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A Cadência Plagal caracteriza-se por uma progressão musical que resolve o grau subdominante direto na tônica, sem passar pelo grau dominante. Desse modo, escolha a alternativa que corretamente exemplifica a Cadência Plagal:
Os acordes diminutos são formados por quatro terças menores sobrepostas. Essa condição cria dois intervalos de quarta aumentada/quinta diminuta e recebem o nome de trítono. Por conter dois trítonos, os acordes diminutos podem ser "resolvidos" em acordes distintos. O acorde de Si Diminuto, por exemplo, é formado pelas notas Si, Ré, Fá e Lá Bemol. Os dois trítonos são Si e Fá (que pode resolver em Dó Maior) e Ré e Lá Bemol (que pode resolver em Mi Bemol Maior). A partir dessas informações, assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quem são os povos quilombolas?
Os povos quilombolas são descendentes de pessoas negras escravizadas que resistiram à escravidão no Brasil. Durante os séculos de escravidão no país, muitos fugiram das fazendas de café e das plantações de cana-de-açúcar e formaram comunidades conhecidas como quilombos, geralmente em áreas de difícil acesso, como as matas.
O termo "quilombo" vem da língua banto e significa "povoação". Essas comunidades funcionavam com base na coletividade com desenvolvimento social, econômico e político. Com o tempo, mesmo após a destruição de muitos quilombos, as comunidades sobreviventes se fortaleceram e passaram a preservar suas tradições e identidades.
Atualmente, segundo o Decreto n.º 4.887/2023, uma comunidade quilombola é um grupo étnico-racial que se autodeclara como tal, ou seja, que se reconhece como descendente de quilombo e mantém práticas culturais, sociais e religiosas próprias. O reconhecimento leva em conta critérios étnico-raciais e culturais, respeitando o direito à autodeclaração, algo fundamental para a valorização da diversidade e da identidade quilombola no país.
Os quilombolas são agricultores, guardiãs de sementes, marisqueiras e pescadores, apanhadores de flores, de coco-babaçu, de açaí, de buriti e outras práticas com base no cultivo.
Um dos quilombos mais conhecidos da história do Brasil é o Quilombo dos Palmares, fundado no século XVI na região da Serra da Barriga, localizada em Alagoas. [...] Durante quase cem anos, Palmares resistiu aos ataques de tropas portuguesas, holandesas e bandeirantes paulistas, sendo destruído em 1695. [...] Os ataques aos quilombos aconteciam porque os negros escravizados fugiam das fazendas, em busca de liberdade e para escapar de violências que sofriam. Muitos quilombolas foram mortos por resistirem à recaptura e suas moradias destruídas. Essa destruição também tinha o objetivo de impedir que os fugitivos cultivassem a terra, inclusive a cana-de-açúcar. Para os senhores de engenho, atacar o Quilombo dos Palmares significava não apenas recuperar a mão de obra escravizada, mas também garantir que o plantio de cana ficasse restrito às suas próprias fazendas. [...]
Atualmente, os quilombos continuam sendo espaços de preservação cultural e resistência. Nessas comunidades, os quilombolas mantêm costumes, religiões, formas de plantio, culinária e conhecimentos tradicionais passados de geração em geração.
[...]
Quilombolas e o meio ambiente
Os povos quilombolas vivem em regiões com grande riqueza natural e podem exercer papel importante na proteção desses espaços. Ao proteger florestas, rios e manguezais, essas comunidades ajudam a evitar a degradação ambiental e garantem a manutenção do equilíbrio da natureza. [...] Eles também se organizam, muitas vezes, para enfrentar ameaças como a pesca predatória, o despejo de resíduos e o avanço de empreendimentos que colocam em risco o meio ambiente.
Os quilombolas combinam conhecimento ancestral com a ação coletiva para defender seus territórios. Um exemplo é o Quilombo Kalunga, localizado na Chapada dos Veadeiros (Goiás). Em 2023, moradores atuaram como brigadistas na prevenção de incêndios florestais. O conhecimento tradicional dos kalungas sobre o manejo do fogo, somada às técnicas de pesquisadores do Cerrado que atuam junto ao quilombo, contribuíram para reduzir os incêndios e facilitar o trabalho dos agricultores locais. [...]
Diante dos efeitos das mudanças climáticas, a preservação dos territórios quilombolas se torna ainda mais urgente. [...] No Brasil, por exemplo, a mudança climática afeta a produção de alimentos e a disponibilidade de água, o que atinge diretamente comunidades tradicionais que dependem da agricultura e dos recursos naturais. [...] Para essas comunidades, isso significa enfrentar dificuldades no acesso à água potável, riscos à segurança alimentar e à continuidade de práticas culturais ligadas à terra e à natureza.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/quilombolas/#quilombolas-e-o-meio-ambient e. Acesso em 29 set. 2025. Adaptado.)
