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Q1034959 Atualidades
Com 87% dos votos apurados (21.12.17), o partido Juntos pela Catalunha terá 34 deputados. Apesar da vitória do bloco, o governo em si dependerá de alianças, e ainda não se sabe como eles vão lidar com as reivindicações, que levaram à dissolução do governo anterior e à saída de mais de 3.000 empresas da Catalunha nos últimos três meses. Agravando a incerteza, o próximo Parlamento catalão provavelmente irá contar com cinco deputados fora do país, incluindo o ex-presidente Carles Puigdemont, e três detidos. (Folha de S. Paulo. https://goo.gl/KfBtwb, 21.12.2017. Adaptado)
A situação descrita na notícia está diretamente relacionada
Alternativas
Q1034958 Matemática
Gilson faz um treino diário de corrida. Ao passar alguns dias na casa de um familiar que reside em outra cidade, precisou adequar seu treinamento. O trajeto que Gilson determinou para seu treinamento está representado na malha quadriculada a seguir: 
https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/65127/a2.jpg
O número mínimo de voltas completas que Gilson deve dar nesse trajeto, para ultrapassar 10 km, é
Alternativas
Q1034957 Matemática

Considere o seguinte dispositivo de segurança presente em um elevador.


Imagem associada para resolução da questão


A primeira barra inferior desse dispositivo acende quando a soma dos pesos dos usuários do elevador excede  1/8 da carga máxima; a segunda, acende quando a soma dos pesos excede 2/8, e assim sucessivamente, até que as oito barras acendem e o elevador deixa de funcionar quando a soma dos pesos excede a carga máxima estipulada.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente a indicação do dispositivo de segurança, quando esse elevador for utilizado, de uma só vez, por quatro pessoas que pesam 88 kg, 75 kg, 106 kg e 69 kg. 

Alternativas
Q1034956 Matemática

Uma financiadora lançou a seguinte campanha:

https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/65127/prova_b.png

Se uma pessoa contratar um empréstimo de R$ 6.000,00, nos moldes da campanha, para pagar em 12 prestações iguais, com vencimentos para os 12 meses seguintes à contratação do empréstimo, ela irá pagar prestações iguais a

Alternativas
Q1034955 Matemática

Considere o quadro a seguir para responder a questão.

https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/65127/prova_29%2C1%20b.jpg

Os valores propostos para 2018 foram obtidos a partir de um aumento de 25% em relação aos valores praticados no ano anterior. Ou seja, em 2017, o corte de cabelo e a barba feita custavam, respectivamente,
Alternativas
Q1034954 Matemática

Considere o quadro a seguir para responder a questão.

https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/65127/prova_29%2C1%20b.jpg

No último mês, o dono dessa barbearia arrecadou R$ 2.300,00, sendo que o número de cortes de cabelo correspondeu à metade do número de barbas feitas. Assim, nesse período, a arrecadação com as barbas feitas foi igual a
Alternativas
Q1034953 Matemática

Leia as informações a seguir para responder a questão.

O Instituto Sprinkler Brasil (ISB) monitora notícias sobre os chamados “incêndios estruturais” no Brasil. Estima-se, contudo, que os números apurados representem em torno de 3% da quantidade real.

(http://www.sprinklerbrasil.org.br. Adaptado)


A tabela a seguir apresenta as ocorrências de incêndios estruturais, exceto residencial, notificados em 2017, por tipo de ocupação:


Tipo de Ocupação                           Número de ocorrências

Comércio                                                      286

Depósito                                                         77

Indústria                                                        153

Serviço de Hospedagem                                27

Outros                                                            181

Total                                                               724

O gráfico de setores que representa adequadamente os dados presentes na tabela está indicado em:
Alternativas
Q1034952 Matemática

Leia as informações a seguir para responder a questão.

O Instituto Sprinkler Brasil (ISB) monitora notícias sobre os chamados “incêndios estruturais” no Brasil. Estima-se, contudo, que os números apurados representem em torno de 3% da quantidade real.

(http://www.sprinklerbrasil.org.br. Adaptado)


A tabela a seguir apresenta as ocorrências de incêndios estruturais, exceto residencial, notificados em 2017, por tipo de ocupação:


Tipo de Ocupação                           Número de ocorrências

Comércio                                                      286

Depósito                                                         77

Indústria                                                        153

Serviço de Hospedagem                                27

Outros                                                            181

Total                                                               724

Segundo a tabela apresentada, as ocorrências notificadas para comércio, depósito, indústria e serviço de hospedagem correspondem juntas a
Alternativas
Q1034951 Matemática

Leia as informações a seguir para responder a questão.

O Instituto Sprinkler Brasil (ISB) monitora notícias sobre os chamados “incêndios estruturais” no Brasil. Estima-se, contudo, que os números apurados representem em torno de 3% da quantidade real.

