Foram encontradas 191 questões

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Q4205993 Sistemas Operacionais
Em um computador com o Windows 10, um servidor público abriu o arquivo OBJETIVA.TXT utilizando o bloco de notas. Após realizar uma alteração significativa, o usuário foi até o menu Arquivo, selecionou a opção Salvar Como, digitou o nome OBJETIVA_2.TXT e confirmou. Considerando que a operação foi realizada com sucesso, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4205992 Direito Administrativo
A CVM é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. No entanto, apesar desse vínculo, ela é uma entidade com personalidade jurídica e patrimônio próprios, que possui autonomia administrativa, ou seja, é livre para desempenhar as suas funções, que são o regramento e a fiscalização do mercado de capitais. Assinalar a alternativa que apresenta o significado CORRETO da sigla CVM:
Alternativas
Q4205991 Meio Ambiente
Todos os anos, a questão da reciclagem e do descarte adequado do lixo é discutida em várias partes do mundo, a fim de conscientizar as pessoas e encorajá-las a mudar seus comportamentos em relação ao lixo, que é uma das principais causas da poluição. Assinalar a alternativa que apresenta o material que demora mais tempo para se decompor:
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Q4205990 Matemática
Sabendo-se que o quinto termo de certa progressão aritmética é igual a 63 e que o oitavo termo é igual a 90, assinalar a alternativa que apresenta o valor da razão dessa progressão:
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Q4205989 Matemática
Para ir de casa até o trabalho, Ricardo anda 2,9 km. Já Rodrigo percorre o triplo da distância percorrida por Ricardo. Qual a distância percorrida por Rodrigo, em decâmetro, de sua casa até o local de trabalho? 
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Q4205988 Matemática
A piscina da casa de Léo tem as medidas das dimensões apresentadas na figura abaixo e, inicialmente, estava vazia.
16.jpg (294×173)
Desprezando o volume ocupado pela escada, o volume máximo de água, em m3, que deve ser colocado, sem que ocorra o transbordamento da piscina, é igual a:
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Q4205987 Matemática
A figura a seguir apresenta o gráfico de uma função polinomial do primeiro grau, denotada por y = f(x).
15.jpg (323×255)
Nessa condição, qual o valor de f(f(8))?
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Q4205986 Estatística
O gráfico de colunas abaixo, apresenta informações sobre o número de atendimentos em um posto de saúde, ao longo cinco dias úteis:
14.jpg (328×194)
Com base nessas informações, a mediana do número de atendimentos desse posto de saúde, ao longo dos dias apresentados, é igual a:
Alternativas
Q4205985 Raciocínio Lógico
Considerar as seguintes proposições:
• P: “Se Ricardo é tenente, então Samuel é subtenente.” • Q: “Tiago é soldado ou Samuel é subtenente.”
Sabendo-se que a proposição P é verdadeira e que a proposição Q é falsa, é CORRETO concluir que:
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Q4205984 Matemática
Ana estava estudando para a prova de matemática. Ela resolveu um total de 12 exercícios em 1h10min. Sabendo-se que a lista de exercícios tem 30 questões e que ela demora o mesmo tempo por questão, ao todo, quanto tempo ela utilizará para responder a todas as questões da lista?
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Q4205982 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
A relação existente entre as duas orações, separadas por barra no período abaixo, é de:
Deixou de utilizar as redes sociais,/ a fim de otimizar seu tempo de estudo.
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Q4205980 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
“A gente sempre erra, principalmente com quem a gente gosta. [...] Errar faz parte. [...] O problema nunca foi errar, o problema é errar e continuar repetindo os erros”. (Fonte: Guilherme Sá - adaptado.)
De forma a evitar as repetições constantes no trecho acima, a alternativa que apresenta uma possibilidade CORRETA de reescrita, conforme a norma-padrão e que mantém o sentido original, é:
Alternativas
Q4205978 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Considerando-se o trecho de SCHOPENHAUER: “Qualquer indivíduo que realmente acredite que seres supra-humanos concederam à nossa raça informações sobre os objetivos de sua existência e do mundo ainda está em sua infância. Não há outra revelação senão os pensamentos dos sábios — e mesmo esses pensamentos estão sujeitos a erros, como é a sina de tudo o que é humano.”, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O pensamento do filósofo apresenta, em sua construção, _________ frases, ambas __________. Ao todo, no trecho, há __________ orações, sendo que ___________ formam um período composto por subordinação e __________, um período composto por coordenação. 
Alternativas
Q4205976 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Em “Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos.”, se o termo sublinhado fosse singularizado quantos outros termos precisariam ser modificados para que a concordância nominal e verbal se mantivessem?
Alternativas
Q4205975 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4205974 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
A respeito do texto, analisar os itens abaixo:
I. O contato com um terceiro objeto neutro, após a fricção de materiais diferentes, descarrega o excedente de elétrons.
II. As moléculas de água são boas condutoras de eletricidade, o que contribui para aumentar de uma hora para outra a quantidade de elétrons de um corpo. 
Alternativas
Q4205822 Inglês
Your Brain Could Be Controlling How Sick You Get - And How You Recover

        Hundreds of scientists around the world are looking for ways to treat heart attacks. But few started where Hedva Haykin has: in the brain. Doctor Haykin wants to know whether stimulating a region of the brain involved in positive emotion and motivation can influence how the heart heals.
    
