Questões de Concurso Para prefeitura de orlândia - sp

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Q2155209 Matemática
A densidade demográfica de uma cidade, também chamada de densidade populacional, é a razão entre seu total de habitantes e sua a área territorial. Considere que essa densidade demográfica seja o único fator que deve ser analisado na hora de redistribuir os investimentos do governo estadual entre essas cidades, sendo a cidade de maior densidade demográfica a que receberá maior percentual de investimento: 
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Analisando os dados da tabela pode-se afirmar que a cidade que receberá maior investimento do governo estadual é a cidade 
Alternativas
Q2155208 Matemática
Um funcionário novato de uma grande empresa se deu conta que durante os 30 dias que esteve trabalhando em seu novo emprego ainda não havia recebido nenhum e-mail e relatou o problema para os funcionários da parte de TI da organização. Como resposta a seu questionamento foi informado que ele estava acessando o e-mail errado e, por isso, não identificava o recebimento de nenhum e-mail, uma vez que eles estavam indo para outro endereço eletrônico. Quando se deu conta do equívoco e abriu a caixa de e-mails correta, se deparou com um total de 600 e-mails não lidos. Esses e-mails chegavam sempre pela manhã e todos os dias na mesma quantidade. Imaginando que eles continuariam chegando com a mesma frequência e sempre nos mesmos horários, quantos e-mails o funcionário deverá responder por dia para que, ao final de 10 dias, o equivalente a 20% dos e-mails recebidos sejam respondidos?
Alternativas
Q2155207 Raciocínio Lógico
Em um show de mágica, um ilusionista separou todas as 13 cartas de um mesmo naipe de um baralho para fazer um truque. Junto com essas 13 cartas, ele colocou uma única carta de um naipe diferente, escolhida por um espectador e embaralhou, misturando todas as cartas. Com as cartas viradas para baixo sem que o mágico consiga identificá-las, ele as separou em dois montantes iguais e pediu ao espectador para olhar as cartas dos dois montantes e revelar em qual deles está a carta com um naipe diferente. Após ser revelado o montante correto, o ilusionista retira, sem olhar, uma única carta desse montante e acertou a carta escolhida. Claramente o ilusionista usou um truque para descobrir a carta correta, pois a probabilidade não estava a seu favor, já que a chance de encontrar a carta selecionada no montante era de: 
Alternativas
Q2155206 Matemática
Guilherme adora tomar café, mas sempre erra as proporções na hora de prepará-lo. Para facilitar o processo, resolveu anotar as quantidades que sua esposa usa para preparar o café da manhã. Ele anotou que, quando ela faz café para 4 pessoas, utiliza 600 ml de água e 4 colheres de pó de café. Certo dia Guilherme recebeu a visita de alguns amigos e quis preparar um café para eles. Como estavam em 10 pessoas, Guilherme decidiu usar 15 colheres de pó de café. Sendo assim, para continuar seguindo as mesmas proporções da sua anotação, Guilherme deverá usar qual quantidade de água? 
Alternativas
Q2155205 Matemática
Gustavo e seus amigos foram a uma pizzaria e pediram duas pizzas: uma salgada e uma doce. A pizza salgada foi dividida igualmente em N pedaços e Gustavo comeu 3 desses pedaços. Já a pizza doce foi dividida igualmente em M pedaços e Gustavo comeu apenas 2 pedaços. Sabe-se que as pizzas têm o mesmo tamanho e que Gustavo comeu o equivalente a 2/5 de uma pizza inteira, sendo 75% deste total referente à pizza salgada. Neste caso, pode-se afirmar que a pizza salgada foi dividida em: 
Alternativas
Q2155204 Matemática
Marcos deseja comprar cadeiras na cidade vizinha para revender na sua loja. Se fosse comprar as cadeiras em sua cidade, cada uma delas teria um custo de R$ 50,00 enquanto que na cidade vizinha ele consegue comprá-las a R$ 35,00 cada, mas teria um custo adicional de R$ 100,00 de frete para buscá-las. Qual deve ser a menor quantidade de cadeiras que Marcos precisa comprar para compensar a compra das cadeiras na cidade vizinha? 
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Q2155203 Raciocínio Lógico
Um haras separou seus animais em grupos e os distribuiu em conjuntos conforme suas características. O conjunto dos cavalos, representado por C, contém todos os animais equinos machos da propriedade. Alguns dos animais já participaram de concursos de marcha e foram consagrados campeões; por isso também fazem parte de um outro conjunto, o conjunto dos estrelados, representado por E, que contém animais machos e fêmeas que já foram campeões em alguma categoria. Para identificar apenas os equinos machos que já foram campeões, o conjunto formado poderá ser representado por: 
Alternativas
Q2155202 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
Assinale a alternativa que apresenta uma proposta de reescrita que mantém a correção gramatical e o sentido original do trecho: [...] “posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.” (1º§).
Alternativas
Q2155201 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
Levando em consideração que o sujeito é um dos termos essenciais da oração, assinale a alternativa que apresente, respectivamente, as corretas classificações dos sujeitos assinalados na frase “Hão de pensar que és maltratada, [...]” (10§). 
Alternativas
Q2155200 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
No que tange à posição de sílabas tônicas, a única opção que contempla um par de termos de mesma classificação é: 
Alternativas
Q2155199 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
A palavra “última” citada no texto é acentuada pela mesma razão que:
Alternativas
Q2155198 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
Levando em consideração a norma culta da Língua Portuguesa, há ERRO de grafia em: 
Alternativas
Q2155197 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
No trecho “[...] mas eu antes quisera que cantasses outra coisa [...] (6º§)”, as formas verbais destacadas expressam, respectivamente,
Alternativas
Q2155196 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
A partir da leitura do texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q2155195 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
No trecho [...] “ah! não devo falar [...]” (7º§), a classificação morfológica dos termos destacados corresponde, respectivamente, a 
Alternativas
Q2155194 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
Ao descrever a beleza de Malvina como “eclipsada” quando na presença de Isaura, o autor sugere que a beleza 
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Q2155193 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
Sabe-se que a leitura de literatura, especialmente no que tange à clássica, demanda por parte do leitor o processo de inferência de certos vocábulos por diversas razões, entre as quais é possível citar o rebuscamento do linguajar literário e o uso de termos que, devido às constantes variações linguísticas através do tempo, caíram em desuso. No entanto, a compreensão do texto não se prejudica, pois, através do contexto, é possível identificar o significado de expressões que se encaixam nestas circunstâncias. Portanto, através da leitura do trecho, é possível inferir que os termos “ademanes” e “copla” se referem, respectivamente, a 
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Q2155132 Conhecimentos Gerais
Atualmente, existem cerca de 800 mil indígenas habitando o território brasileiro. “Os povos indígenas são os habitantes originários do território brasileiro e estavam presentes aqui antes da chegada dos europeus, no final do século XV. Existe uma grande diversidade de povos indígenas no Brasil, e a população de índios, segundo critérios do Censo de 2010, é de aproximadamente 817 mil.”
(Disponível em: Povos indígenas do Brasil – Brasil Escola. Acesso em: 28/02/2023.)