(http://www.sprinklerbrasil.org.br. Adaptado)


A tabela a seguir apresenta as ocorrências de incêndios estruturais, exceto residencial, notificados em 2017, por tipo de ocupação:


Tipo de Ocupação                           Número de ocorrências

Comércio                                                      286

Depósito                                                         77

Indústria                                                        153

Serviço de Hospedagem                                27

Outros                                                            181

Total                                                               724

De acordo com os dados, estima-se que a quantidade real de ocorrências de incêndios estruturais, em 2017, seja um valor
Alternativas
Q1034950 Português

Leia o texto para responder a questão.

Calçada de verão

Quando o tempo está seco, os sapatos ficam tão contentes que se põem a cantar.

(Mario Quintana. Sapato florido. São Paulo, Globo, 2005)

Considere os vocábulos destacados no texto. Ao substituir-se a forma verbal está por estava, para preservar a correspondência entre as ações, as demais formas verbais deverão ser substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q1034949 Português

Leia o texto para responder a questão.

Calçada de verão

Quando o tempo está seco, os sapatos ficam tão contentes que se põem a cantar.

(Mario Quintana. Sapato florido. São Paulo, Globo, 2005)

O ato de caminhar pelas calçadas secas de verão é descrito como
Alternativas
Q1034948 Português
Quanto à concordância verbal da norma-padrão, a frase correta é:
Alternativas
Q1034947 Português
Assinale a alternativa em que a expressão em destaque está empregada conforme a norma-padrão da língua.
Alternativas
Q1034946 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
Considerando as regras de concordância e de regência da norma-padrão da língua, assinale a alternativa em que a expressão destacada está corretamente substituída pelo pronome.
Alternativas
Q1034945 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
O conteúdo do último parágrafo está expresso, de acordo com a norma-padrão da língua, na frase:
Alternativas
Q1034944 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
Considere a seguinte passagem do texto: ... graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte...
Os parênteses marcam a presença de
Alternativas
Q1034943 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
O vocábulo destacado em – Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo... – estabelece relação de
Alternativas
Q1034942 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
O texto apresenta suposições acerca do transporte urbano em algumas cidades no futuro. Uma forma verbal que expressa suposição está destacada em negrito no trecho:
Alternativas
Q1034941 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
No contexto do penúltimo parágrafo, um dos sentidos que se pode atribuir à palavra radical, em destaque no texto, é
Alternativas
Q1034940 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A consultoria norte-americana McKinsey lançou em 2016 um relatório sobre mobilidade urbana prevendo que o futuro das grandes cidades será definido por tendências tecnológicas.
      O estudo, feito em parceria com a consultoria Bloomberg New Energy Finance, aposta que, nos próximos 10 a 15 anos, graças à integração de fenômenos como a internet das coisas (conexão via internet entre objetos e equipamentos) e a eletrificação do transporte, a locomoção ficará mais rápida, barata,limpa e eficiente. Para sustentar a previsão, são citados fatos como o barateamento das baterias, o surgimento de serviços de compartilhamento de carros e o crescimento do investimento em tecnologias de carros autônomos. Segundo a pesquisa, existem três modelos de mobilidade urbana avançada que podem ser alcançados até 2030.
     O primeiro modelo, chamado de “limpo e compartilhado”, é mais provável de acontecer em regiões metropolitanas densas e que se encontram em estágio de desenvolvimento, como Nova Deli, Mumbai e Cidade do México. Como essas cidades não se adaptariam facilmente ao uso de carros autônomos, por causa da falta de infraestrutura, a alternativa seria chegar a um transporte mais limpo, com a adoção de veículos elétricos, a otimização da mobilidade compartilhada e a limitação do número de carros próprios nas ruas.
        Para cidades já desenvolvidas e com uma grande região suburbana, como Los Angeles, o modelo seria o de “autonomia privada”. Nesses lugares, o uso de carros continuaria essencial, mas as pessoas adotariam tecnologias como carros autônomos e elétricos. A conectividade pode facilitar a cobrança de taxas e multas em situações de mais congestionamento. O compartilhamento de carros também pode ser uma opção, mas sem substituir os carros próprios em grande escala.
        O modelo mais radical é o de “mobilidade integrada”, com potencial para ser alcançado em cidades muito povoadas e de renda alta, como Chicago, Hong Kong, Cingapura e Londres. Nesse sistema, a mobilidade seria predominantemente feita sob demanda, com opções limpas, baratas e flexíveis – como carros autônomos, carros compartilhados e transporte público de altíssima qualidade. O uso de veículos elétricos seria mais comum, motivado por incentivos econômicos, e tudo seria facilitado pelo uso de plataformas de software que controlam os fluxos de tráfego e promovem a mobilidade como um serviço.
       O relatório não cita nenhuma cidade brasileira.
(“Estudo aponta que locomoção será mais rápida e barata em até 15 anos”. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
A partir das informações do texto, pode-se concluir que Cidade do México e Londres têm em comum o fato de serem
Alternativas
Respostas
521: B
522: D
523: C
524: A
525: B
526: E
527: C
528: D
529: E
530: A
531: D
532: E
533: E
534: A
535: C
536: D
537: B
538: C
539: E
540: D