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Sobre o produto x é correto afirmar que:
Após a leitura do poema intitulado Receita de Poema, de Antonio Carlos Secchin, leia as assertivas:
Um poema que desaparecesse
à medida que fosse nascendo,
e que dele nada então restasse
senão o silêncio de estar não sendo.
Que nele apenas ecoasse
o som do vazio mais pleno.
E depois que tudo matasse
morresse do próprio veneno.
I. A expressão à medida que poderia ser substituída por à medida em que sem prejuízos gramaticais.
II. Considerando apenas os dois primeiros versos, se o vocábulo poema fosse passado para o plural, outros três vocábulos também deveriam sofrer alteração de número.
III. O vocábulo apenas estabelece uma relação de sinonímia com o vocábulo senão.
Pode-se afirmar que:
Assinale a alternativa que apresenta uma oração coordenada sindética adversativa.
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa INCORRETA com relação às regras de acentuação.
Observe a tirinha abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:
A obra de Machado de Assis é um oceano de ideias tão amplo que seria possível desaguá-lo em diversos mares. Há o Machado filósofo, certamente um dos mais afluentes; o jornalista, magnífico cronista de sua época, os meados do século 19. #O conhecimento jurídico do escritor, subtexto para romances, poemas e peças de teatro, além de artigos em que tratava do tema per se, foi a inspiração para o brilhante “Código de Machado de Assis”. Publicado pelo jornalista e advogado Miguel Matos, o livro é o resultado de uma pesquisa minuciosa sobre a relação entre o Direito e a obra machadiana, uma visão original e didática, que não deixa de lado o charme literário do homenageado. #O livro reproduz os códigos jurídicos, com textos divididos em capítulos e artigos. #Matos inicia seu livro com um questionamento: “Haveria uma beca por baixo do fardão de imortal de Machado? Teria ele se formado em Direito? Possuiria notável saber jurídico?”. A verdade é que foi o maior dos autodidatas brasileiros. Apesar do interessante conteúdo espalhado pelas 600 páginas, há um item que certamente atrairá maior atenção dos leitores: o veredito sobre “Dom Casmurro”, um dos capítulos mais polêmicos da cultura brasileira. Afinal, Capitu traiu Bentinho ou não?
(Felipe Machado. Revista IstoÉ. “O Direito segundo Machado”.
Adaptado. 03 de setembro de 2021. Edição nº 2694.)
I. Na primeira frase do texto, o autor utiliza-se do recurso estilístico da metáfora para fazer referência à ampla obra de Machado de Assis.
II. À medida que o texto avança, é possível afirmar que o autor emprega elementos típicos do gênero “resenha”.
III. No texto, o autor nomeia apenas uma obra de Machado de Assis: “Dom Casmurro”.
Pode-se afirmar que:
“Para se entender a Arte Moderna, é preciso também entender o contexto histórico em que estava inserida. A Europa do século XIX passava por uma situação social repleta de injustiças e pobreza, na qual refletia o modelo econômico capitalista e burguês ascendido pela Revolução Industrial. Logo, o trabalho manual sucumbiu às máquinas e a religião pela ciência, além dos padrões acadêmicos que enalteciam o virtuosismo e a habilidade artística. (...)
O fenômeno do fetiche pelo primitivo que pairava na Europa em decorrência do espírito de aventura, que as Grandes Navegações trouxeram ao velho continente a partir do século XV, alimentou o desejo de encontrar uma linguagem e direção opostas à tradição que os vanguardistas tanto almejavam.”
fonte: https://medium.com/deadlines/o-primitivismo-como-inspiracao-
para-a-arte-moderna-118d9714c1d6
Máscara Africana e autorretrato de Picasso, 1907.
Considerando a imagem e o texto acima, o que se pode dizer como verdadeiro a respeito da relação entre artistas da vanguarda moderna do início do século XX e a arte conhecida como “primitiva”?
A obra “Moema” do pintor catarinense Victor Meirelles (1832-1903) inspira-se no canto VI do poema épico Caramuru (1781) do frei José de Santa Rita Durão (1722-1784). Analise a imagem e a estrofe XXXVII do poema, onde o autor narra a situação de Moema:
Moema, 1866. Museu de Arte de São Paulo
“Copiosa multidão da nau Francesa
Corre a ver o espetáculo assombrada;
E ignorando a ocasião da estranha empresa,
Pasma da turba feminil, que nada:
Uma, que às mais precede em gentileza,
Não vinha menos bela, do que irada:
Era Moema, que de inveja geme,
E já vizinha à nau se apega ao leme.”