Quanto aos povos indígenas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O indivíduo, ao ser identificado como índio, deverá viver em sua tribo de origem mantendo suas características de sua etnia. ( ) Reconhecidos “naturalmente ecologistas”, os povos indígenas devem ser reconhecidos como por terem manejado os recursos naturais de maneira adequada em todo território nacional. ( ) Os povos indígenas têm total direito de utilizar qualquer tecnologia disponível em nossa sociedade.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q2155131 Conhecimentos Gerais
“Segundo depoimento de próprio Niemeyer, o prédio do Congresso Nacional é sua obra predileta no conjunto. Esse palácio é composto por duas cúpulas que representam os plenários da Câmara dos Deputados (virada para cima) e do Senado Federal (virada para baixo). Ainda há os dois prédios verticais de 28 andares – os mais altos de Brasília – onde funcionam as administrações das duas Casas Legislativas. Ambos estão unidos por uma passarela, formando a letra ‘H’, uma alusão aos conceitos de ‘homem, honra e honestidade’. Com a fachada voltada para a Praça dos Três Poderes, o Palácio do Planalto é revestido de mármore branco e, além de abrigar o gabinete do __________________, no terceiro andar, é palco da maioria das reuniões ministeriais, realizadas em um amplo salão no segundo andar.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Q2155130 História e Geografia de Estados e Municípios
A Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, foi eleita a melhor praia do mundo em 2023. A plataforma TripAdvisor descreve a Baía como uma “bela praia remota” que só pode ser acessada descendo escadas e degraus de pedra e que possui “majestosas falésias de tirar o fôlego”. O local é muito admirado por estar cercado de vegetação, ter água turquesa transparente e areias bem clarinhas, combo perfeito para a prática de esportes aquáticos, como o mergulho. A praia faz parte do paradisíaco arquipélago brasileiro fica a cerca de 354 quilômetros da costa do Brasil continental. Vale ressaltar que não é a primeira vez que a Baía do Sancho figura na mesma lista: no ano passado, a praia brasileira apareceu no sétimo lugar entre as 25 melhores do mundo; já em 2021 ficou na terceira posição.
(Disponível em: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/ noticias/baia-do-sancho-em-fernando-de-noronha-e-eleita-a-melhorpraia-do-mundo-em-2023/. Acesso em: 28/02/2023. Adaptado.)

A praia Baía do Sancho pertence ao estado de: 
Alternativas
Respostas
181: B
182: B
183: B
184: C
185: A
186: B
187: D
188: A
189: D
190: A
191: D
192: B
193: D
194: A
195: B
196: B
197: B
198: A
199: B
200: D