Questões de Concurso Para prefeitura de cerquilho - sp

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Q3645918 Português
Assinale a alternativa em que ambas as formas verbais entre parênteses completam corretamente a lacuna na frase correspondente.
Alternativas
Q3645917 Português

“Há uma gota de sangue em cada poema.” (Mário de Andrade)


Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do enunciado acima, com alterações de número e de tempo verbal, mantendo-se o mesmo sentido e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

Alternativas
Q3645916 Português

Assinale a alternativa em que todos os elementos preenchem corretamente a lacuna abaixo, com a ocorrência de crase:


“No próximo ano iremos à _______.”

Alternativas
Q3645915 Português
Assinale a alternativa cujas palavras estão sendo empregadas de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3645914 Português

“Todos se __________ no momento de __________ os materiais para que não __________ mau juízo da turma.”


Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente, na mesma ordem, as lacunas da frase acima.

Alternativas
Q3645913 Português
Nas expressões “morrer de fome”, “falar de futebol” e “chapéu de palha”, nessa ordem, a preposição “de” possui os sentidos de:
Alternativas
Q3645912 Português
10.png (383×463)


DENGUE. Disponível em <https://www.todamateria.com.br/o-cartazcomo-genero-textual/>.


Em relação ao cartaz acima, é correto afirmar que, para fazer um alerta, ele:

Alternativas
Q3645911 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras escritas de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3645910 Português

“A História torna o homem incrédulo a poesia indefeso a matemática frio a filosofia soberbo a moral chato” (Millôr Fernandes)


No enunciado acima, foram retirados os sinais de pontuação. Assinale a alternativa em que o emprego desses sinais se apresenta totalmente correto.

Alternativas
Q3645909 Português

Analise cada enunciado abaixo, preenchendo os parênteses com C ou E conforme cada um esteja certo ou errado, respectivamente, em relação à grafia das palavras. A seguir, assinale a sequência correta obtida.



( ) Espero que vocês viajem tranquilamente.


( ) Tudo correu bem, com excessão do último ato da peça.


( ) Tudo foi tratado de forma exarcebada.


( ) Dizem que o aumento de trabalhos foi excessivo no último ano.


( ) Nesse ínterim, peço que reveja o meu caso.

Alternativas
Q3645908 Português

“De domingo ___ domingo, ___ pessoas se lançam ___ rotina diária de trabalhos, estudos e lazer, dedicando-se ___ afazeres importantes ___ formação de todos, como uma forma de louvação ___ vida.”


Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.

Alternativas
Q3645907 Português
Assinale a alternativa em que o período se encontra com a pontuação totalmente de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3645906 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada entre parênteses é sinônima do elemento destacado no enunciado correspondente.
Alternativas
Q3645905 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

“A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo”


A forma verbal destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica uma ação:

Alternativas
Q3645904 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

Assinale o trecho em que se misturam as vozes do autor do texto e de um dos personagens, no mesmo período.
Alternativas
Q3645903 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

Em relação ao texto “A velha contrabandista”, é correto afirmar que se trata predominantemente de uma:
Alternativas
Q3645787 Engenharia Civil
Fernando está iniciando como pedreiro em uma obra. Ao chegar, ele se depara com uma máquina, mas não sabe o nome dela. Considerando que a imagem abaixo mostra a máquina que Fernando viu, qual é o nome correto dessa máquina?
Q_40 PED.png (195×203)
Alternativas
Q3645786 Engenharia Civil
Para garantir o alinhamento correto de uma parede durante a construção, quais ferramentas devem ser usadas para verificar o alinhamento vertical e o horizontal, respectivamente?
Alternativas
Q3645785 Engenharia Civil
Qual é a finalidade do contrapiso, seja ele de concreto magro ou de argamassa de regularização?
Alternativas
Q3645784 Edificações
Após assentar cada tijolo ou bloco, qual procedimento deve ser realizado para deixar a parede uniforme? 
Alternativas
Respostas
1881: D
1882: B
1883: C
1884: E
1885: D
1886: C
1887: E
1888: B
1889: C
1890: B
1891: D
1892: A
1893: A
1894: E
1895: A
1896: B
1897: A
1898: E
1899: A
1900: B