Questões de Concurso Para prefeitura de pitangueiras - sp

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Q1657589 Raciocínio Lógico
Ana, conversando com sua amiga Joana, disse: “não é verdade que Pedro é médico e Joaquim não é jornalista”. Após alguns segundos, Joana concluiu que:
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Q1657588 Noções de Informática
Considerando o Windows 7, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, no Windows Explorer (Explorador de Arquivos) diferentes modos de exibição de pastas são possíveis. Um deles “mostra uma lista de arquivos e pastas, cada um acompanhado por um pequeno ícone representando o tipo de item e suas propriedades, organizados em formato tabular, com cabeçalhos de coluna”. Trata-se:
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Q1657587 Noções de Informática
No Windows 7, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, o Internet Explorer divide os tipos de sites web visitados em quatro zonas de segurança; assinale-as.
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Q1657586 Noções de Informática
Considerando a versão do Windows 7, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, “projetada especificamente para computadores portáteis, como netbooks e mininotebooks, inclui todos os recursos básicos do Windows 7, mas, eliminando alguns recursos mais chamativos da interface Aero, exige menos memória”. Trata-se de:
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Q1657584 Noções de Informática
Nos computadores de padrão PC, a ROM (Read-Only Memory – Memória Somente de Leitura) principal é um chip na placa-mãe e armazena três programas distintos. Assinale o INCORRETO.
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Q1657583 Português
‘Habilidade emocional é o que vai importar no mercado de trabalho’, diz futurologista britânico

