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Q3778845 História e Geografia de Estados e Municípios
A estruturação municipal da região se consolidou a partir do desmembramento de áreas pertencentes a municípios mais antigos, fenômeno comum na organização territorial catarinense. Nesse processo, destaca-se que: 
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Q3778844 Geologia
Considerando aspectos geográficos do Município de São Domingos, analise as assertivas:

I. O relevo do município apresenta superfícies planas, onduladas e montanhosas, formadas por rochas de origem basáltica.
II. A bacia hidrográfica principal é a do Rio Chapecó, que possui como afluentes rios como Bonito, Saudades e Emigra.
III. A vegetação do município é composta exclusivamente por reflorestamentos de eucalipto e pinus.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3778843 História e Geografia de Estados e Municípios
O clima predominante em São Domingos/SC é classificado como ______, caracterizado por verões quentes, invernos frios e temperatura média anual em torno de 18 °C.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
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Q3778842 Matemática
Durante a instalação de uma rampa de acesso em uma escola, é necessário medir a altura alcançada pela extremidade superior da rampa. Sabe-se que a rampa forma um ângulo de 30° com o chão e que seu comprimento total, do chão até o ponto mais alto, é de 6 metros. Considerando sin30° = 0,5, qual é a altura alcançada pela extremidade da rampa? 
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Q3778841 Matemática
Em um departamento, o gerente percebeu que o tempo necessário para finalizar um lote de ofícios depende diretamente da quantidade de servidores trabalhando. Em um determinado dia, verificou-se que, quando 6 servidores são designados para a tarefa, o lote fica pronto em 15 horas. Considerando que o ritmo de trabalho de todos os servidores é constante e que o tempo de execução é inversamente proporcional ao número de servidores, qual seria o tempo necessário para finalizar o mesmo lote caso houvesse 10 funcionários na tarefa?
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Q3778840 Matemática
Sabe-se que foi utilizado um número x para que se obtivesse duas diferentes médias aritméticas. Esse número x foi primeiramente somado aos números 125, 632, 521, 847, 212, 632, 598, 214 e 154, resultando na média aritmética 420. Esse número x, então, foi segundamente somado aos números 451, 256, 698, 652, 457, 741, 325, 369 e 789, resultando na média aritmética 485. A partir dessas informações, qual das alternativas traz uma afirmação CORRETA? 
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Q3778839 Matemática
Existem dois quadrados de iguais medidas sobre uma superfície. Ao medir o comprimento de qualquer dos lados de qualquer dos quadrados, tem-se como resultado, 12 centímetros. Um desses quadrados foi cortado traçando-se uma linha reta que parte do seu canto superior direito e chega ao seu canto superior esquerdo. Descartou-se uma dessas duas partes. A outra parte foi aproximada do quadrado restante, unindo qualquer dos lados do quadrado ao lado da parte que surgiu do corte. A união desse quadrado e da parte forma uma figura plana com área igual a: 
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Q3778838 Matemática
Considere uma das mais simples funções de segundo grau que se pode obter: f(x) = x2 + x + 1. A partir dessa função, analise as assertivas:

I. Trata-se de uma função que terá duas raízes, as quais serão reais, assim como serão diferentes entre si.
II. Caso o segundo sinal de adição seja substituído por um de subtração, a quantidade de raízes não-reais da função também se altera.
III. Não se trata de uma função de segundo grau devido os coeficientes serem todos iguais a 1.

Está(ão) CORRETA(S):
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Q3778837 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
A acentuação gráfica das palavras na língua portuguesa segue regras específicas, sendo, por exemplo, todas as proparoxítonas obrigatoriamente acentuadas. Considerando as palavras apresentadas a seguir, assinale a alternativa correta quanto à identificação da palavra acentuada por ser proparoxítona. 
Alternativas
Q3778836 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No período “Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro”, o termo quando introduz uma oração que desempenha função de: 
Alternativas
Q3778835 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real”, o conectivo pois expressa relação de
Alternativas
Q3778834 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O autor argumenta que o hábito de julgar as escolhas alheias contrasta com o exercício do autoconhecimento. Sobre essa relação, analise as assertivas:

I. O julgamento rápido funciona como fuga emocional, pois evita o esforço de examinar aspectos internos que podem ser desconfortáveis.
II. O processo de autoconhecimento leva o indivíduo a reconhecer suas próprias fragilidades, diminuindo a rigidez com que observa o outro.
III. O texto afirma que abandonar o julgamento significa aceitar atitudes injustas dos outros sem reflexão crítica.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3778833 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O texto desenvolve uma reflexão sobre o processo de autoconhecimento, contrapondo-o ao impulso de julgar a vida alheia. Considerando o eixo central da argumentação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3778792 Pedagogia
 A relação entre família e escola, especialmente no âmbito da Educação Inclusiva, demanda ações articuladas que assegurem participação, diálogo e corresponsabilidade. Nesse sentido, caracteriza-se por práticas que: 
Alternativas
Q3778791 Pedagogia
Considerando a teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, analise as assertivas:

I. A proposta reconhece diferentes modos de aprender, rompendo com a visão unidimensional de inteligência.
II. A teoria reforça a necessidade de avaliações padronizadas como único meio de identificar o potencial dos estudantes.
III. As inteligências musical, espacial, linguística, lógico matemática, corporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal são dimensões contempladas no modelo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3778790 Pedagogia
A Declaração de Salamanca (1994) consolidou princípios fundamentais para a Educação Inclusiva, afirmando que as escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições, promovendo ______ e garantindo ______ como pilares de uma educação democrática.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas? 
Alternativas
Q3778789 Pedagogia
No contexto da prática pedagógica inclusiva, analise as assertivas:

I. Recursos pedagógicos diversificados, como jogos, tecnologia assistiva e metodologias ativas, favorecem a participação de estudantes com diferentes necessidades.
II. A flexibilização curricular e a adaptação de estratégias de ensino compõem ações essenciais do trabalho docente na perspectiva inclusiva.
III. A prática inclusiva prioriza a homogeneização da turma, de modo que todos os alunos aprendam pelas mesmas vias e no mesmo ritmo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3778788 Pedagogia
O processo histórico da Educação Especial no Brasil revela uma transição significativa, marcada pela passagem de um modelo clínico–assistencial para uma perspectiva de escolarização inclusiva. Nesse percurso, destaca-se que: 
Alternativas
Q3778787 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), enquanto documento de caráter normativo, orienta o conjunto de aprendizagens essenciais da Educação Básica e fundamenta-se em princípios éticos, políticos e estéticos para a formação humana integral. Sobre suas características e finalidades, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3778786 História
O pensamento iluminista exerceu impacto direto na formulação de políticas educacionais modernas ao defender princípios racionais e laicos. Nesse sentido, o projeto educacional iluminista caracteriza-se por: 
Alternativas
Respostas
201: C
202: A
203: D
204: C
205: B
206: D
207: A
208: B
209: B
210: D
211: D
212: A
213: C
214: A
215: B
216: C
217: C
218: A
219: A
220: A