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Q3345682 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    O que é mais importante em sua vida: ser feliz ou ser rico? Foi baseado nessa ideia que o Butão instituiu a Felicidade Interna Bruta (FIB). Em 1972, seu novo rei, Jigme Singye, declarou durante sua posse que a FIB é mais importante que o Produto Interno Bruto (PIB). A partir daí, baseou todo seu governo em quatro premissas: desenvolvimento econômico sustentável e equitativo, preservação da cultura, conservação do meio ambiente e boa governança. Essa política virou realidade, e o Butão hoje mostra ao mundo que o nosso conceito de avaliação de países está errado. Veja-se o exemplo dos Estados Unidos, onde o PIB é considerado alto e ao mesmo tempo aumentam os índices de criminalidade, os casos de divórcios, as guerras, as neuroses e toda sorte de infelicidade. O problema é que o PIB só se preocupa com o crescimento material e não leva em conta se a riqueza foi gerada a partir de destruição de lares ou do meio ambiente.

    Os “especialistas” impuseram ao mundo o conceito de que o crescimento econômico é a base e o objetivo das sociedades, e isso está nos levando ao desastre. Uma nova empresa que se instala em uma região traz, sem dúvida, um aumento do PIB dessa região, mas, se for acompanhado de uma degradação ambiental, da saúde e do bem-estar da comunidade, o resultado final será uma perda de qualidade de vida, mesmo com crescimento econômico. O primeiro-ministro do Butão explicou que é responsabilidade do Estado criar um ambiente que permita ao cidadão aumentar sua felicidade, e é enfático ao afirmar que o sucesso de uma nação deve ser avaliado pela sua qualidade de vida e felicidade de seu povo, e não pela sua habilidade de produzir e consumir. 

    O modelo econômico atual tem que ser modificado, _______ exemplo do que fez o Butão e _______ medida que enxergamos os seus problemas, e devemos nos dispor _______ buscar e concretizar outros modelos mais favoráveis ________ felicidade no planeta Terra.


(Célio Pezza. Felicidade Interna Bruta (FIB) versus PIB.

Disponível em: https://congressoemfoco.uol.com.br.

Acesso em 21.01.2011. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3345681 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    O que é mais importante em sua vida: ser feliz ou ser rico? Foi baseado nessa ideia que o Butão instituiu a Felicidade Interna Bruta (FIB). Em 1972, seu novo rei, Jigme Singye, declarou durante sua posse que a FIB é mais importante que o Produto Interno Bruto (PIB). A partir daí, baseou todo seu governo em quatro premissas: desenvolvimento econômico sustentável e equitativo, preservação da cultura, conservação do meio ambiente e boa governança. Essa política virou realidade, e o Butão hoje mostra ao mundo que o nosso conceito de avaliação de países está errado. Veja-se o exemplo dos Estados Unidos, onde o PIB é considerado alto e ao mesmo tempo aumentam os índices de criminalidade, os casos de divórcios, as guerras, as neuroses e toda sorte de infelicidade. O problema é que o PIB só se preocupa com o crescimento material e não leva em conta se a riqueza foi gerada a partir de destruição de lares ou do meio ambiente.

    Os “especialistas” impuseram ao mundo o conceito de que o crescimento econômico é a base e o objetivo das sociedades, e isso está nos levando ao desastre. Uma nova empresa que se instala em uma região traz, sem dúvida, um aumento do PIB dessa região, mas, se for acompanhado de uma degradação ambiental, da saúde e do bem-estar da comunidade, o resultado final será uma perda de qualidade de vida, mesmo com crescimento econômico. O primeiro-ministro do Butão explicou que é responsabilidade do Estado criar um ambiente que permita ao cidadão aumentar sua felicidade, e é enfático ao afirmar que o sucesso de uma nação deve ser avaliado pela sua qualidade de vida e felicidade de seu povo, e não pela sua habilidade de produzir e consumir. 

