Questões de Concurso Para prefeitura de canoas - rs

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Q3725152 Português

Considerando as regras de acentuação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) A palavra “herói” é acentuada, mas a palavra “heroico” não recebe acento.


( ) A terceira pessoa do plural dos verbos “ter”, “ver” e “crer” é acentuada com acento circunflexo (têm, vêem e crêem).


( ) O plural de “raiz”, assim como a forma singular, não recebe acento (“raizes”). 

Alternativas
Q3725151 Português
Conforme as regras de ortografia da Língua Portuguesa, assinalar a alternativa em que a palavra está escrita CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3725150 Português

Considerando as regras de crase, analisar os itens.



I. Levei um pedaço de bolo à minha vizinha.


II. Ontem almocei bife à milanesa.


III. Dirigiu-se àquele lugar com veemência.


IV. Vou à Roma nas férias.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3725149 Português

Considerando as regras de regência verbal, analisar os itens.



I. É importante aliar a alimentação saudável com o exercício físico.


II. O amigo de João implicou comigo.


III. Meu colega desobedeceu os pais e foi à festa.


IV. Ela aspira o cargo de gerente da empresa.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3725148 Português

Considerando o uso da pontuação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.



(1) Dois-pontos.


(2) Reticências.


(3) Vírgula.



( ) A receita pede vários ingredientes, como ovos, farinha, açúcar, manteiga ___


( ) Este é o segredo para o sucesso ___ dedicação constante.


( ) Maria ___ minha melhor amiga ___ veio me visitar ontem. 

Alternativas
Q3725147 Português

Considerando a concordância nominal, analisar os itens.



I. Água é bom para hidratar a pele.


II. Minha amiga é meia tímida.


III. A água que bebemos é boa.


IV. É proibido entrada de estranhos.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3725146 Português

Sobre o emprego dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.



As livrarias ______ eu passei estavam todas abertas, mas não quis entrar ______ sei que ficaria horas por lá e, quando eu finalmente voltasse para casa, minha mãe perguntaria o ______ da demora.

Alternativas
Q3725145 Português
Se trocarmos as consoantes surdas das palavras “pato” e “vaca” por sonoras, NÃO obteremos o par: 
Alternativas
Q3725144 Português

Observando-se a ortografia oficial da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Após retornarem do campo de batalha, muitos soldados sofriam de desinteria.


( ) Os Raios-X comprovaram a doença responsável pelas dores toráxicas de Paulo.


( ) Aqueles bêbedos do bar estavam perturbando o sono alheio.


( ) O aluno não sabia marcar X nos parêntesis.

Alternativas
Q3725143 Português
A forma imperativa negativa do verbo da frase: “Medeia a questão” é:
Alternativas
Q3725142 Português

Atentando-se à concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Assistem-se a vídeos terríveis na internet.


( ) Devem chover reclamações gigantescas.


( ) Cinco surras serão pouco para ele aprender.


( ) Viva os vencedores da gincana! 

Alternativas
Q3725141 Português
A concordância nominal diz respeito à relação morfossintática entre o nome e seus determinantes e modificadores. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que houve ERRO de concordância. 
Alternativas
Q3725140 Português

Atentando-se aos contextos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.



_____ proporção que a professora falou foi o suficiente para que Paulo se referisse ____ sua escola como a melhor de todas. ____ vezes, ele prefere escola ____ fazenda onde mora.

Alternativas
Q3725139 Português

Analisar os itens.



I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.


II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.


III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.



Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção. 

Alternativas
Q3725138 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

“[...] Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é ‘parecido com o urucum’ ou ‘da cor do urucum’” (5º parágrafo).


Compreender um texto significa reconhecer significados de segmentos presentes na superfície textual, de modo a se assimilar certas inferências. No segmento acima, temos um raciocínio. Esse raciocínio permite-nos depreender que: 

Alternativas
Q3725137 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

Assinalar a alternativa cuja sentença está de acordo com as informações presentes no texto. 
Alternativas
Q3725136 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.



I. Um termo de cor é considerado primário se, para designar uma cor, tiver a forma de um único lexema.


II. Na língua dos Shanenawa, o termo para designar a cor branca não é empregado para referir-se a seres humanos.


III. Uma cor é considerada secundária se a ela for atribuído um lexema composto por duas ou mais formas.


IV. A ausência de uma palavra para designar a ideia de cor não atrapalha o ato linguístico de dar nomes a objetos coloridos.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q2235499 Pedagogia
O trabalho no campo da oralidade pressupõe uma escuta e um olhar apurados por parte do professor, tanto na aula quanto na condução das atividades didáticas. Sendo assim, é imperioso que o professor desenvolva:

I. Uma atitude mais intervencionista e menos observadora da produção discursiva oral de seus alunos, utilizando-se de instrumentos avaliativos mais gerais e de momento de produção discursiva.
II. Uma metodologia de apresentação de conteúdos que de fato permita a emergência de questionamentos e comentários por parte dos alunos sobre os conteúdos apresentados.
III. Estratégias didáticas que levem os alunos a refletir sobre suas práticas de linguagem e sobre suas atitudes em relação às práticas de linguagem dos outros.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2235498 Pedagogia
O princípio alfabético é uma das habilidades básicas que compõem o processo de alfabetização. Sobre o princípio alfabético, analisar os itens abaixo:

I. O nível silábico-alfabético representa que o estudante se apropriou do princípio alfabético, sendo capaz de fonetizar a escrita.
II. A consciência lexical é um dos níveis de consciência fonológica e é necessária para que o estudante desenvolva o princípio alfabético.
III. A consciência semântica, um dos níveis da consciência fonológica, avança à medida que a professora atua nas zonas de desenvolvimento proximal, resultando, portanto, na relação do conteúdo com o contexto e na apropriação do princípio alfabético.
IV. As escritas espontâneas devem ser propostas a partir do momento em que o estudante já adquiriu o nível de conceitualização de escrita adequado para a atuação em sua zona de desenvolvimento proximal (silábico-alfabético).

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2235497 Pedagogia
 Nos primeiros anos escolares, é essencial propor aos estudantes situações de leitura e escrita em diversos momentos. Considerando-se as situações de aprendizagem da leitura e da produção de textos no âmbito escolar, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) É necessário pôr à disposição dos estudantes materiais escritos variados, assim como ler para eles muitos e bons textos, para que tenham a oportunidade de conhecer diversos gêneros.
( ) É preciso prática e orientação adequadas para desenvolver uma postura de leitor crítico.
( ) As habilidades de leitura e produção de textos envolvem o conhecimento de elementos que compõem os textos escritos, seus estilos e a identificação do autor, da finalidade e do contexto de circulação do texto.
( ) No primeiro ciclo da escolarização, deve-se apresentar exclusivamente textos de determinados gêneros (mais acessíveis à leitura) e reservar outros para o segundo ciclo.
Alternativas
Respostas
201: E
202: D
203: B
204: A
205: D
206: C
207: B
208: A
209: B
210: E
211: D
212: E
213: D
214: C
215: A
216: C
217: B
218: C
219: B
220: E