O processo de formação de palavras é muito importante para a dinâmica de uma língua. Essa formação pode acontecer de variadas maneiras. Associe a segunda coluna com primeira, relacionando os tipos de formação de palavras com seus respectivos exemplos, os quais foram retirados do texto:
Primeira coluna: tipos
1. Derivação por prefixação
2. Derivação por sufixação
3. Derivação parassintética
4. Composição por justaposição
5. Composição por aglutinação
Segunda coluna: exemplos
(__) étnico-racial.
(__) coletividade.
(__) recuperar.
(__) sobreviventes.
(__) agricultura.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
I.Aborda la lengua como un sistema de reglas que deben memorizarse, privilegiando la traducción y el estudio de aspectos gramaticales descontextualizados.
II.Se centra en la transmisión de hábitos lingüísticos a través de estímulo-respuesta-refuerzo, priorizando la repetición y la corrección inmediata de errores.
III.Se enfoca en la comunicación y la interacción social, entendiendo el error como parte del proceso de aprendizaje y priorizando el desarrollo de habilidades para el uso real de la lengua.
Las concepciones I, II y III se refieren, respectivamente, a:
(__)La casa de los espíritus , de Isabel Allende.
(__)Viaje olvidado , de Silvina Ocampo.
(__)Las venas abiertas de América Latina , de Eduardo Galeano.
(__)La perra , de Pilar Quintana.
(__)Pedro Páramo , de Juan Rulfo.
El cual dice: "Por favor no pite, soy buñuela. Téngame paciencia y conserve la distancia".
(__)Aprender a utilizar los sistemas simbólicos del lenguaje, para las fragilidades sociales de las personas.
(__) Comprender y utilizar la lengua española como lengua de herencia, de alto valor simbólico y cultural, que debe ser respetada y ensenada en su forma original.
(__) Conseguir utilizar las lenguas adicionales de manera eficiente y perfecta, para con ello conseguir excelentes resultados en los exámenes clasificatorios nacionales.
(__) Reconocer y valorar los lenguajes como formas de significación de la realidad y de expresión de las subjetividades e identidades sociales y culturales.
(__) Comprender los lenguajes como una construcción humana, histórica, social y cultural, de naturaleza dinámica.
Marque la secuencia correcta:
"Somos Pacífico, estamos unidos
nos une la región
la pinta, la raza y el don del sabor.
Somos Pacífico, estamos unidos
nos une la región
la pinta, la raza y el don del sabor."
La palabra pinta se refiere a:
I. Lectura y análisis de un blog de viajes sobre comidas típicas Andinas.
II.Elaboración de ejercicios escritos de conjugación de verbos, con ejemplos de comidas típicas centroamericanas.
III.Audición de un podcast con una entrevista a un chef peruano, en el que se discute la diversidad y las influencias culinarias de los platos de ese país.
IV.Realización de un debate sobre la influencia indígena y africana en la cocina caribeña.
V.Preparación de un resumen escrito acerca de lo aprendido, como actividad final de cada estudiante.
Seleccione las actividades apropiadas para los objetivos planteados:
No haré cumbre
Por: Elvira Hernández
Está visto que ni siquiera llegaré muy arriba
Me falta vigor para retar al aire Y brazo para alejar los abismos
Y oído para sentir el latido de la montaña donde sé
duermen los dioses
Otras mujeres lo hacen por mí
Sus crampones le están sacando chispas a la nieve
Es la pequeña caravana erguida en la pared del alud
Encima van ellas por la cima de la tempestad
No pondrán allí la bandera
Sólo el racimo del silencio
Mientras siento el hielo de sus pies
hundidos en la niebla.
Fuente: Revista de la Universidad de México, #922-923, jul. 2025. https://www.revistadelauniversidad.mx/
Pocas plantas ilustran el cariño de Bonpland por Corrientes como el irupe (en guarani, "plato que lleva agua") o "maiz de agua", llamado asi por sus semillas comestibles. La curiosa Victoria cruziana (Nymphaeaceae) crece en aguas correntinas. Hermosa especie ornamental, su habito, la forma de sus hojas y los colores que adquieren sus flores −blancas, luego rosadas en su segundo y ultimo dia − han inspirado varias leyendas guaranies. Deslumbrado por el irupe, los esfuerzos de Bonpland por estudiarlo botanicamente, cultivarlo y difundirlo fuera de la region platense se extendieron a lo largo de 40 años.