fonte: https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/moema-
victor-meirelles/
A partir da comparação entre a tela de Victor Meirelles, e o texto de José de Santa Rita Durão, é possível afirmar que:
“A arte barroca possui exuberância e é repleta de ornamentos. As expressões “barroco tardio” ou “barro mineiro”, usadas para descrever a obra de _________________, com a qual esse estilo atinge seu ápice, são controversas. Para a historiadora Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira (1943), __________________ tem estilo rococó, que se observa nas rocalhas, nas formas arredondadas e nos arabescos, e há verta leveza e suavidade em relação ao barroco, expressa, por exemplo, no uso de cores mais claras. Há historiadores que situam o escultor na transição desses estilos e, além disso, que identificam em suas obras elementos do gótico tardio alemão.”
fonte: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8614
As lacunas do texto acima dão lugar a um dos maiores representantes da escultura brasileira. Seu nome é:
fonte: https://epoca.oglobo.globo.com/cultura/noticia/2018/04/vida-e-
destino-do-quadro-n-16-de-jackson-pollock-do-mam.html
O dripping é uma técnica de pintura amplamente utilizada pelo pintor americano Jackson Pollock. Trata-se do respingo de tinta sobre a superfície por meio de um gotejamento equilibrado, produzindo traços que se unem de maneira harmoniosa. Desta forma, o processo criativo acaba se baseando também pela ação do subconsciente. Jackson Pollock e a técnica dripping são representantes de um célebre movimento artístico intitulado:
O chefe da polícia pelo telefone manda avisar
Que na Carioca tem uma roleta para se jogar
O chefe da polícia pelo telefone manda avisar
Que na Carioca tem uma roleta para se jogar
Ai, ai, ai,
Deixa as mágoas para trás ó rapaz
Ai, ai, ai,
Fica triste se és capaz, e verás.
Ai, ai, ai,
Deixa as mágoas para trás ó rapaz
Ai, ai, ai,
Fica triste se és capaz, e verás.
A obra “Pelo Telefone”, citada acima, é considerada a primeira composição de samba a alcançar um amplo sucesso na música popular. A respeito das características do samba pode-se afirmar que:
“O teatro de revista tornou-se um gênero popular no Brasil a partir do final do século XIX. Entre os principais escritores da revista estava Arthur Azevedo. Em uma de suas revistas, intitulada A Fantasia (1896), ele apresenta a seguinte definição para o gênero:
Pimenta sim, muita pimenta
E quatro, ou cinco, ou seis lundus,
Chalaças velhas, bolorentas,
Pernas à mostra e seios nus...”
Pode-se então caracterizar o teatro de revista como um veículo de difusão dos modos e costumes, como um retrato sociológico, ou como um estimulador de riso e alegria através de falas irônicas e de duplo sentido, canções ‘apimentadas’ e hinos picarescos.”
fonte: https://www.unicamp.br/iel/memoria/Ensaios/Bilontra/trevista.htm
Sobre as características principais do teatro de revista, é possível afirmar que:
“Por volta de 1987, na periferia de São Paulo, surgiu o talento de Eduardo Kobra. Com o objetivo de levar arte para toda a capital paulista e transformar a paisagem urbana por meio da arte, ele se tornou um dos maiores artistas do mundo. Mas além de juntar a nostalgia e a modernidade em pinturas cenográficas e monumentais, o artista ainda consegue criar portais para momentos saudosos da cidade. As cenas que o grafiteiro Kobra pinta, remetem à personagens, cenas e locais que sempre têm um significado especial e um conceito por trás da obra.”
fonte: https://www.dionisioarte.com.br/2016/11/30/conheca-eduardo-
kobra-artista-e-muralista-brasileiro/
Acerca do conceito de arte urbana, é possível afirmar que:
A artista mexicana Frida Kahlo passou por duas grandes tragédias em sua vida: aos 6 anos de idade contraiu poliomielite infantil, doença que encurtou uma de suas pernas, e aos 18 sofreu um acidente de ônibus onde fraturou a espinha, a clavícula, a pélvis e várias costelas. Durante os longos períodos em que passou deitada, Frida adotou a arte como passatempo, e passou a desenhar e pintar seus próprios coletes ortopédicos. A respeito da relação entre a vida e a obra de Frida Kahlo, é possível afirmar:
Fonte: https://super.abril.com.br/historia/quem-foi-frida-kahlo/
“Consideramos 1922 como início de uma revolução cultural no Brasil. Naquele ano existiu forte movimento cultural de reação à cultura acadêmica e oficial. Deste período o expoente principal foi Oswald de Andrade. Seu trabalho cultural, sua obra, que é verdadeiramente genial, ele definiu como antropofágica, referindo-se à tradição dos índios canibais. Como esses comiam os homens brancos, assim ele dizia haver comido toda a cultura brasileira e aquela colonial.” fonte: ROCHA, Glauber. Revolução do cinema novo. São Paulo: Cosac Naify, 2004, p. 150.