    O modelo econômico atual tem que ser modificado, _______ exemplo do que fez o Butão e _______ medida que enxergamos os seus problemas, e devemos nos dispor _______ buscar e concretizar outros modelos mais favoráveis ________ felicidade no planeta Terra.


(Célio Pezza. Felicidade Interna Bruta (FIB) versus PIB.

Disponível em: https://congressoemfoco.uol.com.br.

Acesso em 21.01.2011. Adaptado)

As lacunas do texto devem ser, correta e respectivamente, preenchidas por:
Alternativas
Q3345680 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A Finlândia é heptacampeã em felicidade. De acordo com o Relatório Mundial de Felicidade de 2024, a Finlândia foi considerada o “país mais feliz do mundo” (aspas propositais: quem sabe explicar o que é ser feliz?) pelo sétimo ano consecutivo. Entre os 140 países que participaram do estudo, a Dinamarca ficou em segundo e a Islândia em terceiro lugar. A pesquisa mede o que eu chamaria de “Felicidade Nacional Bruta” – algo como o Produto Interno Bruto (PIB) da felicidade – e serve de termômetro para classificar um sentimento tão inexato quanto imensurável.


    Tenho minhas ressalvas. Vamos começar pelo próprio termômetro: não entendo como alguém consegue se sentir feliz vivendo em um lugar onde, durante os quatro meses de inverno, o sol nasce às 9h30 e se põe às 15h30 e a temperatura varia entre –5º e –20º. Tenho outro argumento importante: nunca vi um finlandês feliz, talvez porque eu nunca tenha conhecido nenhum finlandês, mas é fato.


    A felicidade é subjetiva, não segue uma linha reta, não é binária, não se resume a uma escala numérica, não é ser ou não ser. Comparar culturas diferentes por um critério universal não é tão simples.


    A Finlândia tem o hepta, mas só nós temos o Rio de Janeiro, água de coco, abacaxi, caipirinha, brigadeiro, pão de queijo e um pão francês que nem a França tem igual. Eles têm felicidade, mas só aqui há uma alegria sem explicação, praias e calor – não só humano. Lá não há a paixão desenfreada, a bossa nova, a vontade de rir à toa – na vida e da vida. Aqui temos esperança… de um dia nos tornarmos uma Finlândia.


    Aqui os sorrisos são gratuitos, lá custam um pouco mais caro. Na Finlândia, vangloriar-se da boa sorte é considerado deselegante (“se você está feliz, deve escondê-lo”, diz um ditado local). Não há sorrisos desnecessários, a felicidade fica confinada para dentro de casa; os sorrisos são discretos, econômicos, quase esquecidos. Já os nossos, cheios de dentes, se reproduzem se nutrindo deles mesmos.


(Becky S. Korich. O que a Finlândia tem que o Brasil não tem? Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em 25.03.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que os vocábulos em destaque estabelecem, no contexto em que foram empregados, relação de sentido de modo e de restrição, respectivamente.

Alternativas
Q3345679 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A Finlândia é heptacampeã em felicidade. De acordo com o Relatório Mundial de Felicidade de 2024, a Finlândia foi considerada o “país mais feliz do mundo” (aspas propositais: quem sabe explicar o que é ser feliz?) pelo sétimo ano consecutivo. Entre os 140 países que participaram do estudo, a Dinamarca ficou em segundo e a Islândia em terceiro lugar. A pesquisa mede o que eu chamaria de “Felicidade Nacional Bruta” – algo como o Produto Interno Bruto (PIB) da felicidade – e serve de termômetro para classificar um sentimento tão inexato quanto imensurável.


    Tenho minhas ressalvas. Vamos começar pelo próprio termômetro: não entendo como alguém consegue se sentir feliz vivendo em um lugar onde, durante os quatro meses de inverno, o sol nasce às 9h30 e se põe às 15h30 e a temperatura varia entre –5º e –20º. Tenho outro argumento importante: nunca vi um finlandês feliz, talvez porque eu nunca tenha conhecido nenhum finlandês, mas é fato.


