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Q4034623 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


A velha


A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.


Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.


Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.


Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.


Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.


Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.


Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.


O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.


Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior. 


Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos? 


BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.

Na frase "Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto", os termos "que" e "se" exercem funções morfossintáticas distintas. Com base na norma-padrão da gramática da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta desses termos.
Alternativas
Q4034621 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


A velha


A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.


Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.


Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.


Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.


Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.


Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.


Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.


O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.


Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior. 


Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos? 


BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho "Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto", a pontuação desempenha papel essencial na construção do sentido e na organização sintática e estilística da frase. Assinale a alternativa que apresenta a análise correta quanto ao uso dos dois-pontos e das vírgulas.
Alternativas
Q4034620 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


A velha


A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.


Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.


Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.


Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.


Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.


Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.


Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.


O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.


Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior. 


Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos? 


BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho "A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos...", o emprego da forma verbal "se via" apresenta uma construção específica da regência do verbo "ver". Com base na norma culta e na classificação dos verbos quanto à predicação e ao uso pronominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4034619 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


A velha


A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.


Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.


Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.


Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.


Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.


Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.


Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.


O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.


Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior. 


Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos? 


BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.

A construção simbólica da personagem no texto aponta para uma experiência de dissolução subjetiva que transcende os efeitos imediatos da pandemia. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação coerente com os recursos metafóricos e o percurso narrativo da personagem.
Alternativas
Q4034618 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


A velha


A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.


Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.


Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.


Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.


Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.


Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.


Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.


O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.


Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior. 


Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos? 


BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.

O texto apresenta uma progressão temática subjetiva e fragmentada, sustentada por recursos de coesão que dispensam conectores tradicionais e investem em repetições, elipses e encadeamentos semânticos não lineares. Com base nesse aspecto, assinale a alternativa que apresenta a análise correta sobre os mecanismos de coesão textual presentes na narrativa.
Alternativas
Q4034617 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


A velha


A velha um dia despirocou. Era como se uma sirene ambulatorial gritasse corredor adentro. Não se debruçava mais sobre os muros, janelas e balcões a colher as memórias sórdidas dos vizinhos e familiares.


Emudeceu oca e aquele olhar de ave de rapina que saltava curioso sobre o mundo a abandonou.


Era um corpo todo abandonado, como se o brilho da carne viva tivesse ganho a opacidade de um porco decapitado, daqueles abatidos e expostos nos açougues, e num silêncio-pânico daquela madrugada, algo lhe foi extorquido.


Desde a aparição do vírus na narrativa cotidiana, a velha ficou alerta. Observava tudo amedrontada. Era máscara na cara, os dedos ensopados de álcool e uma solidão corrosiva que havia se alojado como sua parceira de quarto.


Desassistida engolia a vida em atropelo: o café, a cápsula de antipsicótico, a bolacha Maria, tudo ingerido a contragosto. A resistência se via nos resíduos constantes entre os dentes que a velha puxava com os dedos, agoniada na tentativa de limpar.


Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir.


Assistia apática ao noticiário que calculava constantemente um cadáver a mais no número de mortos.


O calendário a engolia, arrancando-lhe as gramas, as dobras, as memórias de cinquenta anos atrás que ela recebia contrariada, e a casa agora era assombrada pelos defuntos do pai, do avô e da mãe que morrera quando completara a idade agora da filha. Todos a indagavam, pediam explicações, e ela, confusa, balbuciava respostas inaudíveis.


Não havendo mais o presente para lhe invadir os dias, o passado adentrava sua morada espaçoso. Os pássaros esbravejavam irritados desde que a velha desfalecera. No pote de alpiste vazio gotejava um pingo barrento que escorria da telha, e a velha não dormia, perturbada pelo berrante som da vida exterior. 


Era estranha esta sensação de estar trancada sem ao menos passar as chaves na porta. Do que adiantava a liberdade das frestas entreabertas se a morte caçava os aposentados nas calçadas, parques e botecos? 


