Questões de Concurso
Para prefeitura de palhoça - sc
Foram encontradas 2.592 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
De início, o Cebolinha diz “tlezentos e qualenta e quatlo…”. Percebemos a troca do R de trezentos e quarenta e quatro por L. Esse desvio se chama rotacismo (do grego rotakismós – uso demasiado ou errôneo da letra R) (…)
O que muita gente não leva em consideração é que esse aspecto da língua ocorre há séculos, inclusive por um inspirador da nossa literatura, Luís de Camões, em seu livro Os Lusíadas, publicado pela primeira vez em 1572, conforme trechos abaixo:
“E não de agreste avena, ou frauta ruda.”
“Pruma no gorro, um pouco declinada”
“Era este ingrês potente, e militara”
Qual desvio abaixo também é rotacismo?
Leia o trecho abaixo:
(…) não custa lembrar que a crase (do grego “Krasis”, “fusão”) é um fenômeno fonético de fusão de sons vocálicos, que, no português atual, ocorre sobretudo quando a preposição “a” antecede um artigo “a” (ou “as”).
O acento grave serve para assinalar a ocorrência desse fenômeno, portanto, para empregá-lo corretamente, é necessário perceber a presença de dois “aa”.
Thais Nicoleti, Folha de S. Paulo, 13/09/2015, Crase em títulos jornalísticos suscita dúvida entre leitores.
Observe as seguintes manchetes de jornal:
“Carta de renúncia deve ser encaminhada ........ Diretoria”
“Verba direcionada ............ Educação”
“Carta encaminhada para ......... Diretoria”
“Verba direcionada ........... todos os artistas”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto, seguindo a norma culta.
Leia o texto a seguir:
Quando Millôr Fernandes morreu, em março de 2012, o jornalista Luiz Zanin Oricchio, colunista de cultura de O Estado de S. Paulo, publicou na internet o texto “Morreram Millôr Fernandes”. Na homenagem ao escritor, humorista e dramaturgo – para citar algumas funções desempenhadas por Millôr -, Zanin explicou que o mesmo tipo de concordância verbal havia sido estampado pelo jornal O Dia menos de uma semana antes. A capa anunciava “Morreram Chico Anysio”, destacando que o artista interpretou mais de 200 personagens ao longo de sua carreira.
LÍNGUA PORTUGUESA, Reviravoltas da Concordância, p., 26/27/28, por Camila Ploennes e Mariana Brasil
O texto acima destaca um tipo específico de concordância. Sobre isso, são feitas as seguintes afirmativas:
1. Esse caso de concordância é chamado de silepse.
2. A concordância a que se refere o texto é ideológica, ou seja, concorda com a ideia.
3. Essa concordância verbal não é admitida pelas gramáticas normativas e deve ser evitada, porque mostra desconhecimento dos mecanismos da língua.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Em artigo no Jornal Folha de S. Paulo, em 27/04/2024, a professora Thaís Nicoleti informa sobre o lançamento da obra “Gramática do Português Brasileiro Escrito” (Parábola, 2023), de Carlos Alberto Faraco e Francisco Eduardo Vieira. Declara a professora:
A incorporação de regências populares no panteão normativo, sempre como opções, facilita muito a vida do leitor, que vê abonadas as construções do dia a dia (ir no cinema, assistir o filme etc.). Não ganharam acolhida, porém, construções como “agradecer fulano (em vez de “a fulano”) por alguma coisa” ou “isso a permitiu sair da depressão” (“a” no lugar de “lhe”), muito comuns na imprensa e no meio acadêmico. Os casos são omitidos, o que não deixa de ser uma forma de condená-los, ainda que implicitamente.
As regências assinaladas pela autora são naturalizadas no dia a dia do falante de língua portuguesa no Brasil.
Assinale a alternativa na qual as regras de regência, prescritas pela norma culta, foram mantidas.
A intertextualidade é um fenômeno no qual determinado texto se refere a outro, numa verdadeira “conversa”. Ela ocorre com elementos semânticos ou formais implícitos ou explícitos.
Partindo do pressuposto de que o texto de Waldick Soriano antecede o de Belchior, analise os textos a seguir desses dois músicos:
Belchior
(…) Não querem perder tempo/ com essa porcaria que se chama gente. // “Eu não sou cachorro não, / para viver assim tão humilhado” (…)
Waldick Soriano
Eu não sou cachorro, não / Pra viver tão humilhado / Eu não sou cachorro, não / Para ser tão desprezado (…) eu não sou cachorro, não (…)
Assinale a alternativa correta.
Paulo Reglus Neves Freire nasceu em Recife, tornou-se professor de Língua Portuguesa e notabilizou-se como grande educador com seu método de alfabetização.
