Questões de Concurso
Para prefeitura de peruíbe - sp
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No MS-Word 2016, um usuário alterou a formatação de um trecho de documento que inicialmente estava com o conteúdo seguinte:

Ao término da formatação, o conteúdo do trecho ficou conforme mostrado a seguir:

Quantas aplicações de diferentes opções de formatação (negrito, itálico, tachado, sobrescrito e sublinhado) foram necessárias, no mínimo, para realizar o ajuste no texto?
Observe a seguinte estrutura de pastas no MS-Windows 10, em sua configuração padrão:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Um usuário, posicionado na pasta “Arquivos_Prefeitura -> Prestação de Contas -> 2023 -> Secretarias -> Arquivos-Educação”, executou o atalho ALT + Seta para cima.
É correto afirmar que o usuário foi posicionado na pasta:
Pacientes com sintomas de dengue devem ingerir bastante líquido, e a quantidade varia de acordo com a massa corporal da pessoa. Especialistas da área de saúde orientam que a pessoa infectada beba, por dia, 80 mL de água para cada quilograma da sua massa corporal. Uma pessoa com 54 quilogramas de massa corporal utiliza, para ingerir água, uma garrafa na forma de um paralelepípedo reto retângulo de medidas internas indicadas na figura.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Sabendo-se que 1 cm3 = 1 mL, o número mínimo dessas garrafas, todas elas contendo a capacidade máxima de água que essa pessoa deverá tomar para ingerir o recomendado pelos especialistas é
A tabela a seguir apresenta os números de casos de dengue, por faixa etária e por sexo, de um bairro da Grande São Paulo.

Sabendo-se que a média aritmética dos números dos casos de dengue do sexo masculino supera em 3 unidades a média aritmética dos números dos casos de dengue do sexo feminino, então o número dos casos de dengue do sexo masculino, na faixa etária de 20 a 39 anos, é
Leia o texto para responder à questão.
A história da dengue vem de longe. As primeiras descrições de epidemias de uma doença semelhante à que hoje nos _________ datam do século 18. O vírus só foi isolado em 1943.
Sempre _________ quatro vírus causadores de dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, os quais compartilham entre si dois terços do genoma. São chamados de sorotipos, em função de suas interações com os anticorpos produzidos contra eles, no sangue da pessoa que foi infectada, a qual apresenta fase febril por dois a sete dias. As lesões da pele permanecem por mais três a seis dias depois que a febre cedeu. _________ pequenos sangramentos nasais, vaginais ou nas gengivas ao escovar os dentes.
A mortalidade varia de 0,01% a 5%, dependendo do acesso aos cuidados médicos. Se o paciente _________ o volume de líquido extravasado no adoecimento, a morte pode ser evitável.
O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 60 mililitros de líquido por quilograma de peso, por dia, assim que a febre se instala. Portanto, um adulto de 70 quilos deve tomar cerca de quatro litros por dia, volume quase proibitivo para os que têm náuseas e vômitos. Esses casos exigem hidratação por veia, nem sempre acessível a todos.
É impossível acabar com a dengue no Brasil, mas é vergonhoso convivermos até hoje com as mortes pela doença.
(Drauzio Varella. Dengue, a doença.
www1.folha.uol.com.br, 13.03.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
A história da dengue vem de longe. As primeiras descrições de epidemias de uma doença semelhante à que hoje nos _________ datam do século 18. O vírus só foi isolado em 1943.
Sempre _________ quatro vírus causadores de dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, os quais compartilham entre si dois terços do genoma. São chamados de sorotipos, em função de suas interações com os anticorpos produzidos contra eles, no sangue da pessoa que foi infectada, a qual apresenta fase febril por dois a sete dias. As lesões da pele permanecem por mais três a seis dias depois que a febre cedeu. _________ pequenos sangramentos nasais, vaginais ou nas gengivas ao escovar os dentes.
A mortalidade varia de 0,01% a 5%, dependendo do acesso aos cuidados médicos. Se o paciente _________ o volume de líquido extravasado no adoecimento, a morte pode ser evitável.
O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 60 mililitros de líquido por quilograma de peso, por dia, assim que a febre se instala. Portanto, um adulto de 70 quilos deve tomar cerca de quatro litros por dia, volume quase proibitivo para os que têm náuseas e vômitos. Esses casos exigem hidratação por veia, nem sempre acessível a todos.
É impossível acabar com a dengue no Brasil, mas é vergonhoso convivermos até hoje com as mortes pela doença.
(Drauzio Varella. Dengue, a doença.
www1.folha.uol.com.br, 13.03.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
• … exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco. (1o parágrafo)
• … “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”… (2o parágrafo)
• …a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois… (4o parágrafo)
As expressões destacadas podem ser substituídas, sem prejuízo da norma-padrão de emprego e colocação pronominal, respectivamente, por:
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Houve um tempo em que a velhice parecia vir mais cedo. Mal saídos da juventude, homens e mulheres (eles, em especial) se rendiam, quase sempre sem muita resistência, a costumes – em mais de um sentido da palavra – severos e engravatados. De “moço” e “moça”, passavam, bruscamente, a irremediáveis “senhor” e “senhora”. Desse processo, ninguém escapava. Mas Rubem Braga, convenhamos, exagerava, ao assumir-se como “o velho Braga” antes de lhe vir o primeiro fio de cabelo branco.
Menos conformada é Rachel de Queiroz, que, aos 85 anos, esperneia contra piedosos eufemismos do tipo “terceira idade”. Sem meias palavras, ela diz tudo no título de uma crônica “Não aconselho envelhecer”: “Para que o velho não se sinta tão velho, deixem-no sentir-se livre”, sustenta a octogenária Rachel com veemência de moça.
Ao contrário de Rachel de Queiroz, Otto Lara Resende não esperneia ante o processo de envelhecimento. “Se não é desejável, a velhice é fatal”, rende-se ele em “Vigor e sabedoria” – e, com graça, lembra que “a única alternativa é sinistra”. Para o cronista mineiro, “achar interesse e graça na vida ajuda”, porque “velhice azeda ou ressentida é de amargar”
Com igual leveza, volta ao assunto em “A velhice do bebê”, e lança um olhar para o que nos espera a todos no extremo do percurso, seja ele longo seja ele breve. “Soou a hora, ninguém escapa”, diz Otto. A vida, registrou ele nessa crônica de 17 de outubro de 1992, “é uma sucessão de ciladas”. No seu caso, a maior delas o espreitava pouco mais de dois meses depois, quando um suposto erro médico levou, aos 70, quem irradiava pique para emplacar o dobro disso.
(Humberto Werneck. Senhores & senhoras. https://cronicabrasileira.org.br,
15.03.2019. Adaptado)
Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 06.04.2024)
Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 06.04.2024)
Leia a propaganda.

