Questões de Concurso Para prefeitura de jardinópolis - sc

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Q3083018 Noções de Informática
O Zoom é uma plataforma de videoconferências robusta que possui diversas funcionalidades, como compartilhamento de tela, gravação de webinars, acesso via telefone e upload de reuniões na nuvem. Assinale a alternativa que informa ferramenta que possibilita usar quadros de compartilhamento online em colaboração entre usuários com conta Zoom. 
Alternativas
Q3083017 Noções de Informática
O Google Meet é um aplicativo único para fazer videochamadas e reuniões em todos os dispositivos. Contudo, quando o usuário utiliza o computador e não tem uma assinatura do Google Meet, a duração de uma reunião possui um limite de duração. Utilizando o computador, assinale a alternativa que informa o limite de duração de uma reunião com três ou mais participantes.
Alternativas
Q3083016 Matemática
Pedrinho tem 6 anos e seu irmão tem 9. Há quantos anos seu irmão tinha o dobro de sua idade?
Alternativas
Q3083015 Português
Surto ou padeço. Abdico ou não surto. Pelejo ou não padeço. Ora, não pelejo. Assim,
Alternativas
Q3083014 Matemática
Roberval pretende encher com água uma cuba de uma pia que tem a forma de uma semiesfera de 29 cm de raio. Dessa forma, a quantidade de água necessária será de aproximadamente de:
Alternativas
Q3083013 Matemática
Das 100 pessoas que estão em uma sala de aula, 51% são meninos. Quantos meninos devem sair para que a porcentagem de meninos na sala passe a ser 50%? 
Alternativas
Q3083012 Matemática
Somando-se todos os números inteiros desde –40, inclusive, até 41, inclusive, obtém-se: 
Alternativas
Q3083011 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Assinale a alternativa em que as duas palavras não realizam, entre elas, plural da mesma forma.
Alternativas
Q3083010 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Supondo-se que, no trecho
“– O senhor deseja um café? – Forte, fervido.”, a fala do garçom fosse substituída por “O senhor deseja uma bebida?”, considerado o uso das mesmas palavras, seria(m) alterada(s) para fins de concordância, na resposta do cliente:
Alternativas
Q3083009 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
A partir da releitura do trecho “– E então, como estava o cafezinho? – Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.”, assinale a alternativa que apresenta o trecho que reúne apenas adjetivos.
Alternativas
Q3083008 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Assinale a única alternativa em que o trecho apresentado não possui nenhum substantivo. 
Alternativas
Q3083007 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Pela leitura do texto, é possível afirmar que impressiona o garçom:
Alternativas
Q3083006 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir do sentido em que as palavras são utilizadas no texto, não se aproximam, por seus significados, os termos presentes no seguinte par:
Alternativas
Q3083005 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.
Alternativas
Q3083004 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:
Alternativas
Q3083003 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Em relação ao primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa em que o pronome destacado possui uma classificação diferente do pronome destacado nas demais alternativas.
Alternativas
Q3083002 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:
Alternativas
Q1784071 Psicologia
A ___________ é o processo inicial de detecção e codificação da energia ambiental. Referem-se a certas experiências imediatas, fundamentais e diretas, ou seja, relacionam-se à consciência de qualidades ou atributos vinculados ao ambiente físico, tais como duro, quente, ruidoso, vermelho, etc., geralmente produzido por estímulos simples, fisicamente isolados. Já a ____________ refere-se ao produto dos processos psicológicos nos quais significado, relações, contexto, julgamento, experiência passada e memória desempenham um papel importante. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1784070 Psicologia

O Seguinte artigo :

“ Art. 2º A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.”

Está presente em :

Alternativas
Q1784069 Psicologia
O fenômeno da Síndrome de Alienação Parental (SAP) tem sido comumente visto no contexto de disputas de guarda (Gardner, 1999). O assunto é recente na literatura brasileira e é desconhecido por parte dos profissionais que trabalham com o Direito de família. É necessário que os psicólogos conheçam a SAP, a fim de identificar suas características em um processo de disputa judicial e de intervir de forma a amenizar as consequências da mesma . Sobre a SAP marque V ou F e assinale a alternativa correta: ( ) O termo síndrome de alienação parental foi criado pelo psiquiatra norteamericano Richard Gardner. O referido autor observou um aumento significativo das situações em que um dos genitores programa o filho para alienar-se do outro, na esperança de que isso o favoreça na disputa judicial. A partir daí, Gardner (2002) constatou não apenas que o genitor alienador incutia no filho idéias negativas em relação ao ex-cônjuge, mas que havia também uma contribuição dos filhos para essa desmoralização. ( ) Gardner (2002) definiu então a SAP como o processo que consiste em não programar uma criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa. ( ) Para que se configure efetivamente o quadro da SAP, Silva (2006) destaca que é preciso ter certeza de que o genitor alienado não merece ser rejeitado pela criança por meio de comportamentos tão depreciáveis. ( ) Gardner (2002) aponta ainda que a SAP se caracteriza pelo fato de o alienador programar o filho para denegrir a imagem do outro genitor e pelas contribuições criadas pela própria criança, que sustentam essa desmoralização do genitor alienado. Sem essa contribuição da criança, não é possível falar em SAP, pois a mesma só se estabelece mediante a complementaridade entre destruição da imagem pelo genitor e pelo próprio filho, ainda que influenciado pelo primeiro.
Alternativas
Respostas
221: B
222: D
223: C
224: A
225: D
226: B
227: C
228: D
229: D
230: A
231: C
232: D
233: B
234: B
235: B
236: D
237: C
238: C
239: A
240: A