    A felicidade é subjetiva, não segue uma linha reta, não é binária, não se resume a uma escala numérica, não é ser ou não ser. Comparar culturas diferentes por um critério universal não é tão simples.


    A Finlândia tem o hepta, mas só nós temos o Rio de Janeiro, água de coco, abacaxi, caipirinha, brigadeiro, pão de queijo e um pão francês que nem a França tem igual. Eles têm felicidade, mas só aqui há uma alegria sem explicação, praias e calor – não só humano. Lá não há a paixão desenfreada, a bossa nova, a vontade de rir à toa – na vida e da vida. Aqui temos esperança… de um dia nos tornarmos uma Finlândia.


    Aqui os sorrisos são gratuitos, lá custam um pouco mais caro. Na Finlândia, vangloriar-se da boa sorte é considerado deselegante (“se você está feliz, deve escondê-lo”, diz um ditado local). Não há sorrisos desnecessários, a felicidade fica confinada para dentro de casa; os sorrisos são discretos, econômicos, quase esquecidos. Já os nossos, cheios de dentes, se reproduzem se nutrindo deles mesmos.


(Becky S. Korich. O que a Finlândia tem que o Brasil não tem? Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em 25.03.2024. Adaptado)

No trecho – … os sorrisos são discretos, econômicos, quase esquecidos. Já os nossos, cheios de dentes, se reproduzem se nutrindo deles mesmos – (5º parágrafo), observa-se entre a ideia antes do ponto final e a que está depois do ponto final relação de

Alternativas
Q3345678 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A Finlândia é heptacampeã em felicidade. De acordo com o Relatório Mundial de Felicidade de 2024, a Finlândia foi considerada o “país mais feliz do mundo” (aspas propositais: quem sabe explicar o que é ser feliz?) pelo sétimo ano consecutivo. Entre os 140 países que participaram do estudo, a Dinamarca ficou em segundo e a Islândia em terceiro lugar. A pesquisa mede o que eu chamaria de “Felicidade Nacional Bruta” – algo como o Produto Interno Bruto (PIB) da felicidade – e serve de termômetro para classificar um sentimento tão inexato quanto imensurável.


    Tenho minhas ressalvas. Vamos começar pelo próprio termômetro: não entendo como alguém consegue se sentir feliz vivendo em um lugar onde, durante os quatro meses de inverno, o sol nasce às 9h30 e se põe às 15h30 e a temperatura varia entre –5º e –20º. Tenho outro argumento importante: nunca vi um finlandês feliz, talvez porque eu nunca tenha conhecido nenhum finlandês, mas é fato.


    A felicidade é subjetiva, não segue uma linha reta, não é binária, não se resume a uma escala numérica, não é ser ou não ser. Comparar culturas diferentes por um critério universal não é tão simples.


    A Finlândia tem o hepta, mas só nós temos o Rio de Janeiro, água de coco, abacaxi, caipirinha, brigadeiro, pão de queijo e um pão francês que nem a França tem igual. Eles têm felicidade, mas só aqui há uma alegria sem explicação, praias e calor – não só humano. Lá não há a paixão desenfreada, a bossa nova, a vontade de rir à toa – na vida e da vida. Aqui temos esperança… de um dia nos tornarmos uma Finlândia.


    Aqui os sorrisos são gratuitos, lá custam um pouco mais caro. Na Finlândia, vangloriar-se da boa sorte é considerado deselegante (“se você está feliz, deve escondê-lo”, diz um ditado local). Não há sorrisos desnecessários, a felicidade fica confinada para dentro de casa; os sorrisos são discretos, econômicos, quase esquecidos. Já os nossos, cheios de dentes, se reproduzem se nutrindo deles mesmos.