        Late last year, in a small, ____________ microscope room, she pulled out slides from a thin black box, one by one. On them were slices of hearts, no bigger than pumpkin seeds, from mice that had experienced heart attacks. Under a microscope, some of the samples were clearly marred by scars left in the aftermath of the infarction. Others showed mere ____________ of damage visible among streaks of healthy, red-stained cells.
    
        The difference in the hearts’ appearance originated in the brain, Haykin explains. The healthier-looking samples came from mice that had received stimulation of a brain area involved in positive emotion and motivation. Those marked with scars were from unstimulated mice. On the basis of her experiments so far, which have not yet been published, activation of this brain reward centre — called the ventral tegmental area (VTA) — seems to trigger immune changes that contribute to the reduction of scar __________.

(Fonte: Scientific American - adaptado.)
Considering the text, analyze the following items:
I. Hedva Haykin’s experiment involved the use of pumpkin seeds.
II. Some of the samples were clearly ruined by scars left after the infarction.
III. Hedva Haykin has published all her experiments.
Is/are CORRECT:
Alternativas
Q4205821 Inglês
Your Brain Could Be Controlling How Sick You Get - And How You Recover

        Hundreds of scientists around the world are looking for ways to treat heart attacks. But few started where Hedva Haykin has: in the brain. Doctor Haykin wants to know whether stimulating a region of the brain involved in positive emotion and motivation can influence how the heart heals.
    
        Late last year, in a small, ____________ microscope room, she pulled out slides from a thin black box, one by one. On them were slices of hearts, no bigger than pumpkin seeds, from mice that had experienced heart attacks. Under a microscope, some of the samples were clearly marred by scars left in the aftermath of the infarction. Others showed mere ____________ of damage visible among streaks of healthy, red-stained cells.
    
        The difference in the hearts’ appearance originated in the brain, Haykin explains. The healthier-looking samples came from mice that had received stimulation of a brain area involved in positive emotion and motivation. Those marked with scars were from unstimulated mice. On the basis of her experiments so far, which have not yet been published, activation of this brain reward centre — called the ventral tegmental area (VTA) — seems to trigger immune changes that contribute to the reduction of scar __________.

(Fonte: Scientific American - adaptado.)
Concerning the parts of speech, the word underlined in “the ventral tegmental area (VTA) seems to trigger immune changes that contribute to the reduction of scar” is classified as:
Alternativas
Q4205820 Inglês
Your Brain Could Be Controlling How Sick You Get - And How You Recover

        Hundreds of scientists around the world are looking for ways to treat heart attacks. But few started where Hedva Haykin has: in the brain. Doctor Haykin wants to know whether stimulating a region of the brain involved in positive emotion and motivation can influence how the heart heals.
    
        Late last year, in a small, ____________ microscope room, she pulled out slides from a thin black box, one by one. On them were slices of hearts, no bigger than pumpkin seeds, from mice that had experienced heart attacks. Under a microscope, some of the samples were clearly marred by scars left in the aftermath of the infarction. Others showed mere ____________ of damage visible among streaks of healthy, red-stained cells.
    
        The difference in the hearts’ appearance originated in the brain, Haykin explains. The healthier-looking samples came from mice that had received stimulation of a brain area involved in positive emotion and motivation. Those marked with scars were from unstimulated mice. On the basis of her experiments so far, which have not yet been published, activation of this brain reward centre — called the ventral tegmental area (VTA) — seems to trigger immune changes that contribute to the reduction of scar __________.

(Fonte: Scientific American - adaptado.)
In “Doctor Haykin wants to know whether stimulating a region of the brain involved in positive emotion and motivation can influence how the heart heals”, the underlined word can be substituted without loss of meaning by:
Alternativas
Q4205819 Inglês
Your Brain Could Be Controlling How Sick You Get - And How You Recover

        Hundreds of scientists around the world are looking for ways to treat heart attacks. But few started where Hedva Haykin has: in the brain. Doctor Haykin wants to know whether stimulating a region of the brain involved in positive emotion and motivation can influence how the heart heals.
    
        Late last year, in a small, ____________ microscope room, she pulled out slides from a thin black box, one by one. On them were slices of hearts, no bigger than pumpkin seeds, from mice that had experienced heart attacks. Under a microscope, some of the samples were clearly marred by scars left in the aftermath of the infarction. Others showed mere ____________ of damage visible among streaks of healthy, red-stained cells.
    
        The difference in the hearts’ appearance originated in the brain, Haykin explains. The healthier-looking samples came from mice that had received stimulation of a brain area involved in positive emotion and motivation. Those marked with scars were from unstimulated mice. On the basis of her experiments so far, which have not yet been published, activation of this brain reward centre — called the ventral tegmental area (VTA) — seems to trigger immune changes that contribute to the reduction of scar __________.

(Fonte: Scientific American - adaptado.)
According to the last paragraph of text, Dr. Haykin’s conclusion was that:
Alternativas
Respostas
81: D
82: A
83: D
84: C
85: B
86: B
87: D
88: C
89: A
90: C
91: B
92: A
93: A
94: B
95: C
96: B
97: B
98: C
99: C
100: A