um ladrão muito pequeno. Mas não levanto mais da cama. Já fui três vezes até a cozinha, já acendi e apaguei a luz não sei quantas vezes, a casa ainda perde a paciência e me expulsa. Melhor dormir. O navio sabe para onde vai.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A ideia de que “em algum lugar dentro de você também existe um rato” dá continuidade à metáfora construída no excerto:
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Q4308639 Matemática

Em um encontro de quebra-cabeças, quatro amigos (Alice, Bruno, Carla e Daniel) receberam um desafio numérico. Cada um deles escreveu uma sequência de quatro números inteiros positivos. Eles então somaram os números de suas sequências e obtiveram 52 como resultado. A seguir, as sequências que eles escreveram:


1. Alice: 10, 8, 11, 9

2. Bruno: 12, 10, 9, 21

3. Carla: 5, 20, 9, 18

4. Daniel: 11, 7, 15, 19


Qual é a soma dos quadrados dos números da sequência escrita por Bruno?

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Q4308638 Matemática
Considere o número inteiro n = 210×512×78 . Qual é o maior número inteiro k tal que 10k divide n? 
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Q4308637 Matemática
Alice tem uma coleção de 1024 pedras preciosas que ela deseja dividir igualmente entre suas três amigas, Beatriz, Carla e Daniela. No entanto, Alice quer que a divisão seja justa de forma que cada uma das amigas receba uma quantidade diferente de pedras preciosas. Quantas pedras preciosas Alice pode dar para cada amiga de modo que a divisão seja justa e todas as pedras preciosas sejam distribuídas? 
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Q4308636 Matemática
Considere os números x = 3/4 e y =0,7777... (a representação decimal de y é infinita e consiste apenas no dígito 7 repetido). Qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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Q4308635 Raciocínio Lógico
Em um torneio de xadrez, cinco amigos - Ana, Bruno, Carla, Daniel e Elisa - estão competindo. Cada um deles venceu um número diferente de partidas. Com base nas seguintes informações, determine qual amigo venceu o maior número de partidas:
1. Bruno venceu mais partidas do que Carla. 2. Ana venceu mais partidas do que Bruno. 3. Elisa venceu mais partidas do que Daniel. 4. Carla venceu mais partidas do que Elisa. 5. Daniel venceu mais partidas do que Elisa
Qual amigo venceu o maior número de partidas?
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Q4308634 Matemática
Um depósito inicial de R$ 5.000,00 cresce a uma taxa anual de 6%, com juros simples, durante 4 anos. Qual é o montante ao final desse período? 
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Q4308633 Matemática
Ao ensinar aritmética para alunos do ensino fundamental, um professor quer explicar o conceito de "múltiplos". Qual das seguintes afirmações é verdadeira em relação aos múltiplos de um número? 
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Q4308632 Português
Durante uma revisão de ortografia, os alunos receberam uma lista de palavras e foram desafiados a identificar a correta aplicação da letra "s" ou "c". Dentre as palavras a seguir, qual está escrita incorretamente de acordo com as regras ortográficas?
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Q4308631 Literatura
Durante um discurso, o professor de história usou uma analogia para explicar um conceito complexo aos alunos. Ele disse: "A sociedade é como um organismo vivo, onde os indivíduos desempenham papéis semelhantes aos órgãos do corpo humano. Assim como cada órgão contribui para o funcionamento do corpo, cada membro da sociedade contribui para o seu funcionamento." Qual dos seguintes termos literários é melhor exemplificado pela frase do professor?
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Q4308630 Português
A respeito da utilização da vírgula dentro da oração, é correto afirmar que:
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Q4308629 Português
Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre as alterações introduzidas pelo Novo Acordo Ortográfico, que se tornou obrigatório a partir de janeiro de 2016?
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Q4308628 Português
A tirinha a seguir ilustra um diálogo entre Mafalda e Susanita. Durante o diálogo, Mafalda apresenta uma crítica. Após a leitura, é possível concluir que: 
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Fonte:https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/36433279761/mafalda-por-quinohttpwwwquinocomar?is_related_post=1#notes
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Q4308627 Português
Sobre verbos abundantes, é incorreto afirmar que: 
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Q4308626 Português

Vivemos em uma sociedade letrada, onde quase todas as relações são permeadas pela linguagem escrita. Participar ativamente desta sociedade significa conhecer e fazer uso eficiente da leitura e da escrita – práticas complexas quando levamos em conta o próprio conceito de escrita como sistema associado a um patrimônio cultural e social. Desta forma, ler e escrever não significam dominar simplesmente o código, mas perceber as implicações políticas/sociais/culturais e, sobretudo, os conteúdos ideológicos constitutivos dos textos orais e escritos.

AMARAL, C. W. do. Alfabetização numa perspectiva crítica: análise das práticas pedagógicas. Dissertação. (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Campinas, 2002.Página 91.


Qual alternativa descreve corretamente a habilidade necessária para uma participação eficaz na sociedade letrada, de acordo com o texto? 

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Q4308625 Português
O menino que recebera o privilégio do abandono. Achava que o seu abandono era maior que o abandono do lugar. Mas o abandono do lugar era maior porque continha o primordial. Barros, Manoel de. Menino do Mato -1ªed. -. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015. Página 67.

No verso 'O menino que recebera o privilégio do abandono.', a palavra 'abandono' desempenha qual função sintática? 
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Q4308624 Português
Assinale a alternativa que apresenta a regra correta em relação ao emprego do hífen na língua portuguesa, em conformidade com o acordo ortográfico vigente. 
Alternativas
Respostas
541: C
542: E
543: B
544: D
545: C
546: B
547: C
548: A
549: B
550: E
551: C
552: D
553: D
554: B
555: E
556: C
557: D
558: E
559: D
560: B