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Q3856067 Direito Digital
As atividades de tratamento de dados pessoais devem observar a boa-fé e um conjunto de princípios que orientam a atuação dos agentes de tratamento, garantindo a proteção dos direitos do titular. À luz desses princípios, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3856066 Direito Digital
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais define conceitos essenciais para a correta compreensão dos papéis, operações e categorias de dados envolvidos no tratamento de dados pessoais. Considerando essas definições legais, analise as assertivas a seguir.

I. Dado pessoal corresponde à informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável, independentemente do meio em que esteja registrada.

II. Dado pessoal sensível abrange informações relacionadas, entre outros aspectos, à saúde, à vida sexual e a dados genéticos ou biométricos, quando vinculados a uma pessoa natural.

III. Operador é a pessoa natural ou jurídica que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador.

IV. Encarregado é a pessoa indicada para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a autoridade nacional.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3856065 Direito Digital
A disciplina da proteção de dados pessoais, conforme a LGPD, apoia-se em fundamentos que orientam a interpretação e a aplicação da norma. À luz do art. 2º da Lei nº 13.709/2018, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3856064 Direito Digital
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais estabelece diretrizes para o tratamento de dados pessoais no ordenamento jurídico brasileiro, definindo objetivos e abrangência normativa. Considerando o disposto no art. 1º e em seu parágrafo único, analise as assertivas a seguir.

I. A LGPD disciplina o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, realizado por pessoas naturais ou jurídicas, de direito público ou privado.

II. A proteção conferida pela LGPD relaciona-se aos direitos fundamentais de liberdade, de privacidade e ao livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

III. As normas gerais previstas na LGPD possuem interesse nacional e devem ser observadas por todos os entes federativos.

Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3856063 Atualidades
O papa Leão XIV, eleito em 2025, destaca-se por ser: 
Alternativas
Q3856062 Atualidades
A primeira reunião formal entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos da América, Donald Trump, ocorreu no contexto de um encontro internacional que reuniu lideranças de diversos países. Esse encontro foi realizado: 
Alternativas
Q3856059 Atualidades
Durante a COP 30, foi aprovado um conjunto de documentos conhecido como:
Alternativas
Q3856058 Direito Administrativo
Na Administração Pública, a atuação do agente público é orientada por princípios que limitam o exercício do poder estatal e asseguram a proteção dos direitos da coletividade. O princípio da __________ impõe que o administrador atue apenas conforme a lei; o princípio da __________ veda a promoção pessoal e exige tratamento igualitário aos administrados; o princípio da __________ exige honestidade e boa-fé nos atos administrativos, ainda que legais; e o princípio da __________ assegura a transparência dos atos, admitindo sigilo quando houver interesse social ou proteção da intimidade.

Qual das alternativas, preenche CORRETA e respectivamente, as lacunas? 
Alternativas
Q3856053 Estatística
Considere os números naturais maiores do que 10 e menores do que 20 e analise as assertivas que seguem:

I. A média aritmética entre os números pares, dos considerados, é igual a um dos próprios números pares, dos considerados.

II. Como foi considerada uma quantidade ímpar de números naturais, caso se tenha por objetivo encontrar a mediana entre eles, não será necessário usar de média aritmética.

III. Mesmo se os números 10 e 20 fossem considerados, ainda não haveria uma moda.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3856051 Raciocínio Lógico
No ano de 2026 ocorrem as ELEIÇÕES no Brasil, para diversos cargos dos níveis federal e estadual. Aproveitando que também se trata de um ano de Copa do Mundo de Futebol da FIFA, estão sendo comercializadas pulseiras com uma das cores da bandeira brasileira (azul, branco, amarelo e verde), e um dos anagramas possíveis com a palavra ELEIÇÕES. Nesse sentido, considerando a quantidade possível de anagramas e as cores da bandeira brasileira, quantas pulseiras diferentes podem ser comercializadas?  
Alternativas
Q3856050 Matemática
Considere que existe uma progressão aritmética P, a qual tem como primeiro termo o número 5, e como razão, o número 6; e uma progressão geométrica Q, a qual tem como primeiro termo o número 6, e como razão, o número 5. A expressão abaixo envolve alguns termos dessas progressões: 