    O britânico Ian Pearson não foge de uma polêmica. Em 2018, o futurologista ficou em evidência após declarar que em 2050 os humanos vão se tornar imortais, por conta dos avanços na medicina e na tecnologia de tratamento de doenças hoje incuráveis. Sobre o futuro do trabalho, Pearson acredita que a automação e a inteligência artificial vão tornar as funções dos humanos mais focadas em situações que envolvam um alto grau de inteligência emocional. “Pode ser que nosso trabalho seja tomar uma cerveja com um amigo e saber como ele está. Talvez o Estado até nos pague para isso”, afirma.
    Formado em física e matemática, Pearson trabalhou como futurólogo da empresa de telecomunicações britânica BT Group de 1991 a 2007, quando fundou sua empresa de consultoria, a Futurizon. Ele calcula que a taxa de acerto nas suas previsões seja de 85%. Veja se você concorda com ele, na entrevista exclusiva ao EstadãoQR:
Como você vê as relações de trabalho nas próximas décadas?
    O que todo mundo prevê, e eu concordo, é que a automação vai resultar em funções com um foco maior em habilidades emocionais e sociais e ir acabando gradualmente com tarefas repetitivas. Um fenômeno que vai crescer é o chamado “cobots”, o trabalho colaborativo de humanos com robôs. Enquanto uma máquina inteligente ou uma inteligência artificial faz as partes chatas de um trabalho, o humano vai ter mais tempo para se aprimorar e concentrar esforços nas tarefas que realmente importam no seu emprego. A não ser que aconteça uma inovação sem precedentes, acho que pelos próximos 10 a 20 anos a inteligência artificial não vai conseguir realizar essas tarefas que exigem habilidades essencialmente humanas. No médio prazo, vejo os humanos saindo das funções que exigem um QI elevado para as que necessitam de QE, um quociente emocional, mais apurado.
Essas mudanças no trabalho, mesmo com foco em inteligência emocional, vão causar desemprego?
    Eu comparo essa situação com caixas eletrônicos de bancos. Quando os primeiros surgiram, muitas pessoas ficaram receosas e continuaram usando os caixas com funcionários, mas hoje as pessoas pouco frequentam um banco. Vai chegar um ponto em que as pessoas vão preferir a rapidez de uma máquina a um humano e o mercado de trabalho vai se adaptar. Eu não sou um daqueles apocalípticos que acha que a inteligência artificial vai acabar com empregos, porque em um primeiro momento você vai precisar de pessoas supervisionando a máquina e o aumento de produtividade por conta dessa automação vai causar uma expansão e, com isso, mais postos de trabalho.
Como assim expansão de empregos?
    No Reino Unido isso acontece, e tenho certeza que aí no Brasil também, de pessoas que trabalham com uma espécie de hobby como forma de ganhar um dinheiro a mais no fim do mês. Eu tenho uma amiga na área de software que nas horas vagas faz bolos de casamento, mas isso não chega a ser um negócio por conta de toda a burocracia que envolve abrir e gerenciar uma empresa. Com a inteligência artificial cuidando dessa parte operacional e um sistema automatizado de entregas, via drones, por exemplo, ela poderia profissionalizar esse hobby e ganhar mais dinheiro, talvez até contratar alguém para ajudá-la. Por isso que não vejo com pessimismo a automação: ela vai garantir mais autonomia para as pessoas realizarem tarefas que hoje elas não têm tempo por conta das funções repetitivas no dia a dia.
Quais habilidades serão essenciais para o trabalhador do futuro não perder seu emprego?
    Empregos que hoje envolvem um alto nível de inteligência emocional, como o de enfermeira, que exige um contato humano de zelo e acolhimento, não vão sumir. Isso é engraçado porque alguns médicos, principalmente os da área diagnóstica e alguns cirurgiões, vão acabar ficando sem função com a automação, mas enfermeiras, que recebem menos da metade do salário e não têm glamour como eles, vão continuar empregadas. Por mais avançada que uma máquina ou inteligência artificial seja, essas funções que exigem um contato humano são insubstituíveis. O que é importante salientar é que ninguém é contratado porque sabe apertar teclas de um computador muito bem e sim o que ele, como pessoa, traz para o ambiente de trabalho. Então, hoje se um gerente tem funções operacionais, ele será mantido em seu emprego como alguém que vai elevar a produtividade do setor e checar a parte humana, se os colegas de trabalho estão bem e se precisam de alguma coisa.
Quais empregos vão surgir? 
    Uma das funções que mais vemos crescer atualmente são relacionadas de alguma forma a coaching, ensinar outras pessoas habilidades que elas não sabem ou precisam de um aprimoramento. Com mais tempo livre por conta da automação, vamos ter de aprender novas coisas e há uma categoria profissional se especializando nisso. Não se trata apenas de ensinar novas habilidades, mas também aprimorar relações interpessoais e se tornar um líder melhor. O que nós entendemos como trabalho está mudando. Pode ser que lá em 2050, quando os computadores ocuparem a maioria das funções que desempenhamos hoje, nosso trabalho seja tomar uma cerveja com um amigo e ver como ele está emocionalmente. Talvez o Estado nos pague para isso.
(Disponível em: https://arte.estadao.com.br/focas/estadaoqr/materia/habilidadeemo cional-e-o-que-vai-importar-no-mercado-de-trabalho-diz-futurologistabritanico. Fragmento. Felipe Laurence e Iander Porcella. 11/07/2019.)
De acordo com a regência verbal estabelecida pelo verbo “preferir” em “Vai chegar um ponto em que as pessoas vão preferir a rapidez de uma máquina a um humano e o mercado de trabalho vai se adaptar.” (4º§), pode-se afirmar que a mesma relação com complementos verbais pode ser vista em:
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Q1657577 Português
‘Habilidade emocional é o que vai importar no mercado de trabalho’, diz futurologista britânico