Abaixo algumas frases dele:
1. “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.”
2. “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”
3. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens educam-se entre si, mediatizados pelo mundo.”
Assinale a alternativa correta.
Texto 1
Que Língua Devemos Ensinar?
Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,
Ana Maria Stahl Zilles
Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).
A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua
padrão e o reconhecimento da variação linguística
são condições necessárias para que os professores
compreendam mais claramente o seu papel de formar
cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade,
de acordo com as diversas exigências da vida e da
sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante
a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso,
julgo de fundamental importância que se discuta
abertamente a variação, que se comparem modos
de falar e de escrever, desde a primeira série, que se
desvelem os valores sociais atribuídos às variedades
do português e se discutam as atitudes de prestígio e
estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que
propósito etc.
Texto 1
Que Língua Devemos Ensinar?
Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,
Ana Maria Stahl Zilles
Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).
A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua
padrão e o reconhecimento da variação linguística
são condições necessárias para que os professores
compreendam mais claramente o seu papel de formar
cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade,
de acordo com as diversas exigências da vida e da
sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante
a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso,
julgo de fundamental importância que se discuta
abertamente a variação, que se comparem modos
de falar e de escrever, desde a primeira série, que se
desvelem os valores sociais atribuídos às variedades
do português e se discutam as atitudes de prestígio e
estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que
propósito etc.
Observe o trecho abaixo extraído do texto 1:
“…para que os professores compreendam mais claramente o seu papel de formar cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as diversas exigências da vida e da sociedade.”
Assinale a alternativa que indica corretamente a passagem para a voz passiva desse trecho, respeitando a norma culta:
Texto 1
Que Língua Devemos Ensinar?
Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,
Ana Maria Stahl Zilles
Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).
A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua
padrão e o reconhecimento da variação linguística
são condições necessárias para que os professores
compreendam mais claramente o seu papel de formar
cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade,
de acordo com as diversas exigências da vida e da
sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante
a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso,
julgo de fundamental importância que se discuta
abertamente a variação, que se comparem modos
de falar e de escrever, desde a primeira série, que se
desvelem os valores sociais atribuídos às variedades
do português e se discutam as atitudes de prestígio e
estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que
propósito etc.
Texto 1
Que Língua Devemos Ensinar?
Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,
Ana Maria Stahl Zilles
Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).
A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua
padrão e o reconhecimento da variação linguística
são condições necessárias para que os professores
compreendam mais claramente o seu papel de formar
cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade,
de acordo com as diversas exigências da vida e da
sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante
a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso,
julgo de fundamental importância que se discuta
abertamente a variação, que se comparem modos
de falar e de escrever, desde a primeira série, que se
desvelem os valores sociais atribuídos às variedades
do português e se discutam as atitudes de prestígio e
estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que
propósito etc.
Roman Jakobson estabeleceu seis funções da linguagem. Elas revelam, em síntese, o foco do texto, ou seja, toda a comunicação está a serviço de uma finalidade.
Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.
Texto 1
Que Língua Devemos Ensinar?
Trecho do ensaio “Algumas características do português do Brasil”,
Ana Maria Stahl Zilles
Que língua devemos ensinar? A que os alunos já aprenderam em sua comunicação ou a língua de que vão precisar para o exercício pleno da cidadania? Certamente esta última, que prefiro chamar de língua culta, para fazer uma distinção entre a língua culta (a dos falantes cultos: professores, médicos, engenheiros, jornalistas etc.) e a língua padrão (a que, tecnicamente, sofreu o processo de padronização, que inclui a confecção de dicionários, de gramáticas e a explicação de normas, inclusive por órgãos como a Academia Brasileira de Letras, e de leis, como as diversas reformas ortográficas promovidas pelo governo).
A meu ver, essa distinção entre língua culta/língua
padrão e o reconhecimento da variação linguística
são condições necessárias para que os professores
compreendam mais claramente o seu papel de formar
cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade,
de acordo com as diversas exigências da vida e da
sociedade. A meu ver, isso só pode ser feito mediante
a explicitação da realidade na sala de aula. Por isso,
julgo de fundamental importância que se discuta
abertamente a variação, que se comparem modos
de falar e de escrever, desde a primeira série, que se
desvelem os valores sociais atribuídos às variedades
do português e se discutam as atitudes de prestígio e
estigma associadas a cada forma de dizer ou de escrever o quê, para quem, em que circunstâncias, com que
propósito etc.
Text 3
Digital habits across generations
Today’s grandparents are joining their grandchildren on social media, but the different generations’ online habits couldn’t be more different. In the UK the over55s are joining Facebook in increasing numbers, meaning that they will soon be the site’s second biggest user group, with 3.5 million users aged 55-64 and 2.9 million over-65s.