5P + 3Q - 8P + 10Q + 1P - 18P

Deve-se adotar que P e Q representam qual das progressões se trata o termo da expressão, e o número que antecede a letra, a posição desse elemento (por exemplo, 3P seria o terceiro termo da progressão aritmética P). Nesse sentido, qual é o resultado da expressão?
Alternativas
Q3856047 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas

e entre as mulheres 


    A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics. 


    O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos. 


    “A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome. 


    A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros. 


    As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?


    A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).


    Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.  


    O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa. 


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-

seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado). 

No fragmento “Os pesquisadores buscavam mapear possíveis fatores de risco”, a forma verbal “buscavam” apresenta flexão determinada por elemento específico da oração. Considerando essa relação, a flexão verbal decorre: 
Alternativas
Q3856046 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas

e entre as mulheres 


    A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics. 


    O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos. 


    “A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome. 


    A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros. 


    As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?


    A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).


    Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.  


    O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa. 


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-

seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado). 

No trecho “A condição oftalmológica também é mais frequente entre as mulheres”, a palavra “mais” exerce função morfossintática específica. Nesse contexto, ela classifica-se como: 
Alternativas
Q3856045 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas

e entre as mulheres 


    A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics. 


    O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos. 


    “A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome. 


    A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros. 


    As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?


    A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).


    Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.  


    O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa. 


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-

seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado). 

No trecho “Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto”, observa-se relação específica entre sujeito e verbo. Considerando as regras de flexão verbal e concordância, a forma verbal “são” justifica-se por concordar com: 
Alternativas
Q3856044 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas

e entre as mulheres 


    A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics. 


    O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos. 


    “A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome. 


    A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros. 


    As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?


    A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).


    Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.  


    O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa. 


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-

seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado). 

No encerramento da notícia, são indicadas orientações gerais relacionadas à prevenção da síndrome do olho seco. Conforme exposto no texto, a prevenção está associada à adoção de práticas como: 
Alternativas
Q3856040 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas

e entre as mulheres 


    A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics. 


    O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos. 


    “A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome. 


    A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros. 


    As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?


    A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).


    Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.  


    O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa. 


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-

seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado). 

A notícia apresenta percentuais distintos de prevalência da síndrome do olho seco conforme o local de residência da população pesquisada. De acordo com os dados explicitados no texto, a prevalência da síndrome é corretamente indicada como: 
Alternativas
Q3856039 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas

e entre as mulheres 


    A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics. 


    O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos. 


    “A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome. 


    A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros. 


    As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?


    A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).


    Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.  


    O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa. 


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-

seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado). 

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do primeiro parágrafo do texto?
Alternativas
Q3856038 Odontologia
Os anestésicos locais utilizados em Odontologia podem ser classificados, quanto à sua estrutura química, em ésteres e amidas. Considerando essa classificação, pertence ao grupo das amidas o anestésico: 
Alternativas
Q3856037 Odontologia
A avaliação semiológica das afecções do tecido mole da cavidade oral é fundamental para o diagnóstico diferencial e a definição da conduta terapêutica adequada. Considerando esses princípios, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3856036 Odontologia
No diagnóstico e manejo das doenças periodontais, a diferenciação entre gengivite e periodontite é essencial para o planejamento do tratamento. Constitui achado clínico característico de periodontite, e não de gengivite, a presença de: 
Alternativas
Respostas
421: C
422: A
423: D
424: E
425: A
426: D
427: B
428: A
429: D
430: B
431: E
432: A
433: C
434: B
435: C
436: B
437: A
438: D
439: B
440: A