(https://www.adsoftheworld.com)
As duas frases destacadas na propaganda – “Zombies are real” e “Climate change is not” – podem ser corretamente combinadas por meio do marcador discursivo
Leia o texto.
Bakhtin concebe os gêneros do discurso como tipos de enunciados criados dentro dos vários campos da atividade humana. Consoante tal perspectiva, a linguagem é aprendida por meio de enunciados concretos, ouvidos e reproduzidos na comunicação verbal. Cada um dos vários gêneros apresenta suas próprias exigências em termos de conteúdo, de estrutura e de sequências linguísticas que os compõem. Todos esses aspectos devem ser aprendidos mediante práticas sociais que desenvolvam as capacidades de linguagem dos indivíduos e as estratégias de aprendizagem.
(Abuêndia Padilha Pinto. Gêneros discursivos e ensino de
Língua Inglesa. In: Dionisio, A. P.; Machado, A. R e Bezerra,
M. A (orgs). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro:
Lucerna. 2005, p.48. Adaptado)
Orientações da BNCC para o ensino de Língua Inglesa na Escola Básica correspondem ao conteúdo no parágrafo ao afirmarem que
Leia o texto para responder à questão.
Canada: Educating in and for climate emergency
Climate change is the most urgent crisis facing our planet today. Youth have repeatedly called for action on tackling this crisis, including the implementation of climate change curricula in schools.
Canadian students are among those demanding improvement to the sparse and inconsistent delivery of climate change education. A study published in 2019 found that only about half of Canada’s ministries of education and about 60 per cent of school divisions in the country had sustainabilityspecific policy, with this understood to include governance, curriculum, facilities, research, and community outreach. When climate change topics are taught, key concepts are often missing such as the scientific consensus that humans are causing climate change, or a focus on impacts or solutions.
A recent countrywide survey of 4,035 respondents across the country highlighted the consequences of inadequate climate change education in schools. One-third of Canadians failed a 10-question knowledge quiz. Only around half knew greenhouse gases were the main cause of climate change. Few responded correctly that the average temperature has already increased by more than one degree Celsius. Despite their gaps in knowledge, the majority of survey respondents agreed that we are experiencing a climate emergency and that climate change education should be a high priority.
Ten percent of survey respondents were educators (406 people), and among this group, half said a lack of time is a barrier when attempting to include climate change education within the classroom. In fact, respected international organizations have noted that implementing climate change education in schools cannot continue to fall on the shoulders of overburdened teachers.
The traditional way of teaching doesn’t work for complex topics like climate change. Teachers need to shift towards student-directed inquiry and active, real-world learning. It’s not enough to simply quote scientific facts, as a focus on “doom and gloom” can intensify eco-anxiety. Best practices for climate change education include the opportunity to take personal and collective action.
(Karen S. Acton. http://theconversation.com, 07.03.2023. Adaptado)
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