Sheila, aged 59, says, ‘I joined to see what my grandchildren are doing, as my daughter posts videos and photos of them. It’s a much better way to see what they’re doing than waiting for letters and photos in the post. That’s how we did it when I was a child, but I think I’m lucky I get to see so much more of their lives than my grandparents did.’ Ironically, Sheila’s grandchildren are less likely to use Facebook themselves. Children under 17 in the UK are leaving the site – only 2.2 million users are under 17 – but they’re not going far from their smartphones.
Chloe, aged 15, even sleeps with her phone. ‘It’s my alarm clock so I have to,’ she says. ‘I look at it before I go to sleep and as soon as I wake up.’ Unlike her grandmother’s generation, Chloe’s age group is spending so much time on their phones at home that they are missing out on spending time with their friends in real life. Sheila, on the other hand, has made contact with old friends from school she hasn’t heard from in forty years. ‘We use Facebook to arrange to meet all over the country,’ she says. ‘It’s changed my social life completely.’ Teenagers might have their parents to thank for their smartphone and social media addiction as their parents were the early adopters of the smartphone. Peter, 38 and father of two teenagers, reports that he used to be on his phone or laptop constantly. ‘I was always connected and I felt like I was always working,’ he says. ‘How could I tell my kids to get off their phones if I was always in front of a screen myself?’ So, in the evenings and at weekends, he takes his SIM card out of his smartphone and puts it into an old-style mobile phone that can only make calls and send text messages. ‘I’m not completely cut off from the world in case of emergencies, but the important thing is I’m setting a better example to my kids and spending more quality time with them.’ Is it only a matter of time until the generation above and below Peter catches up with the new trend for a less digital life?
Source: https://learnenglish.britishcouncil.org
Study these sentences below and decide if they are true ( T ) or false ( F ), according to the information in text 3.
( ) Grandparents are your parents’ parents.
( ) In the following sentence: It’s changed my social life completely. The (‘s) is the contracted form of has.
( ) The word media (underlined in the first paragraph) is the singular form of medium and it is a countable noun.
( ) The underlined words in the second paragraph them and themselves are, respectively an object pronoun and a reflexive pronoun.
( ) In the following sentence Chloe’s age group is spending so much time on their phones at home that they are missing out on spending time with their friends in real life., the words spending, missing and spending are being used as nouns.
Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
Text 3
Digital habits across generations
Today’s grandparents are joining their grandchildren on social media, but the different generations’ online habits couldn’t be more different. In the UK the over55s are joining Facebook in increasing numbers, meaning that they will soon be the site’s second biggest user group, with 3.5 million users aged 55-64 and 2.9 million over-65s.
Sheila, aged 59, says, ‘I joined to see what my grandchildren are doing, as my daughter posts videos and photos of them. It’s a much better way to see what they’re doing than waiting for letters and photos in the post. That’s how we did it when I was a child, but I think I’m lucky I get to see so much more of their lives than my grandparents did.’ Ironically, Sheila’s grandchildren are less likely to use Facebook themselves. Children under 17 in the UK are leaving the site – only 2.2 million users are under 17 – but they’re not going far from their smartphones.
Chloe, aged 15, even sleeps with her phone. ‘It’s my alarm clock so I have to,’ she says. ‘I look at it before I go to sleep and as soon as I wake up.’ Unlike her grandmother’s generation, Chloe’s age group is spending so much time on their phones at home that they are missing out on spending time with their friends in real life. Sheila, on the other hand, has made contact with old friends from school she hasn’t heard from in forty years. ‘We use Facebook to arrange to meet all over the country,’ she says. ‘It’s changed my social life completely.’ Teenagers might have their parents to thank for their smartphone and social media addiction as their parents were the early adopters of the smartphone. Peter, 38 and father of two teenagers, reports that he used to be on his phone or laptop constantly. ‘I was always connected and I felt like I was always working,’ he says. ‘How could I tell my kids to get off their phones if I was always in front of a screen myself?’ So, in the evenings and at weekends, he takes his SIM card out of his smartphone and puts it into an old-style mobile phone that can only make calls and send text messages. ‘I’m not completely cut off from the world in case of emergencies, but the important thing is I’m setting a better example to my kids and spending more quality time with them.’ Is it only a matter of time until the generation above and below Peter catches up with the new trend for a less digital life?
Source: https://learnenglish.britishcouncil.org
Analyze the sentences from text 3 below according to structure and grammar use.
1. The phrasal verb in: Unlike her grandmother’s generation, Chloe’s age group is spending so much time on their phones at home that they are missing out on spending time with their friends in real life. means in its context that they are not be able to experience an opportunity or chance.
