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Q3641558 Matemática
Um humorista e torcedor do Íbis Sport Club leu a seguinte manchete: “Saiu o último comunicado do IBGE: o Íbis Sport Club é considerado o pior time da história do futebol, segundo pesquisas realizadas na porta do Estádio Municipal Ademir Cunha, localizado em Paulista, Pernambuco.”

Segundo o humorista, a pesquisa apontava que 99% dos entrevistados responderam que o Íbis é o pior time da história. O restante afirmou que o clube também perdeu essa disputa, sendo então considerado o segundo pior time da história.

Considerando que os entrevistados correspondiam ao total de pessoas presentes no estádio, cuja capacidade é de 12.000 pessoas, quantas disseram que o Íbis é o pior time da história? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3641557 Matemática
O gestor estava analisando os números de vendas de um determinado produto, líder de mercado nos últimos anos. Ele verificou que a razão entre as vendas dos anos de 2022 e 2023 foi de 3:2 (três para dois). Além disso, constatou que a razão entre as vendas de 2024 e 2023 foi proporcionalmente duas vezes maior que a razão entre 2022 e 2023.

Portanto, qual é a razão entre as vendas de 2024 e 2023? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3641556 Matemática
Uma paróquia está montando kits para o próximo Dia das Crianças. Cada kit deve conter a mesma quantidade de brinquedos e de pares de roupas, sem sobras. A paróquia recebeu 84 brinquedos e 108 pares de roupas.

Deseja-se montar o maior número possível de kits, todos iguais entre si, sem que sobre nenhum brinquedo ou par de roupa.

Assinale a alternativa que contém o maior número de kits que pode ser montado.
Alternativas
Q3641555 Matemática
Joelma tem uma impressora profissional em casa e precisa trocar os cartuchos de tinta preto e o cartucho colorido. O cartucho preto precisa de troca a cada 25 dias, e o cartucho colorido, a cada 65 dias. Se ambos os cartuchos foram trocados hoje, em quantos dias elas voltarão a ser trocadas no mesmo dia?
Alternativas
Q3641554 Português
A concordância nominal está devidamente estabelecida em:
Alternativas
Q3641553 Português
Dentre as sentenças a seguir, aquela cuja regência verbal dispensa a preposição é:
Alternativas
Q3641552 Português
Não se emprega o hífen apenas em:
Alternativas
Q3641551 Português
A alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas é:
Alternativas
Q3641550 Português
Quanto à classe gramatical das palavras em destaque nas sentenças.

I. Dirigi-me devagar ao hospital.
II. Curiosamente, o casal desapareceu durante a trilha.
III. Após cinco meses de tratamento, foi curada da doença.
IV. Isso até que é um bom hábito.

é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3641549 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em . <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Considere as classificações de “simples”, “composto”, “comum” e “próprio” para os substantivos I. “voz” e II. “aflição”, que ocorrem no texto. Conforme essas categorias, a classificação correta dos substantivos dados é:
Alternativas
Q3641548 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em . <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Em “— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…”, a próclise se justifica:
Alternativas
Q3641547 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em . <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
O trecho a seguir cuja palavra em destaque é um pronome demonstrativo é:
Alternativas
Q3641546 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em . <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Em relação aos verbos “correr” e “chorar”, em “Ela saiu daqui correndo e chorando”, é correto afirmar:
Alternativas
Q3641545 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em . <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Analise as afirmações a seguir, com base no texto:

I. A mulher que procurava por José Carlos no telefone era sua esposa.
II. José Carlos não pôde identificar a quem pertencia a voz da mulher no telefone.
III. O conselho de seu amigo era o de que a situação fosse resolvida pelo porteiro do prédio.

É (são) verdadeira(s) apenas:
Alternativas
Q2081999 Inglês
Read the following sentences and complete, respectively, with the appropriate verbs.
I. We _____ ourselves to be extremely lucky. II. How about _____ to the circus tonight? III. I could barely _____ when I was a baby. IV. Apart from Spanish, she also _____ Math. 
Alternativas
Q2081998 Inglês
Read the following sentences and complete, respectively, with the appropriate verbs.
I. Despite_______ hard, he was insulted by his boss. II. We’ve _______ on this project since 9am. III. They _______ about money when I called. IV. The probability of ________ that match is not much. 
Alternativas
Q2081997 Inglês
Read the following sentences and complete, respectively, with the appropriate adjectives.
I. “We hated the concert, was totally ______” II. “The rotten eggs smell _______.” III. “Of the two routes, this is the ______.” IV. “He is a _____ driver.” V. 
Alternativas
Q2081996 Inglês
Read the following sentences and complete, respectively, with the appropriate adjectives.
I. “He said she was _____ that night.” II. “She's cute as a princess and _____, like her mother.” III. “I’m not beautiful, but I can’t say I’m _______.” IV. “I’m loving this book, it’s so ______” 
Alternativas
Q2081995 Inglês
Read the following sentences and match each one to the correct option:
I. I will exercise if I have enough time. II. You wouldn’t be so tired if you went to bed earlier. III. A lot of people would have died if scientists hadn’t invented cures for the illnesses. IV. I get tired if I work too much.
( ) Zero conditional ( ) First conditional ( ) Second conditional ( ) Third conditional 
Alternativas
Q2081994 Inglês
Read the following sentences and match each one to the correct option:
I. If he didn’t have the dog, he could go anywhere he wanted II. If you heat water at 100 degrees, it boils. III. If I hadn’t moved to the UK, I wouldn’t speak English. IV. If it’s sunny at the weekend, we’ll go to the park.
( ) Zero conditional ( ) First conditional ( ) Second conditional ( ) Third conditional 
Alternativas
Respostas
1981: E
1982: D
1983: B
1984: A
1985: C
1986: E
1987: C
1988: E
1989: C
1990: B
1991: D
1992: C
1993: D
1994: B
1995: C
1996: C
1997: B
1998: E
1999: C
2000: B