Considerando as informações trazidas pelo trecho acima, o movimento cultural a que ele se refere é denominado:
“Do fundo escuro do coração solar do hemisfério sul, de dentro da mistura de raças que não assegura nem degradação nem utopia genética, das entranhas imundas (e, no entanto, saneadoras) da internacionalizante indústria do entretenimento, da ilha Brasil pairando eternamente a meio milímetro do chão real da América, do centro ao nevoeiro da língua portuguesa, saem estas palavras que, embora se saibam de fato despretensiosas, são de testemunho e interrogação sobre o sentido das relações entre os grupos humanos, os indivíduos e as formas artísticas, e também das transações comerciais e das forças políticas, em suma, sobre o gosto da vida neste final de século”.
O trecho extraído do livro “Verdade Tropical” de autoria de Caetano Veloso, pretende ser um relato, a partir de uma memória coletiva (e também autobiográfica), do movimento tropicalista. O contexto em que este ocorreu pode ser definido como:
Uma receita de pão natural leva apenas três ingredientes: 600 gramas de farinha de trigo, 400 gramas de água e 200 gramas de fermento natural. A fração que representa a proporção de fermento natural em relação ao peso total dos ingredientes é:
Para responder às questões 4 e 5, leia o enunciado abaixo:
Chegou o momento em que ficou difícil distinguir se estamos conversando com uma pessoa ou com uma máquina. Ao telefone, nas redes sociais, nos aplicativos e em todo tipo de situação cotidiana, os robôs estão aptos a tratar sobre qualquer assunto, desde fornecer informações básicas, como para onde ir ou quanto pagar, até cobranças automáticas e relacionamentos afetivos. Estão diuturnamente conosco. A pesquisa e o desenvolvimento em inteligência artificial (IA) nos fez chegar ao ponto de caracterizar esse momento tecnológico como a 4º Revolução Industrial. Essa imensa transformação proporciona uma simbiose entre o homem e interfaces digitais que vão além da imaginação. E é um caminho sem volta. Nas ciências da computação, no universo dos algoritmos, as máquinas aprendem sozinhas com os dados já existentes, estabelecem padrões e buscam resultados. Já podemos falar em reconhecimento facial muito acima da capacidade humana de identificar um rosto, por causa dos algoritmos. No varejo, as empresas criaram aplicativos e personagens virtuais que reconhecem textos, falas, gírias, interagem com o consumidor e estimulam as compras.
(Fernando Lavieri. Revista IstoÉ. “Falando com robôs”. Adaptado. 20 de
dezembro de 2019. Edição nº 2608.)
Considerando aspectos semânticos, leia as assertivas:
I. Na frase Estão diuturnamente conosco, o vocábulo diuturnamente refere-se a algo que ocorre todos os dias.
II. O vocábulo simbiose, no contexto em que se encontra, poderia ser substituído, sem alterar o sentido expresso no texto, por associação.
III. O vocábulo universo não poderia ser substituído por cosmos, sob pena de alterar o sentido expresso no texto.
Pode-se afirmar que:
Para responder às questões 26 e 27, leia o fragmento do poema “Certa lenda numa tarde”, de Ernani Salomão Rosas.
"Perdi-me... toda uma ânsia me revela
sombra de Luz em corpo de olor vago,
a saudade é um passado que cinzela
em presente, a legenda desse orago"
"Errasse em densa noite de beleza,
pisasse incerto, um falso solo de umbra...
sonho-me Orfeu... o Luar que me deslumbra...
é marulho de Luz na profundeza!..."
Na frase TV Cultura produz documentário em homenagem aos 100 anos de Paulo Freire, quais termos configuram o sujeito da oração?
Para responder às questões 26 e 27, leia o fragmento do poema “Certa lenda numa tarde”, de Ernani Salomão Rosas.
"Perdi-me... toda uma ânsia me revela
sombra de Luz em corpo de olor vago,
a saudade é um passado que cinzela
em presente, a legenda desse orago"
"Errasse em densa noite de beleza,
pisasse incerto, um falso solo de umbra...
sonho-me Orfeu... o Luar que me deslumbra...
é marulho de Luz na profundeza!..."
Tendo em vista as regras de concordância, assinale a alternativa INCORRETA.