2. The word Ironically, in bold in the second paragraph is being used as an adverb to express irony.
3. The reference words in bold in the first paragraph their and they, create cohesion that
precedes coherence.
4. In the following sentence from the third paragraph: Unlike her grandmother’s generation, Chloe’s age group is spending so… the (‘s) in grandmother’s and Chloe’s indicates the short form of the verb to be in the present tense.
5. The conjunctive adverb Unlike in bold in the third paragraph, is used to introduce a statement that contrasts with a previous statement.
Choose the alternative which contains the correct
sentences.
English for Specific Purposes, or ESP, refers to learning English because students have a specific need. To develop a specific need such as Reading Comprehension, readers will need to use some strategies.
Study the sentences bellow about the topic.
1. A rapid look over a text in order to extract some general ideas from it is called the Skimming Strategy.
2. When the students look for some information in an encyclopedia or an ad in a newspaper, or use a Portuguese monolingual dictionary, they are scanning.
3. An ESP approach a great part of students is aware that English and Portuguese have few words in common.
4. Looking for repeated words is the reading strategy that is not very used by Brazilian students because it may be difficult to locate and understand these words at the beginning of the process.
Choose the alternative which contains the correct sentences.
Study these sentences below and decide if they are true ( T ) or false ( F ), according to the Base Curricular da Rede Municipal de Ensino de Palhoça document.
( ) No Componente Curricular Eixo/Nível III e IV o tempo de ensino é composto de 8 anos cada.
( ) A carga horária deverá ser de 800 dias / 3.200 horas/aulas, que corresponde a dez fases/ semestres de efetivo trabalho escolar, para o cômputo do total do Ensino Fundamental.
( ) Cada Eixo/Nível do Componente Curricular corresponde a dois semestres/fases do ano, totalizando quatro Eixos/ Níveis, o que equivale a oito semestres/fases, para conclusão do Ensino Fundamental de EJA.
( ) A carga horária na EJA para o período diurno é o mesmo para a EJA do período noturno, de quatro horas diárias de sala.
Choose the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
[…] The development of communicative competence involves the acquisition and use of so-called language skills, which are promoted from the communicative approach in an integrated manner and with real communication purposes. To contribute to the development of these communicative language skills, the English teacher has a continuum of options ranging from so-called pre-communicative activities to proper communication activities. According to Littlewood (1998), the first are based on accuracy and present structures, functions, and vocabulary; the latter focus on fluency and involve information sharing and exchange.
Analyze the sentences below about the concept of Communicative Competence.
1. The ability to select skills to solve verbal and non-verbal activities is called Communicative Competence.
2. To achieve communicative goals in a socially appropriate manner is the ability of Communicative Competence.
3. Communicative competence can be acquired, to develop, step by step, through repeated, reflected practice and experience skills.
4. Grammatical competence, sociolinguistic competence, discourse competence and strategic competence are the components of Communicative Competence.
Choose the alternative which contains the correct sentences.
Text 1
Youth and Adult Literacy in Brazil:
learning from practice
The Concept of functional ILLITERACY
[…] A person is considered functionally literate....................he or she is capable..........using reading and writing skills..........meet the demands of his or her social context, using them to continue learning and developing over their lifetimes. With the expansion of the access to schooling beyond literacy, the focus was shifted to the quality of the educational process offered to all. The issue here is not simply whether people know how to read or write, but what they are capable of doing with those skills. This means that, besides the issue of illiteracy, a social problem that still persists in Brazil, there is also the issue of functional illiteracy; in other words, the inability to effectively use reading and writing skills in the various areas of social life after a certain number of years of schooling. According to census criteria, individuals with less than 4 years of schooling are considered functionally illiterate. […]
Source: https://unesdoc.unesco.org
Prefixes are affixes added to the beginning of a base word to slightly change its meaning.
Study these examples in the following sentence from text 1 “…there is also the issue of functional illiteracy; in other words, the inability to effectively…”.
The underlined words indicate that they:
Text 1
Youth and Adult Literacy in Brazil:
learning from practice
The Concept of functional ILLITERACY
[…] A person is considered functionally literate....................he or she is capable..........using reading and writing skills..........meet the demands of his or her social context, using them to continue learning and developing over their lifetimes. With the expansion of the access to schooling beyond literacy, the focus was shifted to the quality of the educational process offered to all. The issue here is not simply whether people know how to read or write, but what they are capable of doing with those skills. This means that, besides the issue of illiteracy, a social problem that still persists in Brazil, there is also the issue of functional illiteracy; in other words, the inability to effectively use reading and writing skills in the various areas of social life after a certain number of years of schooling. According to census criteria, individuals with less than 4 years of schooling are considered functionally illiterate. […]
Source: https://unesdoc.unesco.org