BRISOLARA, Maria Isabel Teixeira. A velha. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Pandemia em contos. Florianópolis: UFSC, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244169/Pandemi a_em_contos-Ebook-2fev23.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho "Vivendo em cárcere privado, a velha não se lavava mais, não falava ao telefone e desistira do mundo que lhe privara de existir", os pronomes "se" e "lhe" cumprem funções sintáticas distintas e estão corretamente colocados segundo a norma padrão, uma vez que: 
Alternativas
Q3496097 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Assinale a alternativa que esteja em consonância com as disposições do Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/03). 
Alternativas
Q3496096 Enfermagem
Dentro do contexto de infecção pelo poliovírus selvagem, identifique o(s) item(s) que está(ão) diretamente relacionado às manifestações clínicas que podem se apresentar no quadro:

1. Hepatomegalia dolorosa, com ocasional esplenomegalia e hiperbilirrubinemia intensa e progressiva.
2. Febre, cefaleia, tosse e coriza, e manifestações gastrointestinais, como vômito, dor abdominal e diarreia.
3. Flacidez muscular, com diminuição ou abolição de reflexos profundos na área paralisada.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3496095 Enfermagem
A prática da enfermagem é permitida em todo o país, contudo, para exercer essa profissão, a pessoa precisa estar qualificada. Isso significa que ela deve ter a formação e o diploma fornecidos por instituições técnicas e universidades reconhecidas pelo Ministério da Educação. Além disso, é necessário que esteja registrada nos respectivos conselhos profissionais da área. A prática e exercício da profissão do enfermeiro é regulamentada pela Lei:
Alternativas
Q3496094 Saúde Pública
Considere as afirmativas relacionadas aos dados e informações que alimentam o Sistema de Vigilância Epidemiológica, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Os dados de morbidade são de fundamental importância como indicadores da gravidade do fenômeno vigiado, sendo ainda, no caso particular de doenças de maior letalidade, mais válidos do que os dados de mortalidade.
(__) Os dados de mortalidade são obtidos de declarações de óbitos padronizadas e processadas nacionalmente, mas a cobertura varia entre as regiões do país, havendo subenumeração significativa em algumas delas.
(__) Emergências de saúde pública, surtos e epidemias devem ser notificados aos níveis superiores do sistema para que sejam alertadas as áreas vizinhas e/ou para solicitar colaboração, quando necessária.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3496093 Saúde Pública
Dado o contexto de doenças de notificação compulsória, associe as colunas, relacionando qual a periodicidade da notificação com suas respectivas exemplificações:

Coluna 1:
A. Em até 24 horas ao Ministério da Saúde.
B. Semanal.
C. Em até 24 horas à Secretaria Municipal de Saúde.

Coluna 2:
(__) Doença de Chagas Crônica, esquistossomose e hanseníase.
(__) Acidente por animal peçonhento, leptospirose e tétano.
(__) Botulismo, cólera e COVID-19.

Assinale a alternativa cuja sequência da associação, de cima para baixo, esteja correta:
Alternativas
Q3496092 Enfermagem
Para uma boa prática em enfermagem, é necessário conhecer os princípios da administração de medicamentos. Assim, avalie as proposições:

I. As medicações subcutâneas devem ser injetadas no tecido conjuntivo frouxo, sob a derme. Os locais mais indicados para a introdução desses medicamentos são as regiões superiores e internas dos braços, o andar superior do abdome, a região anterior das coxas e a região superior do dorso.
II. Um medicamento é uma composição química capaz de alterar uma função biológica no corpo humano. Em termos técnicos, é um produto farmacêutico criado ou processado com o objetivo de prevenir doenças, curar enfermidades, aliviar sintomas ou auxiliar no diagnóstico de condições médicas.
III. Entorpecente é uma substância que pode determinar dependência física ou psíquica relacionada, como tal, nas listas aprovadas pela Convenção Única sobre Psicotrópicos.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3496091 Enfermagem
Dada a variedade de lesões que podem ocorrer na prática clínica, desde abrasões superficiais até feridas crônicas e complexas, existem múltiplos tipos de curativos, cada um projetado com propriedades específicas para otimizar a cicatrização. Sobre os tipos de curativos, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3496090 Enfermagem
Considere uma condição onde as feridas e ínguas nos órgãos sexuais não causam dor, coceira, ardência, nem exibem pus. Qual das seguintes infecções sexualmente transmissíveis é caracterizada por uma pequena ferida nos órgãos sexuais e ínguas indolores na virilha?
Alternativas
Q3496089 Enfermagem
Considere as afirmativas relacionadas às ações em enfermagem voltadas para a população idosa, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A enfermagem gerontológica aplica o entendimento do processo de envelhecimento para planejar a assistência de forma adequada, com a finalidade de fomentar a saúde e melhorar a qualidade de vida dos idosos.
(__) O envelhecimento com fragilidade é caracterizado pela senilidade.
(__) A senescência ou senectude refere-se às alterações naturais que ocorrem no corpo devido ao avanço da idade. Essas mudanças, que incluem o embranquecimento dos cabelos, rugas na pele, marcha mais lenta, diminuição da audição e visão prejudicada, são características típicas do processo normal de envelhecimento.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3496088 Enfermagem
Sobre a assistência de enfermagem à mulher na gestação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3496087 Enfermagem
O oxigênio não é um medicamento no sentido tradicional, mas o oxigênio é frequentemente usado em medicina para tratar hipóxia e hipoxemia, condições em que há níveis insuficientes de oxigênio no sangue. Dadas as alternativas abaixo, é função específica dos Oxigênios: 
Alternativas
Q3496086 Enfermagem
A oxigenoterapia é uma prática que todo enfermeiro deve conhecer. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__) O uso de oxigênio é recomendado para pacientes com baixos níveis de oxigênio no sangue, evidenciados por uma pressão arterial de oxigênio (PaO2) ≤ 55 mmHg ou saturação de oxigênio (SatO2) ≤ 88% em gasometria arterial em ar ambiente.
(__) A cânula nasal de fluxo reduzido é frequentemente a escolha inicial para fornecer oxigênio extra a pacientes com uma leve falta de oxigênio, operando em taxas de fluxo que variam de 2 a 4 litros por minuto.
(__) Embora as máscaras de Venturi sejam categorizadas como aparelhos de "fluxo baixo" para fornecimento suplementar de oxigênio, é importante não confundi-las com dispositivos que fornecem oxigênio em concentrações elevadas.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA:
Alternativas
Q3496085 Direito Constitucional
A Constituição Federal de 1988 delineia três princípios fundamentais para o sistema de saúde brasileiro, que compõem sua base cognitiva, ideativa e filosófica. Qual das alternativas corretamente lista estes princípios?
Alternativas
Q3496084 Enfermagem
A respeito da abordagem do enfermeiro à saúde da criança, avalie as afirmativas abaixo:

I. A introdução de refeição de alguns tipos de frutas amassadas, como morangos, bananas e kiwis, ocorre a partir do 6º mês de vida.
II. A partir do 2º mês de vida, o esperado para o ganho de peso é de 18 a 30 g/dia, no entanto, o crescimento individual pode apresentar variações.
III. O estrófulo apresenta pápulas pruriginosas, em forma de cúpula, com vesículas às vezes umbilicadas, que são desencadeadas por picada de insetos.

Está(ão) correta(s) apenas: 
Alternativas
Respostas
561: A
562: C
563: B
564: C
565: A
566: B
567: B
568: A
569: D
570: A
571: D
572: B
573: B
574: C
575: A
576: C
577: D
578: D
579: A
580: D