(Becky S. Korich. O que a Finlândia tem que o Brasil não tem? Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em 25.03.2024. Adaptado)

No trecho – De acordo com o Relatório Mundial de Felicidade de 2024, a Finlândia foi considerada o “país mais feliz do mundo” […] – (1º parágrafo), a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que em:

Alternativas
Q3345677 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A Finlândia é heptacampeã em felicidade. De acordo com o Relatório Mundial de Felicidade de 2024, a Finlândia foi considerada o “país mais feliz do mundo” (aspas propositais: quem sabe explicar o que é ser feliz?) pelo sétimo ano consecutivo. Entre os 140 países que participaram do estudo, a Dinamarca ficou em segundo e a Islândia em terceiro lugar. A pesquisa mede o que eu chamaria de “Felicidade Nacional Bruta” – algo como o Produto Interno Bruto (PIB) da felicidade – e serve de termômetro para classificar um sentimento tão inexato quanto imensurável.


    Tenho minhas ressalvas. Vamos começar pelo próprio termômetro: não entendo como alguém consegue se sentir feliz vivendo em um lugar onde, durante os quatro meses de inverno, o sol nasce às 9h30 e se põe às 15h30 e a temperatura varia entre –5º e –20º. Tenho outro argumento importante: nunca vi um finlandês feliz, talvez porque eu nunca tenha conhecido nenhum finlandês, mas é fato.


    A felicidade é subjetiva, não segue uma linha reta, não é binária, não se resume a uma escala numérica, não é ser ou não ser. Comparar culturas diferentes por um critério universal não é tão simples.


    A Finlândia tem o hepta, mas só nós temos o Rio de Janeiro, água de coco, abacaxi, caipirinha, brigadeiro, pão de queijo e um pão francês que nem a França tem igual. Eles têm felicidade, mas só aqui há uma alegria sem explicação, praias e calor – não só humano. Lá não há a paixão desenfreada, a bossa nova, a vontade de rir à toa – na vida e da vida. Aqui temos esperança… de um dia nos tornarmos uma Finlândia.


    Aqui os sorrisos são gratuitos, lá custam um pouco mais caro. Na Finlândia, vangloriar-se da boa sorte é considerado deselegante (“se você está feliz, deve escondê-lo”, diz um ditado local). Não há sorrisos desnecessários, a felicidade fica confinada para dentro de casa; os sorrisos são discretos, econômicos, quase esquecidos. Já os nossos, cheios de dentes, se reproduzem se nutrindo deles mesmos.


(Becky S. Korich. O que a Finlândia tem que o Brasil não tem? Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em 25.03.2024. Adaptado)

No trecho – A pesquisa […] serve de termômetro para classificar um sentimento tão inexato quanto imensurável – (1º parágrafo), foi empregado em sentido figurado o vocábulo

Alternativas
Q3345676 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A Finlândia é heptacampeã em felicidade. De acordo com o Relatório Mundial de Felicidade de 2024, a Finlândia foi considerada o “país mais feliz do mundo” (aspas propositais: quem sabe explicar o que é ser feliz?) pelo sétimo ano consecutivo. Entre os 140 países que participaram do estudo, a Dinamarca ficou em segundo e a Islândia em terceiro lugar. A pesquisa mede o que eu chamaria de “Felicidade Nacional Bruta” – algo como o Produto Interno Bruto (PIB) da felicidade – e serve de termômetro para classificar um sentimento tão inexato quanto imensurável.


    Tenho minhas ressalvas. Vamos começar pelo próprio termômetro: não entendo como alguém consegue se sentir feliz vivendo em um lugar onde, durante os quatro meses de inverno, o sol nasce às 9h30 e se põe às 15h30 e a temperatura varia entre –5º e –20º. Tenho outro argumento importante: nunca vi um finlandês feliz, talvez porque eu nunca tenha conhecido nenhum finlandês, mas é fato.


    A felicidade é subjetiva, não segue uma linha reta, não é binária, não se resume a uma escala numérica, não é ser ou não ser. Comparar culturas diferentes por um critério universal não é tão simples.


    A Finlândia tem o hepta, mas só nós temos o Rio de Janeiro, água de coco, abacaxi, caipirinha, brigadeiro, pão de queijo e um pão francês que nem a França tem igual. Eles têm felicidade, mas só aqui há uma alegria sem explicação, praias e calor – não só humano. Lá não há a paixão desenfreada, a bossa nova, a vontade de rir à toa – na vida e da vida. Aqui temos esperança… de um dia nos tornarmos uma Finlândia.


