Questões de Concurso
Para prefeitura de guararema - sp
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Durante os 11 primeiros dias de certo mês, foi feita a contagem dos números de ônibus que partiram atrasado de certo terminal.
Com esses dados foi construído o seguinte gráfico:

De acordo com o gráfico, é necessariamente verdadeiro que
Considere os preços unitários das mesmas marcas de alguns materiais vendidos em duas papelarias a seguir:

Laura comprou 2 lapiseiras, 5 borrachas e 3 cadernos na papelaria X. Para comprar essas mesmas quantidades dos mesmos materiais na papelaria Y, Laura gastaria
Certo dia, em um centro de atendimento ao cliente, a média dos números de chamadas atendidas por operador foi igual a 41, sendo que um deles atendeu 57 ligações nesse dia. Entre os demais operadores, metade atendeu, cada um, a 35 ligações, e a outra metade atendeu, cada um, a 45 ligações.
O número total de operadores desse centro é
Um enfeite tem o formato de um bloco retangular, sendo que a face que fica apoiada sobre o chão é um quadrado de 64 cm2 de área, e uma de suas faces laterais é um retângulo de 120 cm2 de área.
O volume desse enfeite é
Um pentágono foi dividido em dois trapézios retângulos, de maneira que esses trapézios passaram a ter em comum uma base de medida 2 cm, conforme mostra a figura:

A área desse pentágono é
Os 227 funcionários de uma empresa estão participando de um treinamento em um hotel. Todos esses funcionários foram alojados em 86 quartos, alguns quartos com 2 pessoas em cada e os demais quartos com 3 pessoas em cada.
O número de funcionários que estão alojados em quartos com 3 pessoas excede o número de funcionários que estão alojados em quartos com 2 pessoas em
Em uma escola, o número de professores auxiliares excede em 3 o número de professores. Para uma atividade, cada professor auxiliar produziu uma ficha de leitura para cada professor, num total de 304 fichas.
Nessa escola, a soma dos números de professores e professores auxiliares é igual a
Um ensaio para a dança de abertura de uma competição está acontecendo em um estádio. O diretor do espetáculo organizou todos os dançarinos inicialmente presentes em linhas e colunas igualmente espaçadas, cada coluna com o mesmo número de dançarinos e de maneira que o número de linhas excedia em 13 o número de colunas. Com a chegada de mais 36 dançarinos, o diretor fez uma nova organização, de maneira que na nova disposição os dançarinos se distribuiriam em 2 colunas a mais, e 1 linha a menos relativamente à disposição inicial.
Nessa nova disposição, o número de colunas formadas foi
Para a organização de um espaço para shows são necessários que 8 montadores trabalhem 6 horas por dia durante 3 dias.
Considerando que esse serviço mantenha uma relação de proporcionalidade com as horas de trabalho por montador, a organização desse espaço também pode ser feita em 5 dias por apenas 6 montadores, de maneira que cada um deles trabalhe, por dia, durante
Um mercado possui duas caixas registradoras, denominadas caixa A e caixa B. Para facilitar o troco dos pagamentos, o gerente desse mercado, no início do dia, colocou determinada quantia de dinheiro trocado no caixa A, e, 80% dessa quantia, no caixa B. No final do dia, a quantia guardada no caixa A era o dobro da quantia guardada no caixa B, de maneira que a quantia de dinheiro no caixa A era R$ 160,00 a mais do que a quantia colocada pelo gerente no início do dia, e, na caixa B, a quantia era R$ 55,00 menor do que a quantia inicialmente guardada.
No fim do dia, o total guardado nessas duas caixas era
Carla, Denise e Evaldo farão a correção de 115 redações. Eles trabalharão nessa correção ao mesmo tempo, cada um corrigindo uma única redação por vez, cada um no seu ritmo. Carla consegue corrigir uma redação em 4 minutos, Denise em 5 minutos e Evaldo precisa de 8 minutos para corrigir uma redação.
O tempo de trabalho conjunto que esses professores necessitarão para corrigirem todas as redações será
Cássia comprou um livro com 448 páginas e Alfredo comprou um livro com 644 páginas. Eles decidiram que ambos lerão, a cada dia, o mesmo número de páginas, de maneira que esse número seja o maior possível e de maneira que, após iniciada a leitura, lerão todos os dias o número de páginas estipulado até terminarem seus livros. Eles decidiram também que querem terminar a leitura de seus livros no mesmo dia.
Nessas condições, se Alfredo iniciar sua leitura no dia 2 de outubro, o dia de outubro que Cássia deve iniciar sua leitura é
Leia o texto para responder à questão.
Os Cavalinhos de Platiplanto
O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.
Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.
– Cortar fora?
Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.
– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.
E depois de examinar:
– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:
– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.
– Com arreio mexicano?
– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.
José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)
* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.
Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando ________ apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia ________.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto para responder à questão.
Os Cavalinhos de Platiplanto
O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.
Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.
– Cortar fora?
Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.
– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.
E depois de examinar:
– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:
– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.
– Com arreio mexicano?
– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.
José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)
* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.
Leia o texto para responder à questão.
Os Cavalinhos de Platiplanto
O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.
Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.
– Cortar fora?
Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.
– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.
E depois de examinar:
– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:
– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.
– Com arreio mexicano?
– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.
José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)
* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.
Leia o texto para responder à questão.
Os Cavalinhos de Platiplanto
O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.
Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.
– Cortar fora?
Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.
– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.
E depois de examinar:
– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:
– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.
– Com arreio mexicano?
– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.
José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)
* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.
Leia o texto para responder à questão.
Os Cavalinhos de Platiplanto
O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.
Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.
– Cortar fora?
Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.
– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.
E depois de examinar:
– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:
– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.
– Com arreio mexicano?
– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.
José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)
* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.