    O britânico Ian Pearson não foge de uma polêmica. Em 2018, o futurologista ficou em evidência após declarar que em 2050 os humanos vão se tornar imortais, por conta dos avanços na medicina e na tecnologia de tratamento de doenças hoje incuráveis. Sobre o futuro do trabalho, Pearson acredita que a automação e a inteligência artificial vão tornar as funções dos humanos mais focadas em situações que envolvam um alto grau de inteligência emocional. “Pode ser que nosso trabalho seja tomar uma cerveja com um amigo e saber como ele está. Talvez o Estado até nos pague para isso”, afirma.
    Formado em física e matemática, Pearson trabalhou como futurólogo da empresa de telecomunicações britânica BT Group de 1991 a 2007, quando fundou sua empresa de consultoria, a Futurizon. Ele calcula que a taxa de acerto nas suas previsões seja de 85%. Veja se você concorda com ele, na entrevista exclusiva ao EstadãoQR:
Como você vê as relações de trabalho nas próximas décadas?
    O que todo mundo prevê, e eu concordo, é que a automação vai resultar em funções com um foco maior em habilidades emocionais e sociais e ir acabando gradualmente com tarefas repetitivas. Um fenômeno que vai crescer é o chamado “cobots”, o trabalho colaborativo de humanos com robôs. Enquanto uma máquina inteligente ou uma inteligência artificial faz as partes chatas de um trabalho, o humano vai ter mais tempo para se aprimorar e concentrar esforços nas tarefas que realmente importam no seu emprego. A não ser que aconteça uma inovação sem precedentes, acho que pelos próximos 10 a 20 anos a inteligência artificial não vai conseguir realizar essas tarefas que exigem habilidades essencialmente humanas. No médio prazo, vejo os humanos saindo das funções que exigem um QI elevado para as que necessitam de QE, um quociente emocional, mais apurado.
Essas mudanças no trabalho, mesmo com foco em inteligência emocional, vão causar desemprego?
    Eu comparo essa situação com caixas eletrônicos de bancos. Quando os primeiros surgiram, muitas pessoas ficaram receosas e continuaram usando os caixas com funcionários, mas hoje as pessoas pouco frequentam um banco. Vai chegar um ponto em que as pessoas vão preferir a rapidez de uma máquina a um humano e o mercado de trabalho vai se adaptar. Eu não sou um daqueles apocalípticos que acha que a inteligência artificial vai acabar com empregos, porque em um primeiro momento você vai precisar de pessoas supervisionando a máquina e o aumento de produtividade por conta dessa automação vai causar uma expansão e, com isso, mais postos de trabalho.
Como assim expansão de empregos?
    No Reino Unido isso acontece, e tenho certeza que aí no Brasil também, de pessoas que trabalham com uma espécie de hobby como forma de ganhar um dinheiro a mais no fim do mês. Eu tenho uma amiga na área de software que nas horas vagas faz bolos de casamento, mas isso não chega a ser um negócio por conta de toda a burocracia que envolve abrir e gerenciar uma empresa. Com a inteligência artificial cuidando dessa parte operacional e um sistema automatizado de entregas, via drones, por exemplo, ela poderia profissionalizar esse hobby e ganhar mais dinheiro, talvez até contratar alguém para ajudá-la. Por isso que não vejo com pessimismo a automação: ela vai garantir mais autonomia para as pessoas realizarem tarefas que hoje elas não têm tempo por conta das funções repetitivas no dia a dia.
Quais habilidades serão essenciais para o trabalhador do futuro não perder seu emprego?
    Empregos que hoje envolvem um alto nível de inteligência emocional, como o de enfermeira, que exige um contato humano de zelo e acolhimento, não vão sumir. Isso é engraçado porque alguns médicos, principalmente os da área diagnóstica e alguns cirurgiões, vão acabar ficando sem função com a automação, mas enfermeiras, que recebem menos da metade do salário e não têm glamour como eles, vão continuar empregadas. Por mais avançada que uma máquina ou inteligência artificial seja, essas funções que exigem um contato humano são insubstituíveis. O que é importante salientar é que ninguém é contratado porque sabe apertar teclas de um computador muito bem e sim o que ele, como pessoa, traz para o ambiente de trabalho. Então, hoje se um gerente tem funções operacionais, ele será mantido em seu emprego como alguém que vai elevar a produtividade do setor e checar a parte humana, se os colegas de trabalho estão bem e se precisam de alguma coisa.
Quais empregos vão surgir? 
    Uma das funções que mais vemos crescer atualmente são relacionadas de alguma forma a coaching, ensinar outras pessoas habilidades que elas não sabem ou precisam de um aprimoramento. Com mais tempo livre por conta da automação, vamos ter de aprender novas coisas e há uma categoria profissional se especializando nisso. Não se trata apenas de ensinar novas habilidades, mas também aprimorar relações interpessoais e se tornar um líder melhor. O que nós entendemos como trabalho está mudando. Pode ser que lá em 2050, quando os computadores ocuparem a maioria das funções que desempenhamos hoje, nosso trabalho seja tomar uma cerveja com um amigo e ver como ele está emocionalmente. Talvez o Estado nos pague para isso.
(Disponível em: https://arte.estadao.com.br/focas/estadaoqr/materia/habilidadeemo cional-e-o-que-vai-importar-no-mercado-de-trabalho-diz-futurologistabritanico. Fragmento. Felipe Laurence e Iander Porcella. 11/07/2019.)
No discurso apresentado no texto em análise, para que a coesão e a coerência textuais sejam mantidas é necessário que alguns elementos sejam retomados e referenciados adequadamente, garantindo, ao texto, assim, a progressão textual. Dentre os elementos destacados a seguir, indique aquele que exerce a função de retomar o referente principal introduzido no texto contribuindo com a atividade discursiva.
Alternativas
Q1657388 Medicina
TBS, 50 anos, hipertenso, diabético e tabagista de longa data, comparece ao pronto-socorro com a queixa de dificuldade para respirar e dor retroesternal que piora com o decúbito dorsal. Relata que os sintomas começaram há cinco horas. Ao exame FC = 90 bpm, PA = 160 x 90 mmHG, FR = 32 irpm, Tax = 36,5, SaO2 = 94 %. O médico, então, solicita a realização de um ECG.
Imagem associada para resolução da questão