    Aqui os sorrisos são gratuitos, lá custam um pouco mais caro. Na Finlândia, vangloriar-se da boa sorte é considerado deselegante (“se você está feliz, deve escondê-lo”, diz um ditado local). Não há sorrisos desnecessários, a felicidade fica confinada para dentro de casa; os sorrisos são discretos, econômicos, quase esquecidos. Já os nossos, cheios de dentes, se reproduzem se nutrindo deles mesmos.


(Becky S. Korich. O que a Finlândia tem que o Brasil não tem? Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em 25.03.2024. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que a autora

Alternativas
Q3345675 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão




(Will Leite. A rápida destruição do planeta.

Disponível em: www.willtirando.com.br. Acesso em 21.04.2024)

No trecho – … e se comprometeram a destruir o planeta mais devagar – (4º quadro), a expressão destacada pode ser substituída, mantendo o sentido original e a norma- -padrão de regência, por:
Alternativas
Q3345674 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão




(Will Leite. A rápida destruição do planeta.

Disponível em: www.willtirando.com.br. Acesso em 21.04.2024)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que as medidas anunciadas pela empresa
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Q3231685 Psicologia
A entrevista psicológica é uma relação com características particulares que se estabelece entre duas ou mais pessoas sendo que, diferentemente da consulta e da anamnese, objetiva
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Q3231684 Psicologia
O procedimento realizado pelos órgãos da rede de proteção com o objetivo de assegurar o acompanhamento da vítima ou da testemunha de violência, para a superação das consequências da violação sofrida, limitado ao estritamente necessário para o cumprimento da finalidade de proteção social e de provimento de cuidados, é denominado
Alternativas
Q3231683 Psicologia
Em situações que envolvem revelação ou retratação de situações de violência sexual, pode ser identificada a interferência de figuras de referência das crianças. Essa situação convoca os psicólogos que atuam nesse contexto a
Alternativas
Q3231682 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A Lei nº 13.257, de 8 de março de 2016, que dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância passou a ser conhecida como o “Marco Legal da Primeira Infância”, e considera primeira infância o período que abrange
Alternativas
Q3231681 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), a educação constitui direito da pessoa com deficiência. Assim, incumbe ao poder público assegurar, implementar, acompanhar e avaliar
Alternativas
Q3231680 Serviço Social
Nas políticas de proteção social, o conceito de risco social é amplamente utilizado, indicando, principalmente,
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Q3231679 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
De acordo com o Estatuto do Idoso (2003), os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra pessoas idosas
Alternativas
Q3231678 Serviço Social
Na Políticas Nacionais de Assistência Social, o olhar interdisciplinar dos membros da equipe foi escolhido para melhor compreender os direitos socioassistenciais e as vulnerabilidades sociais, devido
Alternativas
Q3231677 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O art. 35 da Lei nº 12.594 de 2012, que institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), apresenta que a execução das medidas socioeducativas rege-se, dentre outras coisas, pelo princípio da
Alternativas
Q3231676 Psicologia
É fundamental destacar o surgimento, no fim século passado, de importante marco conceitual no âmbito das pesquisas sobre a necessidade de diferenciar o sexo biológico de sua tradução social em papéis sociais, expectativas de comportamentos e as relações de poder entre homens e mulheres na sociedade. Trata-se
Alternativas
Q3231675 Psicologia
O psicólogo no atendimento a mulher em situação de violência deverá ter clareza acerca das referências teóricas, técnicas e metodológicas, as quais, para nortear a sua atuação profissional, devem ser
Alternativas
Respostas
1281: E
1282: B
1283: C
1284: D
1285: D
1286: B
1287: A
1288: B
1289: C
1290: D
1291: C
1292: E
1293: D
1294: A
1295: D
1296: C
1297: C
1298: E
1299: B
1300: D