Questões de Concurso
Para prefeitura de águas de chapecó - sc
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Segundo informação veiculada na página da cidade (www.aguasdechapeco.sc.gov.br), no município de Águas de Chapecó/SC está construída uma importante usina hidrelétrica com potência instalada de 855 MW, o equivalente a 25% do consumo de energia do estado de Santa Catarina. Julgue as alternativas abaixo e assinale a que indica corretamente sua nomenclatura:
Dízima periódica é um número decimal que, em um conjunto finito de algarismos, se repete periódica e indefinidamente na mesma ordem. Com base nisso, qual a fração que dá origem à dízima 10, 51935...?
Antônio recebeu uma herança e com o valor recebido comprou uma casa no valor de R$ 250.000,00, uma fazenda no valor de R$ 950.000,00 e um cavalo no valor de R$ 45.000,00. As compras prosseguiram da seguinte forma:
I. A casa foi comprada a prazo, pagando 1,5 vezes sobre o valor real (R$ 250.000,00).
II. O cavalo foi comprado à vista, com desconto de 1/5 sobre o valor total de R$ 45.000,00.
III. A fazenda foi comprada a prazo, com juros simples de 15% sobre o valor total de R$ 950.000,00.
Logo, é correto afirmar que o verdadeiro valor pago por Antônio pelas aquisições foi de:
“A loja faliu ano passado.”
Alguns verbos não possuem conjugação completa. Assinale a alternativa que é da mesma categoria do verbo “falir”:
Ao analisar o encontro vocálico podemos considerar os exemplos seguintes:
I - sé-rie (i = semivogal, e = vogal).
II - pai (a = vogal, i = semivogal).
III - Pai (crescente).
Observando a gramática, entende-se correta:
Leia o artigo abaixo para responder as três questões seguintes.
Indicadores apresentados na segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período.
Para o diretor do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cláudio Mottin, a tendência de aumento da obesidade já vinha sendo verificada antes da pesquisa Vigitel, realizada anualmente desde 2006.
"Talvez um dos fatores mais preponderantes seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas".
Essa mudança de hábito também aparece na pesquisa Vigitel: o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana.
(Fonte: Taís Seibt, BBC Brasil)
Segundo Cláudio Mottin, a “mudança dos hábitos alimentares” é considerado um fator:
Leia o artigo abaixo para responder as três questões seguintes.
Indicadores apresentados na segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período.
Para o diretor do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cláudio Mottin, a tendência de aumento da obesidade já vinha sendo verificada antes da pesquisa Vigitel, realizada anualmente desde 2006.
"Talvez um dos fatores mais preponderantes seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas".
Essa mudança de hábito também aparece na pesquisa Vigitel: o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana.
(Fonte: Taís Seibt, BBC Brasil)
A notícia ainda argumenta que:
Leia o artigo abaixo para responder as três questões seguintes.
Indicadores apresentados na segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período.
Para o diretor do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cláudio Mottin, a tendência de aumento da obesidade já vinha sendo verificada antes da pesquisa Vigitel, realizada anualmente desde 2006.
"Talvez um dos fatores mais preponderantes seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas".
Essa mudança de hábito também aparece na pesquisa Vigitel: o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana.
(Fonte: Taís Seibt, BBC Brasil)
O artigo em acima destaca que: