Foram encontradas 906 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Sociedade escrava das aparências
A mistura de indelicadeza e discriminação social foi tema de uma reportagem feita pela jornalista Helenice Laguardia. Durante dois dias, ela visitou 27 lojas de shoppings sofisticados de Belo Horizonte: no primeiro, vestida com uma calça de moletom, uma camisa masculina e chinelos; no segundo dia, “fantasiada” de madame, com vestido de tecido fino e usando joias.
No primeiro dia, Helenice ia ao banheiro várias vezes para chorar e se acalmar. Foi ignorada, humilhada e muito observada por seguranças. Alguns vendedores riram dela, outros fizeram perguntas agressivas ou até mesmo ofensivas, e muitos simplesmente fingiram que ela não estava ali. Em nenhuma das 27 lojas ela encontrou uma demonstração de gentileza.
No segundo dia, porém, com roupas de madame e sem ser reconhecida pelos vendedores, Helenice recebeu tratamento excelente, não teve que esperar para ser atendida, viu produtos que na véspera estavam “em falta”, ouviu elogios, tomou café e saiu dos shoppings morrendo de raiva, sentindo-se pior do que no dia anterior. Ela não sabia que as pessoas eram capazes dessa crueldade. Por mais que tivesse consciência de tudo o que acontece no mundo, ela não enxergava essa maldade. Viu que as pessoas valem pelo que vestem, que é tudo um grande teatro, uma grande ilusão. Ela não culpa os vendedores, o que Helenice questiona são os valores de uma sociedade escrava das aparências, em que as pessoas tratam bem apenas quem interessa a elas.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Sociedade escrava das aparências
A mistura de indelicadeza e discriminação social foi tema de uma reportagem feita pela jornalista Helenice Laguardia. Durante dois dias, ela visitou 27 lojas de shoppings sofisticados de Belo Horizonte: no primeiro, vestida com uma calça de moletom, uma camisa masculina e chinelos; no segundo dia, “fantasiada” de madame, com vestido de tecido fino e usando joias.
No primeiro dia, Helenice ia ao banheiro várias vezes para chorar e se acalmar. Foi ignorada, humilhada e muito observada por seguranças. Alguns vendedores riram dela, outros fizeram perguntas agressivas ou até mesmo ofensivas, e muitos simplesmente fingiram que ela não estava ali. Em nenhuma das 27 lojas ela encontrou uma demonstração de gentileza.
No segundo dia, porém, com roupas de madame e sem ser reconhecida pelos vendedores, Helenice recebeu tratamento excelente, não teve que esperar para ser atendida, viu produtos que na véspera estavam “em falta”, ouviu elogios, tomou café e saiu dos shoppings morrendo de raiva, sentindo-se pior do que no dia anterior. Ela não sabia que as pessoas eram capazes dessa crueldade. Por mais que tivesse consciência de tudo o que acontece no mundo, ela não enxergava essa maldade. Viu que as pessoas valem pelo que vestem, que é tudo um grande teatro, uma grande ilusão. Ela não culpa os vendedores, o que Helenice questiona são os valores de uma sociedade escrava das aparências, em que as pessoas tratam bem apenas quem interessa a elas.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Sociedade escrava das aparências
A mistura de indelicadeza e discriminação social foi tema de uma reportagem feita pela jornalista Helenice Laguardia. Durante dois dias, ela visitou 27 lojas de shoppings sofisticados de Belo Horizonte: no primeiro, vestida com uma calça de moletom, uma camisa masculina e chinelos; no segundo dia, “fantasiada” de madame, com vestido de tecido fino e usando joias.
No primeiro dia, Helenice ia ao banheiro várias vezes para chorar e se acalmar. Foi ignorada, humilhada e muito observada por seguranças. Alguns vendedores riram dela, outros fizeram perguntas agressivas ou até mesmo ofensivas, e muitos simplesmente fingiram que ela não estava ali. Em nenhuma das 27 lojas ela encontrou uma demonstração de gentileza.
No segundo dia, porém, com roupas de madame e sem ser reconhecida pelos vendedores, Helenice recebeu tratamento excelente, não teve que esperar para ser atendida, viu produtos que na véspera estavam “em falta”, ouviu elogios, tomou café e saiu dos shoppings morrendo de raiva, sentindo-se pior do que no dia anterior. Ela não sabia que as pessoas eram capazes dessa crueldade. Por mais que tivesse consciência de tudo o que acontece no mundo, ela não enxergava essa maldade. Viu que as pessoas valem pelo que vestem, que é tudo um grande teatro, uma grande ilusão. Ela não culpa os vendedores, o que Helenice questiona são os valores de uma sociedade escrava das aparências, em que as pessoas tratam bem apenas quem interessa a elas.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Sociedade escrava das aparências
A mistura de indelicadeza e discriminação social foi tema de uma reportagem feita pela jornalista Helenice Laguardia. Durante dois dias, ela visitou 27 lojas de shoppings sofisticados de Belo Horizonte: no primeiro, vestida com uma calça de moletom, uma camisa masculina e chinelos; no segundo dia, “fantasiada” de madame, com vestido de tecido fino e usando joias.
No primeiro dia, Helenice ia ao banheiro várias vezes para chorar e se acalmar. Foi ignorada, humilhada e muito observada por seguranças. Alguns vendedores riram dela, outros fizeram perguntas agressivas ou até mesmo ofensivas, e muitos simplesmente fingiram que ela não estava ali. Em nenhuma das 27 lojas ela encontrou uma demonstração de gentileza.
No segundo dia, porém, com roupas de madame e sem ser reconhecida pelos vendedores, Helenice recebeu tratamento excelente, não teve que esperar para ser atendida, viu produtos que na véspera estavam “em falta”, ouviu elogios, tomou café e saiu dos shoppings morrendo de raiva, sentindo-se pior do que no dia anterior. Ela não sabia que as pessoas eram capazes dessa crueldade. Por mais que tivesse consciência de tudo o que acontece no mundo, ela não enxergava essa maldade. Viu que as pessoas valem pelo que vestem, que é tudo um grande teatro, uma grande ilusão. Ela não culpa os vendedores, o que Helenice questiona são os valores de uma sociedade escrava das aparências, em que as pessoas tratam bem apenas quem interessa a elas.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Sociedade escrava das aparências
A mistura de indelicadeza e discriminação social foi tema de uma reportagem feita pela jornalista Helenice Laguardia. Durante dois dias, ela visitou 27 lojas de shoppings sofisticados de Belo Horizonte: no primeiro, vestida com uma calça de moletom, uma camisa masculina e chinelos; no segundo dia, “fantasiada” de madame, com vestido de tecido fino e usando joias.
No primeiro dia, Helenice ia ao banheiro várias vezes para chorar e se acalmar. Foi ignorada, humilhada e muito observada por seguranças. Alguns vendedores riram dela, outros fizeram perguntas agressivas ou até mesmo ofensivas, e muitos simplesmente fingiram que ela não estava ali. Em nenhuma das 27 lojas ela encontrou uma demonstração de gentileza.
No segundo dia, porém, com roupas de madame e sem ser reconhecida pelos vendedores, Helenice recebeu tratamento excelente, não teve que esperar para ser atendida, viu produtos que na véspera estavam “em falta”, ouviu elogios, tomou café e saiu dos shoppings morrendo de raiva, sentindo-se pior do que no dia anterior. Ela não sabia que as pessoas eram capazes dessa crueldade. Por mais que tivesse consciência de tudo o que acontece no mundo, ela não enxergava essa maldade. Viu que as pessoas valem pelo que vestem, que é tudo um grande teatro, uma grande ilusão. Ela não culpa os vendedores, o que Helenice questiona são os valores de uma sociedade escrava das aparências, em que as pessoas tratam bem apenas quem interessa a elas.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
A imagem a seguir mostra um trecho de um slide do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão. Nota-se que há erro de ortografia.

A verificação de ortografia pode ser feita por meio do atalho por teclado:
A imagem a seguir mostra uma planilha sendo editada por meio do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão. As células de B2 até B7 estão com formato de data.

O valor exibido na célula B7 após preenchê-la com a
fórmula =MENOR(B2:B6;5) será:
Observe a imagem a seguir, que mostra um texto sendo editado num documento do MS-Word 2010, em sua configuração padrão.

Assinale a alternativa que contém apenas recursos que estão aplicados ao texto exibido na imagem.
Ao digitar "---" em uma linha e, em seguida, pressionar a tecla _______, uma barra inteira aparecerá no documento do MS-Word 2010, em sua configuração padrão, conforme a imagem a seguir.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado.
A imagem a seguir mostra a Barra de Tarefas em um computador com MS-Windows 7, em sua configuração padrão.

Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de aplicativos acessórios que foram abertos pelo usuário.
Num computador, com a Lixeira inicialmente vazia, no MS-Windows 7, em sua configuração padrão, um usuário abre uma pasta contendo 5 arquivos do tipo TXT, 5 do tipo DOC, 5 do tipo XLS e 5 do tipo RTF e, em seguida, seleciona todos os arquivos e aperta Shift + Del, confirmando a exclusão na caixa de diálogo que aparece.
Assinale a alternativa que indica quantos arquivos foram para a lixeira, após o procedimento descrito no enunciado.
Em sua primeira participação em um programa de auditório, o presidente Michel Temer foi recebido pelo apresentador Silvio Santos para explicar as mudanças propostas na reforma. Gravado há cerca de uma semana, a edição do programa foi exibida na noite deste domingo [28 jan]. Nos 15 minutos de conversa sobre a reforma, o apresentador levantou questões que ainda geram dúvidas na população.
(Globo – goo.gl/DSz9dX. Acesso em 29.01.2018. Adaptado)
Nesse programa, Temer defendeu a Reforma
A economia brasileira fechou no ano passado 20 832 postos de trabalho formais, ou seja, com carteira assinada, informou, nesta sexta-feira (26.01), o Ministério do Trabalho. De acordo com os números do governo, cinco dos oito setores da economia fecharam vagas no ano passado.
(G1 – goo.gl/AzERz4. Acesso em 29.01.2018. Adaptado)
O maior número de vagas fechadas foi no setor
Leia a reportagem de 19 de janeiro de 2018.
O país investiu 20,9 bilhões de dólares no Brasil em 2017, maior valor desde 2010, de acordo com o Ministério do Planejamento brasileiro. Os setores de energia, logística e agricultura atraíram o maior volume de capital, incluindo investimentos nos campos de petróleo do pré-sal.
(Exame – goo.gl/ZE75Sz. Acesso em 29.01.2018. Adaptado)
O país citado na notícia é
Leia a reportagem de 26 de janeiro de 2018.
Quase 18 mil imigrantes do país vizinho pediram
refúgio ao Brasil. Preocupados com a situação desses
imigrantes e de outros que cruzam as fronteiras com o
Brasil sem observar às formalidades legais, membros do
Conselho Nacional dos Direitos Humanos(CNDH) visitaram cinco cidades do Amazonas, Pará e Roraima, onde
constataram que o aumento do fluxo migratório sobrecarregou os serviços públicos de assistência, revelando
falta de interação entre os governos federal, estaduais e
municipais
(Agência Brasil – goo.gl/s2LCrA. Acesso em 28.01.2018. Adaptado)
Os imigrantes citados na notícia saíram
Em um seminário com procuradores na manhã desta segunda-feira (30.10), a Procuradora Geral da República voltou a chamar a portaria do governo federal que restringiu o conceito de trabalho escravo de “claro retrocesso” e sugeriu mudanças na legislação para endurecer as punições a quem emprega esse tipo de trabalho.
(Folha S.Paulo – goo.gl/k9xHPu. Acesso em 29.01.2018. Adaptado)
A Procuradora-Geral da República é
Os deputados e senadores aprovaram, no fim do prazo estabelecido pela lei eleitoral, a reforma política. As novas regras foram sancionadas pelo presidente Michel Temer em 07 de outubro e algumas já passarão a valer durante as eleições de 2018.
(Último Segundo.IG – goo.gl/pdSEZ9. Acesso em 28.01.2018. Adaptado)
Na reforma política, o financiamento das campanhas políticas será