De acordo com os dados clínicos do paciente e análise do ECG, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Alternativas
Q1657387 Medicina
De acordo com a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) O ecocardiograma transtorácico é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico e o seguimento de pacientes com suspeita de IC.

( ) A radiografia simples do tórax, por sua simplicidade, rapidez de obtenção e ampla disponibilidade, é recomendada na avaliação inicial dos pacientes com sinais e sintomas de IC, para avaliação de cardiomegalia e congestão pulmonar. Vale ressaltar também a alta sensibilidade deste método.

( ) A associação de nitrato e hidralazina no tratamento da IC foi a primeira estratégia vasodilatadora que demonstrou efeitos benéficos sobre desfechos clínicos nos pacientes e ainda tem se mostrado superior ao uso de IECAs.

( ) O uso de betabloqueadores é considerado uma ótima escolha e são usados como primeira linha no tratamento da IC, principalmente devido ao seu rápido efeito na melhora do quadro, já sendo possível observar melhora dos sintomas em poucos dias.

A sequência está correta em
Alternativas
Q1657386 Medicina
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1657385 Medicina
Sobre a pericardite aguda, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1657384 Medicina
Sobre o diagnóstico e classificações a respeito da hipertensão arterial sistêmica, analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) MAPA é o método que permite o registro indireto e intermitente da PA durante 24 horas ou mais, enquanto o paciente realiza suas atividades habituais durante os períodos de vigília e sono. São atualmente consideradas anormais as médias de PA de 24 horas ≥ 130/80 mmHg, vigília ≥ 140/90 mmHg e sono ≥ 120/70 mmHg.

( ) Na aferição da pressão arterial, quando a PAS e a PAD situam-se em categorias diferentes, a PAS deverá ser utilizada para classificação da PA.

( ) A pseudo-hipertensão, que está associada ao processo aterosclerótico, pode ser detectada pela manobra de Osler, ou seja, a artéria radial permanece ainda palpável após a insuflação do manguito pelo menos 30 mmHg acima do desaparecimento do pulso radial.

( ) O Efeito do Avental Branco é a diferença de pressão entre as medidas obtidas no consultório e fora dele, desde que essa diferença seja igual ou superior a 20 mmHg na PAS e/ou 10 mmHg na PAD.