Extracto de: Aimé Bonpland en Sudamérica. Penhaszadeh. Pablo E. y Asúa, Miguel. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Akian Gráfica Editora, 2009:40.
Señale la opción que representa la lista con todas las palabras que deberían llevar acento gráfico y que están correctamente tildadas:
(__)El análisis lingüístico debe sustituir la enseñanza tradicional de la gramática, centrada solo en la memorización de nomenclaturas.
(__)Su objetivo es reflexivo y debe permitir que el alumno perciba las regularidades y variaciones de la lengua en uso.
(__)Debe trabajarse de forma contextualizada, a partir de textos auténticos y situaciones reales de comunicación.
Seleccione la alternativa que presenta la secuencia correcta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Museo del libro y de la lengua Horacio González
El Museo del libro y de la lengua, que abrió sus puertas en 2011, está pensado como un recorrido por la cultura nacional a la que invoca en nuestra condición de hablantes y lectores. En busca de esa experiencia las exposiciones del museo incorporan arte y tecnología como dispositivos pedagógicos que articulan el diálogo entre distintas disciplinas, proponiendo al visitante una relación interactiva e invitándolo a que se reconozca como creador y depositario de un tesoro común. Es una invitación a recorrer la cultura argentina, a descubrirse en la potencia de la lengua y a reconocerse como lector.
Concebido y construido por Clorindo Testa -creador del edificio de la Biblioteca Nacional- y Francisco Bullrich, consta de tres pisos con salas de exhibición, el Auditorio David Viñas y la Plaza Boris Spivakow. Está ornado con los murales rescatados de las Galerías Pacífico realizados por Demetrio Urruchúa, Antonio Berni, Manuel Colmeiro y Juan Carlos Castagnino.
En el año 2022, la institución fue renombrada como Museo del libro y de la lengua Horacio González en homenaje al pensador argentino que fue director de la Biblioteca Nacional entre 2005 y 2015 y bajo cuyo impulso se creó el Museo.
Espacio artístico, vivencia lúdica, compromiso pedagógico, umbral de la Biblioteca y ámbito para el pensamiento común, el Museo ofrece al visitante una experiencia comprensiva del acervo perteneciente a la Biblioteca Nacional. A través de distintos dispositivos (paneles, vitrinas, juegos y contenidos multimedia), se despliega la lengua hablada por los argentinos en su heterogeneidad regional y en sus transformaciones. Las exhibiciones dedicadas al libro exponen piezas fundamentales concebidas como hechos de autor, hitos culturales, momentos de la edición o de las tecnologías de edición. Es una ventana a la cultura argentina condensada en el patrimonio bibliográfico nacional.
https://www.bn.gov.ar/culturalia/museo
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Museo del libro y de la lengua Horacio González
El Museo del libro y de la lengua, que abrió sus puertas en 2011, está pensado como un recorrido por la cultura nacional a la que invoca en nuestra condición de hablantes y lectores. En busca de esa experiencia las exposiciones del museo incorporan arte y tecnología como dispositivos pedagógicos que articulan el diálogo entre distintas disciplinas, proponiendo al visitante una relación interactiva e invitándolo a que se reconozca como creador y depositario de un tesoro común. Es una invitación a recorrer la cultura argentina, a descubrirse en la potencia de la lengua y a reconocerse como lector.
Concebido y construido por Clorindo Testa -creador del edificio de la Biblioteca Nacional- y Francisco Bullrich, consta de tres pisos con salas de exhibición, el Auditorio David Viñas y la Plaza Boris Spivakow. Está ornado con los murales rescatados de las Galerías Pacífico realizados por Demetrio Urruchúa, Antonio Berni, Manuel Colmeiro y Juan Carlos Castagnino.
En el año 2022, la institución fue renombrada como Museo del libro y de la lengua Horacio González en homenaje al pensador argentino que fue director de la Biblioteca Nacional entre 2005 y 2015 y bajo cuyo impulso se creó el Museo.
Espacio artístico, vivencia lúdica, compromiso pedagógico, umbral de la Biblioteca y ámbito para el pensamiento común, el Museo ofrece al visitante una experiencia comprensiva del acervo perteneciente a la Biblioteca Nacional. A través de distintos dispositivos (paneles, vitrinas, juegos y contenidos multimedia), se despliega la lengua hablada por los argentinos en su heterogeneidad regional y en sus transformaciones. Las exhibiciones dedicadas al libro exponen piezas fundamentales concebidas como hechos de autor, hitos culturales, momentos de la edición o de las tecnologías de edición. Es una ventana a la cultura argentina condensada en el patrimonio bibliográfico nacional.
https://www.bn.gov.ar/culturalia/museo