Questões de Concurso Para prefeitura de novo horizonte - sc

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Q2268672 Legislação de Trânsito
Condições adversas, como chuva ou neblina, podem tornar a condução mais arriscada. Motoristas profissionais precisam estar preparados para essas situações e saber como agir para garantir a segurança. Em uma situação de chuva forte, qual é a medida mais adequada para garantir a segurança na direção? 
Alternativas
Q2268670 Mecânica de Autos
A manutenção preventiva do sistema de freios é crucial para garantir a segurança do motorista e dos passageiros. A negligência nessa área pode resultar em acidentes graves. Qual é um dos principais sinais de que os freios do veículo precisam de manutenção?
Alternativas
Q2268669 Mecânica de Autos
A direção hidráulica é uma tecnologia que facilita a manobra do veículo, tornando o volante mais leve. Para motoristas profissionais, é um recurso que ajuda a reduzir a fadiga durante longas jornadas. Qual é a principal vantagem da direção hidráulica em comparação com a direção convencional?
Alternativas
Q2268664 Matemática
Em uma fábrica, há dois turnos de 6 horas cada, com 10 funcionários trabalhando em cada turno. O primeiro turno produz 100 peças por hora por funcionário, enquanto o segundo turno produz 80 peças por hora por funcionário devido a restrições de manutenção. Quantas peças são produzidas em um dia?
Alternativas
Q2268663 Matemática
Rafael trabalha como vigia e precisa checar a identidade de cada pessoa que entra no prédio. Se 90 pessoas entram durante seu turno e ele gasta aproximadamente 30 segundos para cada uma, quanto tempo ele gastará verificando identidades durante todo o turno? 
Alternativas
Q2268662 Matemática
Fabiana precisa pintar 6 paredes durante seu turno. Se cada parede leva 1,5 horas para ser pintada, quanto tempo ela levará para completar seu trabalho?
Alternativas
Q2268661 Matemática
Pedro, um motorista de ônibus, tem um trajeto de 150 km a fazer. Se ele já percorreu 65 km, quantos km ainda faltam para completar o trajeto?
Alternativas
Q2268658 Matemática
Marcos é um auxiliar de manutenção e precisa trocar as lâmpadas de um prédio de 4 andares. Se ele trocar 5 lâmpadas por andar, quantas lâmpadas ele trocará no total?
Alternativas
Q2268657 Matemática
Ana é uma motorista de caminhão que faz entregas. Ela viaja a uma velocidade média de 60 km/h e precisa entregar um carregamento a 180 km de distância. Quanto tempo ela levará para chegar ao destino?
Alternativas
Q2268656 Matemática
Carlos é um operador em uma fábrica e precisa supervisionar o funcionamento de duas máquinas. Cada máquina produz 50 peças por hora. Se Carlos trabalha 8 horas por dia, quantas peças são produzidas em um dia?
Alternativas
Q2268655 Matemática
Joana, que trabalha como auxiliar de serviços gerais, é responsável por limpar três andares de um prédio. Se ela leva 2 horas para limpar cada andar, quanto tempo ela levará para limpar todos os andares?
Alternativas
Q2268654 Português
Portugália



        Era uma cidade como todas as outras. A gente importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas, que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas americanas; outras coçavam-se.

      — Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho — explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer coisa velha, caduca.

           — Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!

           — lembrou Emília.

        — Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.

          O rinoceronte prosseguiu:

         — As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro. Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como tudo mais. 

        Narizinho parou diante duma palavra muito velha, bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum casebre. Era a palavra Bofé.

        — Então, como vai a senhora? — perguntou a menina, mirando-a de alto a baixo.

        — Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim, tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.


Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
Qual alternativa apresenta um antônimo para a palavra “mal”?
Alternativas
Q2268653 Português
Portugália



        Era uma cidade como todas as outras. A gente importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas, que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas americanas; outras coçavam-se.

      — Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho — explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer coisa velha, caduca.

           — Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!

           — lembrou Emília.

        — Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.

          O rinoceronte prosseguiu:

         — As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro. Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como tudo mais. 

        Narizinho parou diante duma palavra muito velha, bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum casebre. Era a palavra Bofé.

        — Então, como vai a senhora? — perguntou a menina, mirando-a de alto a baixo.

        — Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim, tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.


Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
De acordo com o texto, o que acontece com as palavras arcaicas?
Alternativas
Q2268652 Português
Portugália



        Era uma cidade como todas as outras. A gente importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas, que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas americanas; outras coçavam-se.

      — Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho — explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer coisa velha, caduca.

           — Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!

           — lembrou Emília.

        — Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.

          O rinoceronte prosseguiu:

         — As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro. Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como tudo mais. 

        Narizinho parou diante duma palavra muito velha, bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum casebre. Era a palavra Bofé.

        — Então, como vai a senhora? — perguntou a menina, mirando-a de alto a baixo.

        — Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim, tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.


Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
Como se denomina o encontro vocálico presente na palavra "coitadas"?
Alternativas
Respostas
561: C
562: B
563: C
564: C
565: A
566: C
567: C
568: B
569: B
570: C
571: C
572: C
573: C
574: C
575: B
576: D
577: B
578: A
579: C
580: A