Foram encontradas 714 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1049554 Matemática

Um treinador de basquete, observando o treino de arremessos livres de um atleta, registrou os seguintes dados:


Imagem associada para resolução da questão


Mantendo sempre essa mesma proporção, o número de arremessos necessários para que esse atleta converta 24 cestas será

Alternativas
Q1049553 Matemática

O gráfico a seguir mostra o número de passes certos e o número de passes errados feitos por um jogador em 4 partidas.


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo-se que, nessas 4 partidas, o número total de passes certos superou o número total de passes errados em 23 passes, então, em relação ao número total de passes feitos, o número total de passes errados corresponde, aproximadamente, a

Alternativas
Q1049552 Matemática
No exame médico feito em todos os 36 alunos de uma sala, foi constatado que 25% dos meninos e 30% das meninas estavam com sobrepeso, totalizando 10 alunos. A diferença entre o número de meninas e o número de meninos com sobrepeso é
Alternativas
Q1049551 Matemática
Em um colégio, há uma caixa com bolas de vôlei, das quais 1/6 está sem condições de uso. Das demais bolas da caixa, 1/4 é nova, e as 15 bolas restantes ainda estão em condições de uso. O número total de bolas de vôlei dessa caixa é
Alternativas
Q1049550 Matemática
Uma máquina trabalhando continuamente, imprime 8 calendários em 20 segundos. Mantendo sempre esse ritmo de trabalho, o tempo necessário para essa máquina imprimir 2000 desses calendários é
Alternativas
Q1049549 Matemática
Em uma sala de aula, a razão entre o número de alunos inscritos em um torneio esportivo e o número de alunos não inscritos nesse torneio é 1/4 . Se 2 alunos que não estão inscritos fizerem suas inscrições, a razão entre o número de alunos inscritos e o número de alunos não inscritos passará a ser 1/3 . O número total de alunos dessa sala é
Alternativas
Q1049548 Matemática
Em uma caixa, há 80 pastas, sendo 20 vermelhas e as demais azuis. Sabendo que 75% das pastas vermelhas e 15% das pastas azuis são novas, então, em relação ao número total de pastas da caixa, o número de pastas novas representa
Alternativas
Q1049547 Raciocínio Lógico
Para uma atividade recreativa, foram utilizados 2 rolos de fita: um na cor azul, com 75 m de comprimento; e o outro na cor amarela, com 63 m de comprimento. Esses 2 rolos foram totalmente divididos em pedaços iguais e de maior comprimento possível. Nessas condições, o número de pedaços de fita azul superou o número de pedaços de fita amarela em
Alternativas
Q1049546 Raciocínio Lógico
Três alunos, André, Bruno e Caio, estão treinando para uma corrida, dando voltas ao redor de uma quadra. Mantendo ritmos constantes, André completa cada volta em 50 segundos; Bruno, em 60 segundos; e Caio, em 80 segundos. Sabendo-se que os três alunos iniciaram as voltas partindo simultaneamente de um mesmo ponto, às 7 horas e 45 minutos, o próximo horário em que os três passarão juntos pelo ponto de partida será às
Alternativas
Q1049545 Raciocínio Lógico

A tabela a seguir mostra algumas informações sobre o número de vitórias (V), de empates (E), de derrotas (D), e o número total de pontos (P) dos três primeiros times colocados em um campeonato de futebol, após 5 partidas.


Imagem associada para resolução da questão


Cada vitória soma 3 pontos, cada empate soma 1 ponto, e as derrotas não somam pontos. Sabendo-se que cada time obteve, pelo menos, uma vitória, então, a diferença entre o número de pontos do 1° e do 3° colocados é igual a

Alternativas
Q1049544 Matemática
Para a premiação de um campeonato estudantil, foram compradas 120 medalhas, das quais 3/8 foram distribuídas no primeiro dia de competições. Das medalhas restantes, 3/5 foram distribuídas no segundo dia de competições, e as demais medalhas no terceiro dia. O número de medalhas distribuídas no terceiro dia foi
Alternativas
Q1049543 Português

Leia a tira para responder à questão.


                 


Com base no emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir:


Você fica imune...

Alternativas
Q1049542 Português

Leia a tira para responder à questão.


                 


As reticências e as aspas estão respectivamente empregadas na frase da tira para indicar que o personagem
Alternativas
Q1049541 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Considere a frase reescrita a partir de ideias do texto.


O tataravô visitava casas e fazendas, onde recebia pouso, contava aos fregueses suas histórias e sempre ouvia as histórias dos moradores da região.


De acordo com a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por:

Alternativas
Q1049540 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Quanto à bisavó, era ela __________ quem contava a Félix a trajetória das joias da família, que depois foram substituídas por meros objetos __________ de vidro; mas, ________ com a venda das joias, o jegue e a primeira leva de mercadorias propiciaram a permanência da família no Brasil.


Atendendo à concordância nominal estabelecida pela norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Alternativas
Q1049539 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Considere os trechos do texto.


•  ... passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos. (1° parágrafo)

•  ... e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado... (2° parágrafo)

•  Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio. (3°parágrafo)


Nesses trechos, o pronome “ele” em destaque refere-se, respectivamente:

Alternativas
Q1049538 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Uma expressão em sentido figurado foi empregada pela autora em:
Alternativas
Q1049537 Português

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.


      Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

      De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

      Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

      As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

      E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

                             (Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

De acordo com o texto, os imigrantes libaneses e portugueses, de quem Félix é descendente, têm em comum:
Alternativas
Q1049536 Português

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.


      Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

      Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

                                                                  (Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q1049535 Português

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.


      Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

      Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

                                                                  (Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Tendo em vista o contexto, os dois termos entre parênteses que apresentam o mesmo sentido do termo destacado no trecho do texto estão na alternativa:
Alternativas
Respostas
141: A
142: B
143: E
144: B
145: D
146: A
147: E
148: C
149: C
150: D
151: A
152: E
153: B
154: E
155: A
156: E
157: D
158: C
159: D
160: B