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Q3284311 Noções de Informática
No contexto da navegação na Internet, a Deep Web refere-se a uma parte da rede que não é indexada por mecanismos de busca convencionais, como o Google. Qual das seguintes alternativas descreve corretamente um aspecto associado à Deep Web?
Alternativas
Q3284308 Raciocínio Lógico
Observe as seguintes proposições:

• P1: Todo artista é criativo
• P2: Alguns escritores são artistas

Então é correto concluir logicamente que:
Alternativas
Q3284307 Matemática
Em um banco há duas filas, chamadas de A e B. A razão entre o número de pessoas das filas A e B é de 2:3. Ambas as filas começarão a ser atendidas no mesmo instante. Sabe-se que a equipe do banco atende a 4 pessoas da fila A por hora. Quantas pessoas da fila B devem ser atendidas por hora para que as duas filas finalizem os atendimentos também no mesmo instante?
Alternativas
Q3284306 Matemática
Júnior e seus primos disputam uma competição de futebol no videogame. Dois competidores jogam por partida. Em cada partida, o competidor que ganhou acumula 3 pontos e o outro perde 2 pontos (podendo resultar em pontuações negativas). Não há a possibilidade de empates. Se, depois de 10 rodadas, a pontuação de Júnior é zero pontos, então pode-se afirmar que Júnior:
Alternativas
Q3284305 Matemática
Um padeiro está preparando massa para pães e percebe que, após o crescimento devido à fermentação, o volume da massa aumenta em 30%. Se ele inicialmente preparou 60 litros de massa e precisa dividi-la, depois de crescida, em recipientes de 6 litros cada, quantos recipientes, no mínimo, serão necessários para armazenar toda a massa crescida?
Alternativas
Q3284304 Matemática
A figura abaixo mostra dois blocos A e B que têm alturas diferentes, em duas situações:

Q16.png (325×153)

Com base nas medidas apresentadas na figura, é correto afirmar que a altura do bloco A é:
Alternativas
Q3284303 Matemática
Em uma rua, todos os números das casas são múltiplos de 3 e de 4 simultaneamente. Dentre as alternativas abaixo, qual NÃO pode ser o número de uma casa dessa rua?
Alternativas
Q3284298 Português
Tome como exemplo o seguinte contexto: “Por mais obtuso que tenha sido em sua colocação, todos nós entendemos o seu ponto de vista”. A palavra que melhor substitui o termo “obtuso” no contexto dado é:
Alternativas
Q3284297 Português
Identifique em qual das sentenças a seguir a expressão em destaque é uma locução adverbial.
Alternativas
Q3284296 Português
Há inadequação ortográfica em todas as sentenças a seguir, exceto em:
Alternativas
Q3284294 Português
O vocábulo “se” atua como pronome reflexivo apenas em:
Alternativas
Q3284293 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere as seguintes sentenças, com especial atenção aos pronomes enumerados:

I. Pela primeira vez foi outro escritor quem(1) disse.
II. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo(2) de deprimente.
III. Em 32 anos, nunca o(3) viu.

A classificação do tipo dos pronomes enumerados nas sentenças dadas é, respectivamente:
Alternativas
Q3284292 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
As colocações pronominais em “Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3284289 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão:

“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.” 

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:
Alternativas
Q3284278 Arquivologia
Cada tipo de documento oficial possui uma finalidade específica, podendo ser normativo, informativo ou comprobatório. Com base nessa classificação, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta:

I. Os editais de convocação são documentos oficiais de caráter informativo, pois têm a finalidade de comunicar a população sobre atos administrativos, como concursos públicos e chamamentos para audiências.
II. As atas são documentos oficiais normativos, pois estabelecem regras que devem ser seguidas por órgãos públicos e cidadãos.
III. Os decretos são exemplos de documentos oficiais comprobatórios, pois servem para registrar a presença de servidores em reuniões governamentais.
IV. As portarias expedidas por órgãos públicos podem conter normas internas e externas, sendo classificadas como documentos normativos.
Alternativas
Q3284277 Arquivologia
Os documentos oficiais desempenham um papel fundamental na comunicação entre a administração pública e a sociedade. Eles servem para informar sobre mudanças legislativas, convocar cidadãos para determinados atos e registrar ocorrências formais. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que não corresponde a um exemplo de documento oficial:
Alternativas
Q3284276 Arquivologia
Ao elaborar um relatório, é importante seguir algumas etapas para garantir sua clareza e objetividade. Considerando as boas práticas para a elaboração de um relatório, qual das alternativas abaixo está correta?
Alternativas
Q3284275 Arquivologia
Por quanto tempo os livros e documentos fiscais devem ser guardados, considerando as regras gerais de arquivamento?
Alternativas
Q3284274 Arquivologia
No arquivamento de documentos, quando a organização e a busca são feitas com base em números atribuídos a cada documento, utiliza-se um método pertencente ao sistema indireto. Esse método possui três tipos principais. Qual das opções abaixo corresponde a um desses tipos?
Alternativas
Q3284273 Arquivologia
Qual das alternativas apresenta um fator indesejado na escolha do local para a construção de um arquivo público municipal?
Alternativas
Respostas
1361: E
1362: E
1363: B
1364: A
1365: D
1366: E
1367: B
1368: B
1369: C
1370: B
1371: D
1372: C
1373: E
1374: A
1375: A
1376: C
1377: C
1378: C
1379: E
1380: B