Questões de Concurso Para prefeitura de jacinto machado - sc

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Q1736043 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
A acentuação é um recurso de linguagem que tem como principal objetivo marcar graficamente as palavras que apresentam um comportamento fonético fora do habitual em um idioma. Assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA para a acentuação das palavras abaixo:
Alternativas
Q1736041 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
Crônica é um gênero textual que é uma narrativa que aborda temáticas do cotidiano, geralmente com uma perspectiva irônica. A ironia neste caso se constrói a partir de alguns elementos. Assinale aquele que NÃO se encaixa neste parâmetro:
Alternativas
Q1735933 Pedagogia
Em relação as tendências pedagógicas, relacione as colunas abaixo:
Coluna 1
1. Pedagogia Liberal Tradicional 2. Pedagogia Liberal Renovada Progressista 3. Pedagogia Liberal Renovada Não Diretiva 4. Pedagogia Liberal Tecnicista 5. Pedagogia Progressista Crítico-Social dos Conteúdos
Coluna 2
( ) Essa tendência subordina a Educação à sociedade. A partir dela, a escola modela o comportamento humano com técnicas específicas, que organizam o processo de aquisição de habilidades, atitudes e conhecimentos específicos, para que os indivíduos se integrem no sistema social global. ( ) Nessa tendência, a escola tem a função de preparar os alunos intelectual e moralmente para assumir sua posição na sociedade; seu compromisso é com a cultura, já que os problemas sociais pertencem à sociedade. ( ) A escola prepara os alunos para o mundo adulto e suas contradições, para que eles transformem essa realidade. A difusão dos conteúdos escolares é tarefa primordial da escola. Esses conteúdos devem ser “vivos”, concretos e indissociáveis da realidade humana e social. ( ) A escola centra-se na formação de atitudes e está mais preocupada com os problemas psicológicos dos alunos que com os pedagógicos ou sociais – tanto que os conteúdos escolares são considerados secundários. ( ) Nessa tendência, o papel da escola é adequar as necessidades individuais ao meio social, organizando-se de forma a retratar a vida. O conhecimento resulta da ação docente a partir dos interesses e necessidades dos alunos, valorizando mais os processos mentais e as habilidades cognitivas – isto é, as de conhecimento – que conteúdos organizados racionalmente.
Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q1735932 Pedagogia
Para Paulo Freire (1982), a sociedade dividida em classes, tal como é hoje, restringe os privilégios a poucos e impede que os bens produzidos sejam utilizados pela maioria; o autor acredita que entre esses bens está a Educação. Freire faz referência a dois tipos de Pedagogia: pedagogia dos dominantes – Educação como prática de dominação – e pedagogia do oprimido – Educação como prática de liberdade (segundo o autor, é a que precisa ser realizada). O fundamento da pedagogia dos dominantes é Educação Bancária, com sua prática narradora, sem diálogo, para a transmissão e avaliação de conhecimentos numa relação vertical – o saber é fornecido de cima para baixo – e autoritária, pois manda aquele que sabe. O método da concepção bancária é a opressão, o antidiálogo.
Marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) A Educação Bancária caracteriza-se pela prática domesticadora, na qual o saber do professor é depositado no aluno.
( ) Não há comunicação entre professor e aluno: o educador faz comunicados e depósitos, os quais são recebidos pacientemente pelos educandos, que passam a memorizá-los e repeti-los.
( ) Nessa distorção da visão de Educação não há saber.
( ) A narração é a técnica usada pelo educador para depositar conteúdo nos educandos e conduzi-los à memorização mecânica.
( ) Os conteúdos narrados são retalhos da realidade, desconectados da totalidade em que se formam, sendo petrificados e sem significado. Tornam-se pura verbosidade alienada e alienante.
Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q1735930 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o site oficial do município de Jacinto Machado, entre os encantos do turismo rural de Jacinto Machado, destacam-se as exuberantes cachoeiras espalhadas pelo interior do município, entre elas, EXCETO:
Alternativas
Q1735929 Atualidades
O gabinete de transição do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou no dia 20/01/2021, horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo, sendo elas, EXCETO:
Alternativas
Q1735925 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!

                                                  Renato Barros e Lilian Knapp
Além dos verbos no imperativo, para dirigiremse a seu interlocutor, os autores também se utilizaram de outro recurso também muito comum no gênero carta, que está destacado na oração abaixo:
    Assim será melhor, meu bem!
Sintaticamente esse recurso expressivo é conhecido como: 
Alternativas
Q1735922 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!

                                                  Renato Barros e Lilian Knapp
Para conseguir o efeito linguístico esperado, aproximando-se razoavelmente da estrutura de uma carta, os autores usaram preferencialmente verbos flexionados em:
Alternativas
Q1735921 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!

                                                  Renato Barros e Lilian Knapp
O eu-lírico da canção fala diretamente a um hipotético leitor. Ele faz isso para:
Alternativas
Respostas
163: A
164: C
165: B
166: D
167: B
168: C
169: E
170: D
171: C