A sequência está correta em
Alternativas
Q1657383 Medicina
JTS, 45 anos, chega à UPA com queixa de queimação intensa retroesternal de início súbito pela manhã, durante o repouso. Tabagista, Dislipidêmico. Nega diabetes e HAS. Ao exame físico, apresenta FC = 96 bpm e PA = 138/80 mmHg. Paciente taquipneico com ausculta pulmonar normal, pulsos periféricos de boa amplitude e ausência de turgência jugular. É realizado um ECG na vigência da dor inicial que evidencia ritmo sinusal, supradesnível do segmento ST > 4 mm nas derivações V1-V3, além de infradesnivelamento do segmento S-T em DII, DIII, aVF, V5 e V6. A dor durou 25 minutos e foi aliviada após a administração de nitrato sublingual. Novo ECG realizado algumas horas após demonstra retorno do segmento S-T à linha de base e inversão da onda T nas derivações V1 a V5. Não houve alteração no nível sérico das enzimas cardíacas. De acordo com os dados clínicos do paciente e a análise dos resultados do ECG, assinale, a seguir, a hipótese diagnóstica mais provável.
Alternativas
Q1657382 Medicina
Assinale, a seguir, a principal causa de óbito na dissecção aórtica.
Alternativas
Q1657381 Medicina
São fatores de risco para Aneurisma de Aorta Abdominal, EXCETO:
Alternativas
Q1657380 Medicina
AST, 70 anos, chega ao pronto-socorro com queixa de palpitações, dispneia e lipotímia. Possui diagnóstico prévio de hipertensão e hipertireoidismo. O médico que a atende solicita um ECG e a examina. O ECG evidencia uma fibrilação atrial. Sobre os seguintes achados no exame físico dessa paciente, marque V para os verdadeiros e F para os falsos.

( ) Variação da fonese de B1.
( ) Hiperfonese de 4ª bulha cardíaca.
( ) Ausculta de batimentos com pulsos periféricos não palpáveis.

A sequência está correta em
Alternativas
Q1657379 Medicina
A dissecção aórtica é uma urgência cardiovascular com alta mortalidade e que necessita de intervenção rápida e precisa. Nesses casos, a classificação de Bakey é utilizada para definir tanto a conduta médica quanto o prognóstico do paciente. Essa classificação considera os locais envolvidos na dissecção para classificá-la. Assinale a alternativa que classifica de modo ERRÔNEO o trajeto de dissecção da aorta.
Alternativas
Q1657378 Saúde Pública
Os gestores do SUS assumem o compromisso público da construção do Pacto Pela Saúde, que será anualmente revisado, com base nos princípios constitucionais do SUS, ênfase nas necessidades de saúde da população e que implicará o exercício simultâneo de definição de prioridades articuladas e integradas nos três componentes: Pacto pela Vida, Pacto em Defesa do SUS e Pacto de Gestão do SUS. Sobre as prioridades e os objetivos do Pacto pela Vida, analise as afirmativas a seguir.

I. Saúde do Idoso – Implantação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, buscando a atenção integral.

II. Contribuir para a redução da mortalidade por câncer de colo do útero e de mama.

III. Reduzir a mortalidade materna, infantil neonatal, infantil por doença diarreica e por pneumonias.

IV. Fortalecer a capacidade de resposta do sistema de saúde às doenças emergentes e endemias com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza.

V. O digiSUS é a estratégia do Ministério da Saúde (MS) de incorporação da saúde digital (e-Saúde) como uma dimensão fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS). Por meio da disponibilização e uso de informação abrangente, de forma precisa e segura, a ação visa à melhoria constante da qualidade dos serviços, dos processos e da atenção à saúde.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1657373 Saúde Pública
São ações que estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO:
Alternativas
Q1657362 Matemática
Considere as matrizes Imagem associada para resolução da questão Dos quatro produtos a seguir A X B, B X A, A X C e B X C, somente um deles é possível de ser feito, segundo os conceitos de operações com matrizes. A matriz resultante, R, desse produto é:
Alternativas
Respostas
1961: C
1962: C
1963: C
1964: A
1965: D
1966: C
1967: B
1968: B
1969: A
1970: C
1971: D
1972: A
1973: A
1974: B
1975: B
1976: C
1977: D
1978: D
1979: C
1980: D