Questões de Concurso
Para prefeitura de caçapava - sp
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Analise os gráficos apresentados a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I. A função f (x) = mx + b, quando temos m = 0 seu gráfico é dado por:

II. A função f(x) = xn, quando n = 2 seu gráfico é dado por:

III. A função f(x) = n√x, quando n = 2 seu gráfico é dado por:

Assinale a alternativa que indica o tempo de investimento para tal situação.
5, 5, 5, 5, 5, 5, 5
Analisando a sequência numérica acima, é correto afirmar que essa sequência é:
Assinale a alternativa correta.
O número de clientes ativos de uma plataforma digital aumentou de 80.000 para 100.000 em um período de um ano. A taxa anual de crescimento do número de clientes, relativa a esse período e expressa em porcentagem, pode ser calculada pela fórmula:
Vf = Vi ∙(1+i)n
Onde Vf é o valor final, Vi é o valor inicial, i é a taxa anual de crescimento e n é o número de anos.
Assinale a alternativa que indica corretamente essa taxa anual de crescimento.
Assinale a alternativa correta.
Quantos chocolates, ao todo, Emerson distribuiu para seus três sobrinhos?
Assinale a alternativa correta.
Respectivamente, qual é o preço dessa televisão e qual é o saldo na conta de Marcos antes de comprar a televisão?
Assinale a alternativa correta
— Qual é o menor número positivo que também seja múltiplo de 12 e 16?
Assinale a alternativa que indica a resposta correta que Everton deveria responder à Mônica.
A respeito desses temas, analise as assertivas abaixo e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F). Em seguida, assinale a alternativa correta.
(__) A soma de um número racional com um número irracional é sempre irracional.
(__) Entre dois números irracionais distintos sempre existe um número racional.
(__) O quadrado de um número racional negativo é sempre irracional.
(__) Todo número racional tem sucessor racional.
(__) Entre dois números racionais quaisquer sempre há um número irracional.
CAZO, Luiz Fernando. Plantações. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-plantacoes/>.
A forma verbal “deveríamos”, empregada na charge acima, indica uma ação:
( ) Grande parte das pessoas foram embora.
( ) Algum de nós pedimos uma pausa?
( ) Era meia-noite e meia quando ela chegou.
( ) O carro dos convidados chegaram logo.
- Esteja em casa __ uma hora em ponto.
- Daqui __ três meses estarei de volta.
- Fiz referência __ todas as pessoas de bem.
- Tudo se deu __ custa de muito sacrifício.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica do tempo.
Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.
O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)
Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.
Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...
E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..
Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...
O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.
E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)
Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!
Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.
Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)
TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em
A palavra destacada e repetida enfaticamente no trecho acima é um(a):
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica do tempo.
Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.
O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)
Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.
Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...
E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..
Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...
O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.
E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)
Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!
Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.
Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)
TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica do tempo.
Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.
O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)
Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.
Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...
E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..
Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...
O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.
E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)
Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!
Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.
Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)
TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em