Questões de Concurso Para prefeitura de laranjal paulista - sp

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Q1862155 Matemática
Bernardo e Bruno são colegas de trabalho. Bernardo tira folga a cada 6 dias e Bruno a cada 18 dias. Se no dia 1º de setembro eles tiraram folga juntos, qual será o próximo dia que irão tirar folga juntos novamente?
Alternativas
Q1862152 Português
Está em desacordo com a norma culta da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q1862151 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia.” 7º§
A palavra destacada expressa uma ideia de:
Alternativas
Q1862150 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
“O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal [...].” 5º§
As ideias contidas nessa frase são baseadas em dados, principalmente,
Alternativas
Q1862149 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade, reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.


Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.

[...]


Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.


Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?


Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.


A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.


Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.


No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.


Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
De acordo com o texto, são causas das queixas de falta de memória, exceto:
Alternativas
Q2411221 Enfermagem

Diante da seguinte prescrição, assinale a alternativa relacionada à dosagem que deverá ser administrada:


- Tramadol 60mg com apresentação em ampola de 3ml (25mg/ml).

Alternativas
Q2411220 Enfermagem

No que se refere à nutrição parenteral, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – A nutrição parenteral periférica pode ser administrada em uma única veia central calibrosa.

II – Um dos efeitos colaterais metabólicos mais comuns das altas concentrações de dextrose é a hiperglicemia.

III – Alguns medicamentos podem ser adicionados à bolsa de NPT depois que a solução foi preparada pelo profissional.

Alternativas
Q2411219 Enfermagem

No que se refere ao isolamento por aerossol, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – A intenção do isolamento é impedir o avanço de microrganismos maiores que 5 microns.

II – Aplica-se à varicela e à tuberculose, por exemplo.

III – Para acessar o ambiente, é necessário o uso de máscara profissional (N-95).

Alternativas
Q2411218 Enfermagem

No que se refere ao isolamento respiratório por gotícula, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – É indicado quando há possibilidade de transmissão de microrganismos por gotículas menores que 5 microns.

II – Tosse, espirro ou uma conversa próxima podem gerar a contaminação.

III – O paciente pode ser internado com outros infectados, mesmo que por microrganismos diferentes.

Alternativas
Q2411217 Enfermagem

Como se sabe, a prática da higienização das mãos reduz significativamente a transmissão de microrganismos e, por conseguinte, diminui a incidência das infecções preveníveis, reduzindo a morbimortalidade em serviços de saúde:

Com relação ao tema, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – A higienização das mãos deve ser realizada apenas quando o profissional de saúde entrar em contato direito com fluidos e secreções.

II – Nos serviços de saúde é recomendado o uso de sabonetes em barra, devido ao baixo custo, facilidade de uso e menor risco de contaminação do produto.

III – O sabonete comum contém agentes antimicrobianos, sendo o produto mais adequado para a higienização em ambientes hospitalares.

Alternativas
Q2411216 Enfermagem

No que se refere aos materiais necessários para verificar sinais vitais, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Estetoscópio.

II – Algodão e álcool 70%.

III – Cuba rim.

Alternativas
Q2411215 Enfermagem

Das alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO apresenta um insumo necessário para higienização das mãos:

Alternativas
Q2411214 Enfermagem

No que se refere ao choque hipovolêmico, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – É o tipo menos frequente de choque.

II – Há uma diminuição no volume intravascular.

III – Redistribuir o volume de líquidos corporais é um dos objetivos do tratamento.

Alternativas
Q2411213 Enfermagem

Assinale a alternativa que apresenta a via correta para a administração da nutrição enteral:

Alternativas
Q2411212 Enfermagem

Como se sabe, as técnicas assépticas são utilizadas para eliminar e excluir patógenos como limpeza geral, lavagem frequente e completa das mãos, isolamento de pacientes infectados, esterilização e desinfecção. Com relação ao assunto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – A mudança de decúbito deve ser realizada na técnica de assepsia médica.

II – A realização de sinais vitais é realizada na técnica de assepsia médica.

III – O cateterismo vesical deve ser realizado na técnica de assepsia cirúrgica.

Alternativas
Q2411211 Enfermagem

Foi prescrito a um determinado paciente a administração de 50 gotas de um analgésico. Diante desse dado, tem-se que o técnico de enfermagem deverá aplicar a seguinte quantidade de medicamento:

Alternativas
Q2411210 Enfermagem

Com relação aos cuidados em casos de choque, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – controlar a glicemia capilar.

II – coletar exames laboratoriais.

III – realizar oxigenoterapia.

Alternativas
Q2411207 Enfermagem

De acordo com o artigo 13 da Lei n. 7.498/1986, cabe ao Auxiliar de Enfermagem:


I – executar ações de tratamento complexo.

II – observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.

III – prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente.

Alternativas
Q2411203 Enfermagem

Assinale a alternativa que apresenta uma das causas de pressão convergente:

Alternativas
Respostas
1901: E
1902: B
1903: D
1904: C
1905: B
1906: E
1907: A
1908: D
1909: D
1910: B
1911: E
1912: D
1913: A
1914: D
1915: A
1916: E
1917: C
1918: E
1919: D
1920: D